Mostrando postagens com marcador Analises. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Analises. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 3 de maio de 2011

Envy 4G: smartphone conceitual com tela AMOLED


 (Fonte da imagem: Vitor Gomes)


 Enquanto grande parte dos aparelhos conceituais que surgem na internet parecem simples ideias que nunca se tornarão verdade, não é difícil imaginar o dia em que um aparelho semelhante ao Envy 4G chegará ao mercado. Desenvolvido pelo designer Vitor Gomes, o dispositivo possui um visual arrojado no qual se destaca uma tela AMOLED de alta resolução.


Com aparência semelhante à de um tablet diminuído, o smartphone conceitual surpreende pelo acabamento em alumínio e qualidade das imagens exibidas. O sistema operacional do produto, batizado como MasterMobile OS, possui uma aparência atrativa que se utiliza de alguns conceitos bastante comuns ao mercado – incluindo atalhos para aplicativos que lembram muito o iOS.


 
(Fonte da imagem: Vitor Gomes)


O designer responsável pelo aparelho não se limitou a criar o visual do Envy 4G, chegando a pensar no tipo de ferramenta necessária para desenvolver aplicativos para o smartphone. O sistema, chamado Basecode Studio, permitiria que qualquer pessoa desenvolvesse programas e ampliasse as funções do portátil sem nenhuma restrição ou custo.


Seguem abaixo as especificações (imaginárias) do Envy 4G:
  • Sistema operacional MasterMobile OS;
  • Compatível com Master OS, Mac, Windows e Linux Ubuntu;
  • Processador Carbon MX 1200 1,2 GHz;
  • Acelerômetro e giroscópio;
  • Tela AMOLED;
  • Câmera traseira de 5 megapixel;
  • Câmera VGA frontal;
  • Conectividade Wi-Fi, Bluetooth e GPS;
  • Sensores de luz ambiente e de proximidade;
  • Reprodução de TV digital;
  • Capacidade de armazenamento de 16, 32 ou 64 GB;
  • Bateria com duração de até 18 horas.


Leia mais no Baixaki

Envy 4G: smartphone conceitual com tela AMOLED


 (Fonte da imagem: Vitor Gomes)


 Enquanto grande parte dos aparelhos conceituais que surgem na internet parecem simples ideias que nunca se tornarão verdade, não é difícil imaginar o dia em que um aparelho semelhante ao Envy 4G chegará ao mercado. Desenvolvido pelo designer Vitor Gomes, o dispositivo possui um visual arrojado no qual se destaca uma tela AMOLED de alta resolução.


Com aparência semelhante à de um tablet diminuído, o smartphone conceitual surpreende pelo acabamento em alumínio e qualidade das imagens exibidas. O sistema operacional do produto, batizado como MasterMobile OS, possui uma aparência atrativa que se utiliza de alguns conceitos bastante comuns ao mercado – incluindo atalhos para aplicativos que lembram muito o iOS.


 
(Fonte da imagem: Vitor Gomes)


O designer responsável pelo aparelho não se limitou a criar o visual do Envy 4G, chegando a pensar no tipo de ferramenta necessária para desenvolver aplicativos para o smartphone. O sistema, chamado Basecode Studio, permitiria que qualquer pessoa desenvolvesse programas e ampliasse as funções do portátil sem nenhuma restrição ou custo.


Seguem abaixo as especificações (imaginárias) do Envy 4G:
  • Sistema operacional MasterMobile OS;
  • Compatível com Master OS, Mac, Windows e Linux Ubuntu;
  • Processador Carbon MX 1200 1,2 GHz;
  • Acelerômetro e giroscópio;
  • Tela AMOLED;
  • Câmera traseira de 5 megapixel;
  • Câmera VGA frontal;
  • Conectividade Wi-Fi, Bluetooth e GPS;
  • Sensores de luz ambiente e de proximidade;
  • Reprodução de TV digital;
  • Capacidade de armazenamento de 16, 32 ou 64 GB;
  • Bateria com duração de até 18 horas.


Leia mais no Baixaki

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Análise: Windows 8 Milestone 3

A primeira versão de testes do Windows 8 que vazou na internet decepcionou pela falta de novidades. Conforme você pôde conferir na análise realizada pelo Tecmundo, a versão Milestone 1 parecia se tratar de somente uma reformulação do Windows 7, sem apresentar nenhuma mudança realmente impressionante nas funções disponíveis ou na interface.
Porém, recentemente houve o vazamento de outra versão de testes mais recente que apaga a impressão negativa deixada pela anterior. O Windows 8 Milestone 3, em sua build 7955, dá uma ideia melhor de todas as novidades que a Microsoft está preparando para seu principal produto.
Confira abaixo a análise completa do software e, após a leitura, não deixe de registrar sua opinião sobre o novo sistema operacional em nossa seção de comentários.

Visual renovado

Assim como acontece no Milestone 1, durante todo o processo de instalação o sistema operacional é identificado como a versão Windows 7 Ultimate. Apesar de ainda possuir algumas semelhanças com o software, logo fica evidente que, realmente, se trata de uma versão preliminar do Windows 8.
A tela de login foi reformulada, ganhando um novo plano de fundo e dando destaque a elementos como imagens e textos. O resultado é bastante agradável visualmente, além de tornar mais fácil o acesso ao sistema operacional.

A Área de trabalho e o visual geral permanecem os mesmos do Windows 7, com temática baseada na cor verde. A frase “Shhh... let’s not leak our hard work” (algo como “Shhh... Não vamos vazar nosso trabalho duro”) permanece, mas agora acompanhada de uma figura que lembra um jogo de caçar palavras.
Ao clicar sobre a figura correspondente ao usuário ativo, presente na barra de ferramentas, surge a primeira novidade. Ao selecionar a opção de modificar a imagem de exibição, o usuário tem à disposição dois vídeos curtos. Com isso, aumentam as opções de personalização disponíveis no sistema.

Interface Ribbon

Uma das novidades mais aguardadas no Windows 8, que surge em forma preliminar no Milestone 3, é a interface Ribbon aplicada ao Explorer. Apesar de estar presente de forma um tanto quanto escondida na versão de testes, o recurso já parece estar quase que totalmente implementado.

Os problemas ficam por conta dos ícones de cada função que, até o momento, são inexistentes. Além disso, muitas das opções disponíveis surgem de forma repetida, o que sugere certa falta de polimento nessa etapa de desenvolvimento.
Assim como acontece no Office, no qual o Ribbon já é padrão, o uso da interface torna mais fácil acessar alguns dos principais recursos da máquina. Exemplo disso é que agora é possível acessar a opção de desinstalar programas sem ter que necessariamente abrir o Painel de Controle. Além disso, a organização de pastas e arquivos também fica mais prática, dispensando o uso do menu de contexto.

Edição de imagens

Uma novidade proporcionada pelo uso do Ribbon é a possibilidade de realizar algumas edições simples em imagens, sem precisar abri-las com um programa específico. Na versão Milestone 3, a única opção desse tipo disponível é rotacionar os arquivos – porém, tudo indica que, na versão final do Windows 8, a gama de possibilidades será muito maior.

Gerenciador de tarefas reformulado

Uma das principais novidades aguardadas no Windows 8 e que já se mostra praticamente completa no Milestone 3 é o novo Gerenciador de Tarefas. Quem estava acostumado com o visual antigo vai se surpreender com a reformulação feita pela Microsoft, que incorporou novas opções que deixam o recurso muito mais completo.

São exibidos detalhes como a quantidade de processamento exigido por cada programa, memória consumida e até mesmo se há a utilização de algum recurso da rede. Tudo isso com divisões que tornam simples a tarefa de encontrar a informação procurada.
Outra novidade interessante é o “Performance Dashboard”, um painel auxiliar no qual é possível analisar o desempenho geral da máquina. Alternativas semelhantes já existiam nas versões anteriores do Windows, porém não eram tão atrativas visualmente, nem apresentavam de maneira tão clara as informações contidas nessa opção.

Immersive Browser e interface Metro

Um recurso que surge de forma um tanto quanto escondida no Windows 8 Milestone 3 é o Immersive Browser, navegador que promete uma experiência mais imersiva na internet. Em vez de encher a tela com diversos botões e barras de navegação, o programa destaca o conteúdo dos sites acessados pelo usuário.

Outra novidade encontrada nesta versão preliminar do sistema operacional é a possibilidade de acessar recursos através da interface Metro, típica dos smartphones da linha Windows Phone 7. Com isso, ficam mais fortes os indícios de uma versão específica do Windows 8 para tablets e outros aparelhos que usam o toque como principal forma de interação.

Ambos os recursos aparecem de forma bastante limitada, sendo exibidos em primeiro plano no canto superior esquerdo da tela. Nem sequer há a opção de encerrar os recursos, sendo obrigatório usar o Gerenciador de Tarefas para isso. Mesmo assim, a presença desses elementos já empolga e dá relances da quantidade de novidades que podemos esperar na versão final do Windows 8.

Leia mais no Baixaki

Análise: Windows 8 Milestone 3

A primeira versão de testes do Windows 8 que vazou na internet decepcionou pela falta de novidades. Conforme você pôde conferir na análise realizada pelo Tecmundo, a versão Milestone 1 parecia se tratar de somente uma reformulação do Windows 7, sem apresentar nenhuma mudança realmente impressionante nas funções disponíveis ou na interface.
Porém, recentemente houve o vazamento de outra versão de testes mais recente que apaga a impressão negativa deixada pela anterior. O Windows 8 Milestone 3, em sua build 7955, dá uma ideia melhor de todas as novidades que a Microsoft está preparando para seu principal produto.
Confira abaixo a análise completa do software e, após a leitura, não deixe de registrar sua opinião sobre o novo sistema operacional em nossa seção de comentários.

Visual renovado

Assim como acontece no Milestone 1, durante todo o processo de instalação o sistema operacional é identificado como a versão Windows 7 Ultimate. Apesar de ainda possuir algumas semelhanças com o software, logo fica evidente que, realmente, se trata de uma versão preliminar do Windows 8.
A tela de login foi reformulada, ganhando um novo plano de fundo e dando destaque a elementos como imagens e textos. O resultado é bastante agradável visualmente, além de tornar mais fácil o acesso ao sistema operacional.

A Área de trabalho e o visual geral permanecem os mesmos do Windows 7, com temática baseada na cor verde. A frase “Shhh... let’s not leak our hard work” (algo como “Shhh... Não vamos vazar nosso trabalho duro”) permanece, mas agora acompanhada de uma figura que lembra um jogo de caçar palavras.
Ao clicar sobre a figura correspondente ao usuário ativo, presente na barra de ferramentas, surge a primeira novidade. Ao selecionar a opção de modificar a imagem de exibição, o usuário tem à disposição dois vídeos curtos. Com isso, aumentam as opções de personalização disponíveis no sistema.

Interface Ribbon

Uma das novidades mais aguardadas no Windows 8, que surge em forma preliminar no Milestone 3, é a interface Ribbon aplicada ao Explorer. Apesar de estar presente de forma um tanto quanto escondida na versão de testes, o recurso já parece estar quase que totalmente implementado.

Os problemas ficam por conta dos ícones de cada função que, até o momento, são inexistentes. Além disso, muitas das opções disponíveis surgem de forma repetida, o que sugere certa falta de polimento nessa etapa de desenvolvimento.
Assim como acontece no Office, no qual o Ribbon já é padrão, o uso da interface torna mais fácil acessar alguns dos principais recursos da máquina. Exemplo disso é que agora é possível acessar a opção de desinstalar programas sem ter que necessariamente abrir o Painel de Controle. Além disso, a organização de pastas e arquivos também fica mais prática, dispensando o uso do menu de contexto.

Edição de imagens

Uma novidade proporcionada pelo uso do Ribbon é a possibilidade de realizar algumas edições simples em imagens, sem precisar abri-las com um programa específico. Na versão Milestone 3, a única opção desse tipo disponível é rotacionar os arquivos – porém, tudo indica que, na versão final do Windows 8, a gama de possibilidades será muito maior.

Gerenciador de tarefas reformulado

Uma das principais novidades aguardadas no Windows 8 e que já se mostra praticamente completa no Milestone 3 é o novo Gerenciador de Tarefas. Quem estava acostumado com o visual antigo vai se surpreender com a reformulação feita pela Microsoft, que incorporou novas opções que deixam o recurso muito mais completo.

São exibidos detalhes como a quantidade de processamento exigido por cada programa, memória consumida e até mesmo se há a utilização de algum recurso da rede. Tudo isso com divisões que tornam simples a tarefa de encontrar a informação procurada.
Outra novidade interessante é o “Performance Dashboard”, um painel auxiliar no qual é possível analisar o desempenho geral da máquina. Alternativas semelhantes já existiam nas versões anteriores do Windows, porém não eram tão atrativas visualmente, nem apresentavam de maneira tão clara as informações contidas nessa opção.

Immersive Browser e interface Metro

Um recurso que surge de forma um tanto quanto escondida no Windows 8 Milestone 3 é o Immersive Browser, navegador que promete uma experiência mais imersiva na internet. Em vez de encher a tela com diversos botões e barras de navegação, o programa destaca o conteúdo dos sites acessados pelo usuário.

Outra novidade encontrada nesta versão preliminar do sistema operacional é a possibilidade de acessar recursos através da interface Metro, típica dos smartphones da linha Windows Phone 7. Com isso, ficam mais fortes os indícios de uma versão específica do Windows 8 para tablets e outros aparelhos que usam o toque como principal forma de interação.

Ambos os recursos aparecem de forma bastante limitada, sendo exibidos em primeiro plano no canto superior esquerdo da tela. Nem sequer há a opção de encerrar os recursos, sendo obrigatório usar o Gerenciador de Tarefas para isso. Mesmo assim, a presença desses elementos já empolga e dá relances da quantidade de novidades que podemos esperar na versão final do Windows 8.

Leia mais no Baixaki

A Evolução do Mozilla Firefox



Firefox: uma das marcas mais fortes na web

A evolução do Firefox
O dia 9 de novembro de 2004 pode não trazer nenhum significado especial para você. Contudo, a data marca o lançamento de um dos produtos mais importantes da história da internet e que você, certamente, mesmo não sendo um usuário dele, já deve tê-lo utilizado ao menos um vez: o Mozilla Firefox. 


O navegador gratuito mantido pela Fundação Mozilla aos poucos se firmou como uma opção relevante para os usuários. A fatia de mercado que, até então, era de praticamente 100% para o Internet Explorer, hoje ganhou outros contornos. O Firefox é hoje o segundo colocado na preferência do público e, a cada nova versão, aumenta a sua participação no mercado. 
Segundo as pesquisas internacionais mais recentes, o Mozilla Firefox hoje é o navegador preferido de 29% dos usuários. O Internet Explorer segue em primeiro, mas com apenas 43,5%. Google Chrome, com 13,89%, Safari, com 6,18%, e Opera, com 2,74%, também apresentam crescimento na preferência do público.


No Brasil, a utilização do Firefox é praticamente a mesma. Levando-se em consideração os usuários que acessam o Baixaki, cerca de 27% entram no site navegando com o Mozilla Firefox. Na Europa, uma pesquisa publicada em janeiro deste ano mostrou o Firefox na liderança, com 37,9% da preferência do público, fato que comprova a sua força.
Nesta semana, finalmente a versão 4.0 do navegador foi disponibilizada para o público. Em apenas três horas o browser foi baixado 1 milhão de vezes. O recorde anterior pertencia ao Internet Explorer, baixado 2,4 milhões de vezes em 24 horas.


Para marcar a data e demonstrar todo o seu poderio, a Fundação Mozilla montou um hotsite com um contador, separado por regiões, mostrando em tempo real quantas vezes o navegador é baixado. Os downloads não param e é bem provável que, nos próximos dias, novos recordes sejam quebrados.


No princípio era o Phoenix


Logo do Phoenix até o Firefox

Fonte da imagem: Wikipedia

Números impressionantes como esses não surgem da noite para o dia. Basta dar uma olhada nos avanços conquistados no lançamento de cada nova versão para perceber que, embora tenha pouco menos de sete anos, o Firefox é responsável por introduzir algumas das principais novidades no mundo dos browsers. 


Entretanto, o início da jornada foi um pouco tumultuado, em especial no que diz respeito ao nome. Inicialmente, o navegador se chamaria Phoenix, mas devido a alguns conflitos legais o nome precisou ser mudado. A segunda opção, Mozilla Firebird, também enfrentou problemas pelo fato de coincidir com o nome de outro programa. Foi somente como Mozilla Firefox, nome que homenageia uma espécie de urso panda, diferente do que muitos imaginam, que o navegador ganhou o mercado.


Enfim, Firefox


A primeira versão, embora funcional, não apresentava muitas novidades em relação ao Internet Explorer. Com um embrionário sistema de gerenciamento de abas e disponível em diversos idiomas, o navegador conquistou os usuários muito mais por ser uma alternativa de qualidade ao Internet Explorer do que pelos seus diferenciais. 


Diferente do que acontece hoje, com atualizações constantes em média a cada três meses, uma nova versão final só viria a ser lançada mais de um ano depois. O Mozilla Firefox 1.5 chegou ao mercado em 29 de novembro de 2005. 


Todavia, além de pequenas correções, o navegador trouxe poucas novidades. A maios interessante delas, e de maior utilidade para os usuários, foi o sistema de gerenciamento de senhas, facilitando a organização de endereços de logins distintos. O scroll também ganhou um pequeno detalhe, sendo suavizado.


Firefox 2: o retorno triunfal


Navegação privativa: função surgiu nas primeiras versões

A grande transformação do Mozilla Firefox, saltando de coadjuvante para um dos principais protagonistas na corrida dos navegadores, aconteceu após o lançamento da versão 2.0, em outubro de 2006. Com muitas novidades, mais rápido e um visual renovado, o browser caiu no gosto do público e passou a ser visto como um dos principais concorrentes do Internet Explorer.


A utilização de abas, hoje presente em praticamente todos os navegadores, foi um grande avanço. Não era mais preciso abrir dezenas de janelas ao longo do dia e ver a sua Barra de tarefas lotada de navegadores rodando em paralelo. Bastava abrir uma única janela e, dentro dela, dispor de quantas abas fossem necessárias.


Enquanto outros navegadores ainda insistiam em oferecer apenas uma interface em poucos idiomas, ou apenas em inglês, o Firefox se preocupou e tornar a experiência de navegação cada vez mais próxima ao usuário, disponibilizando versões em várias línguas, entre elas o português, e integração com corretor ortográfico.


Entretanto, o maior avanço desta versão talvez tenha sido a inclusão do suporte para extensões. Para muitos usuários, é difícil imaginar como seria um navegador hoje sem o auxílio destes add-ons. Porém, até então, ninguém havia apresentado uma solução eficaz de como acrescentar funções ao browser sem que, para isso, ele ficasse extremamente lento e pesado.
As extensões rapidamente se popularizaram e, hoje, todos os navegadores contam com a sua própria página para download de conteúdo exclusivo. Para se ter uma ideia da importância delas, segundo a Fundação Mozilla, até hoje as extensões já foram baixadas mais de 2 bilhões de vezes.


E, para quem reclamava que, quando o computador travava ou mesmo o aplicativo passava por algum problema, era preciso fechar o aplicativo e tudo que estava aberto se perdia, veio a solução: restauração de abas ao reiniciar. Nada mais óbvio do que manter numa pasta temporária as URLs das últimas abas abertas.


O visual renovado ganhou uma característica própria, ou seja, era difícil vê-lo como uma cópia de outro navegador. O Firefox finalmente tinha uma personalidade própria e, para a felicidade dos usuários, apresentava, gratuitamente, uma das melhores experiências de navegação possíveis.


Firefox 3: a consolidação


Consumo de memória cada vez menor no Firefox

Depois de diversas versões intermediárias, com correções e melhorias, em 17 de junho de 2008 a Fundação Mozilla disponibilizou a terceira versão do navegador. A data se tornou histórica e marca um recorde entre os navegadores até hoje: em apenas 24 horas o aplicativo foi baixado 8 milhões de vezes. 


Utilizando a versão 1.9 do motor Mozilla Gecko, o Firefox 3.0 apostou em segurança e personalização para cativar ainda mais o número cada vez maior de usuários fiéis. Mesmo se destacando na corrida contra o Internet Explorer, era hora de olhar para trás e prestar atenção na ameaça crescente chamada Google Chrome. 


O sistema de restauração de abas ao reiniciar foi aprimorado, permitindo ao usuário salvá-las antes de encerrar o programa. As extensões, que a essa altura já eram mais do que populares e, para muitos, itens obrigatórios, ganharam funções que permitiam a atualização automática. 
A personalização não ficou restrita à opção de salvar abas ao sair ou não. A partir da versão 3.0, os usuários puderam escolher qual o visual mais agradável para o navegador, graças às centenas de temas disponibilizados.


Para quem costumava baixar arquivos de grande porte, nada melhor do que a integração com um gerenciador de downloads. Assim, em caso de perda de conexão ou necessidade de reiniciar ou browser, o arquivo continuaria sendo baixado, sem maiores problemas para o usuário. 


Por fim, o Firefox 3.0 introduziu a função “Places”, capaz de armazenar históricos e favoritos para que o usuário possa, com calma, vê-los quando estiver com tempo livre. A novidade agradou em cheio àqueles que utilizam a web como ferramenta de pesquisa. 


Mais segurança e versões intermediárias “finais” 


Abas organizadas no Firefox

As versões 3.5 e 3.6, lançadas em 2009 e 2010, mantiveram o navegador entre as principais alternativas do mercado. Contudo, em vez de acrescentar funções, o foco passou a ser o aperfeiçoamento de suporte às novas tecnologias de codificação e programação.


Assim, tecnologias como HTML5, SpiderMonkey JavaScript, Trace Monkey e até mesmo Geolocalização passaram a fazer parte do cotidiano do usuário do Firefox. Suporte a gestos e a trackpad multitouch também foram outras funções que ganharam vida na versão de 2009. O aumento das preocupações com segurança resultou ainda no aperfeiçoamento da função de navegação privativa. 


Para o dia a dia do usuário, duas outras novidades chamaram mais a atenção: vídeo nativo em fullscreen e um suporte aprimorado para o Personas, a extensão que tornava o browser capaz de exibir milhares de temas dos mais variados assuntos.


Firefox hoje


Firefox 4

Com visual mais limpo e uma série de novos recursos, o Mozilla Firefox 4 definitivamente se coloca outra vez como uma das principais opções entre os navegadores disponíveis no mercado. A nova interface elimina todas as funções que não são de acesso imediato e, mais bem organizada, facilita a vida do usuário.


As melhorias técnicas são significativas. Compatibilidade com as principais tecnologias de navegação e carregamento de páginas, utilizando HTML5, CSS3 e o codec WebM, tornam o acesso às páginas mais rápido e seguro.


Novas funções como “Panorama”, que permite organizar as miniaturas de abas abertas de diversas formas, e “Sync”, que permite sincronizar o conteúdo do navegador em um PC com qualquer outro computador, dispensam o uso de extensões e complementos. 
A instalação de add-ons segue o mesmo procedimento, entretanto, em alguns casos, não é mais necessário reiniciar o browser para torná-los ativos. As técnicas de aceleração gráfica utilizam a placa de vídeo do PC como ferramenta complementar para aprimorar a navegação.


O que o futuro reserva?


Função Panorama, acrescentada na última versão

Em se tratando de inovações, o Mozilla Firefox sempre foi um dos browsers que mais apresentou novos recursos para os usuários. Contudo, nos últimos anos, seu potencial para assumir a liderança ganhou um concorrente de peso, o Google Chrome.


Disposta a recuperar o mercado perdido, a Microsoft investiu pesado no desenvolvimento
 do Internet Explorer 9. O resultado é a volta de um navegador competitivo na tentativa de manter a liderança, cada vez mais tênue em relação aos seus concorrentes diretos.
Para 2011 a Fundação Mozilla promete lançar outras três versões finais do navegador: os Firefox 5, 6 e 7 ainda não têm data específica, mas já dá pra se ter uma ideia do que virá pela frente nas novas atualizações.


A próxima geração do navegador deve ter suporte ao Windows 7 de 64 bits. Além disso, add-ons serão incorporados ao browser, tais como o Account Manager, para gerenciamento de contas, e o F1 Simple Sharing, dedicado ao compartilhamento social.


Para a versão 6 do Firefox, a Mozilla pretende otimizar o JavaScript e tornar o navegador compatível com o Mac OSX 10.7 Lion. O aplicativo incluirá ainda recursos do CSS3 e HTML 5.

Já para o Firefox 7, os planos da empresa para a última versão do ano de seu navegador ainda não estão muitos claros, mas fala-se da separação de processos (cada aba se torna um processo independente no sistema) e também algumas mudanças no suporte a XBL.


Leia mais no Baixaki

A Evolução do Mozilla Firefox



Firefox: uma das marcas mais fortes na web

A evolução do Firefox
O dia 9 de novembro de 2004 pode não trazer nenhum significado especial para você. Contudo, a data marca o lançamento de um dos produtos mais importantes da história da internet e que você, certamente, mesmo não sendo um usuário dele, já deve tê-lo utilizado ao menos um vez: o Mozilla Firefox. 


O navegador gratuito mantido pela Fundação Mozilla aos poucos se firmou como uma opção relevante para os usuários. A fatia de mercado que, até então, era de praticamente 100% para o Internet Explorer, hoje ganhou outros contornos. O Firefox é hoje o segundo colocado na preferência do público e, a cada nova versão, aumenta a sua participação no mercado. 
Segundo as pesquisas internacionais mais recentes, o Mozilla Firefox hoje é o navegador preferido de 29% dos usuários. O Internet Explorer segue em primeiro, mas com apenas 43,5%. Google Chrome, com 13,89%, Safari, com 6,18%, e Opera, com 2,74%, também apresentam crescimento na preferência do público.


No Brasil, a utilização do Firefox é praticamente a mesma. Levando-se em consideração os usuários que acessam o Baixaki, cerca de 27% entram no site navegando com o Mozilla Firefox. Na Europa, uma pesquisa publicada em janeiro deste ano mostrou o Firefox na liderança, com 37,9% da preferência do público, fato que comprova a sua força.
Nesta semana, finalmente a versão 4.0 do navegador foi disponibilizada para o público. Em apenas três horas o browser foi baixado 1 milhão de vezes. O recorde anterior pertencia ao Internet Explorer, baixado 2,4 milhões de vezes em 24 horas.


Para marcar a data e demonstrar todo o seu poderio, a Fundação Mozilla montou um hotsite com um contador, separado por regiões, mostrando em tempo real quantas vezes o navegador é baixado. Os downloads não param e é bem provável que, nos próximos dias, novos recordes sejam quebrados.


No princípio era o Phoenix


Logo do Phoenix até o Firefox

Fonte da imagem: Wikipedia

Números impressionantes como esses não surgem da noite para o dia. Basta dar uma olhada nos avanços conquistados no lançamento de cada nova versão para perceber que, embora tenha pouco menos de sete anos, o Firefox é responsável por introduzir algumas das principais novidades no mundo dos browsers. 


Entretanto, o início da jornada foi um pouco tumultuado, em especial no que diz respeito ao nome. Inicialmente, o navegador se chamaria Phoenix, mas devido a alguns conflitos legais o nome precisou ser mudado. A segunda opção, Mozilla Firebird, também enfrentou problemas pelo fato de coincidir com o nome de outro programa. Foi somente como Mozilla Firefox, nome que homenageia uma espécie de urso panda, diferente do que muitos imaginam, que o navegador ganhou o mercado.


Enfim, Firefox


A primeira versão, embora funcional, não apresentava muitas novidades em relação ao Internet Explorer. Com um embrionário sistema de gerenciamento de abas e disponível em diversos idiomas, o navegador conquistou os usuários muito mais por ser uma alternativa de qualidade ao Internet Explorer do que pelos seus diferenciais. 


Diferente do que acontece hoje, com atualizações constantes em média a cada três meses, uma nova versão final só viria a ser lançada mais de um ano depois. O Mozilla Firefox 1.5 chegou ao mercado em 29 de novembro de 2005. 


Todavia, além de pequenas correções, o navegador trouxe poucas novidades. A maios interessante delas, e de maior utilidade para os usuários, foi o sistema de gerenciamento de senhas, facilitando a organização de endereços de logins distintos. O scroll também ganhou um pequeno detalhe, sendo suavizado.


Firefox 2: o retorno triunfal


Navegação privativa: função surgiu nas primeiras versões

A grande transformação do Mozilla Firefox, saltando de coadjuvante para um dos principais protagonistas na corrida dos navegadores, aconteceu após o lançamento da versão 2.0, em outubro de 2006. Com muitas novidades, mais rápido e um visual renovado, o browser caiu no gosto do público e passou a ser visto como um dos principais concorrentes do Internet Explorer.


A utilização de abas, hoje presente em praticamente todos os navegadores, foi um grande avanço. Não era mais preciso abrir dezenas de janelas ao longo do dia e ver a sua Barra de tarefas lotada de navegadores rodando em paralelo. Bastava abrir uma única janela e, dentro dela, dispor de quantas abas fossem necessárias.


Enquanto outros navegadores ainda insistiam em oferecer apenas uma interface em poucos idiomas, ou apenas em inglês, o Firefox se preocupou e tornar a experiência de navegação cada vez mais próxima ao usuário, disponibilizando versões em várias línguas, entre elas o português, e integração com corretor ortográfico.


Entretanto, o maior avanço desta versão talvez tenha sido a inclusão do suporte para extensões. Para muitos usuários, é difícil imaginar como seria um navegador hoje sem o auxílio destes add-ons. Porém, até então, ninguém havia apresentado uma solução eficaz de como acrescentar funções ao browser sem que, para isso, ele ficasse extremamente lento e pesado.
As extensões rapidamente se popularizaram e, hoje, todos os navegadores contam com a sua própria página para download de conteúdo exclusivo. Para se ter uma ideia da importância delas, segundo a Fundação Mozilla, até hoje as extensões já foram baixadas mais de 2 bilhões de vezes.


E, para quem reclamava que, quando o computador travava ou mesmo o aplicativo passava por algum problema, era preciso fechar o aplicativo e tudo que estava aberto se perdia, veio a solução: restauração de abas ao reiniciar. Nada mais óbvio do que manter numa pasta temporária as URLs das últimas abas abertas.


O visual renovado ganhou uma característica própria, ou seja, era difícil vê-lo como uma cópia de outro navegador. O Firefox finalmente tinha uma personalidade própria e, para a felicidade dos usuários, apresentava, gratuitamente, uma das melhores experiências de navegação possíveis.


Firefox 3: a consolidação


Consumo de memória cada vez menor no Firefox

Depois de diversas versões intermediárias, com correções e melhorias, em 17 de junho de 2008 a Fundação Mozilla disponibilizou a terceira versão do navegador. A data se tornou histórica e marca um recorde entre os navegadores até hoje: em apenas 24 horas o aplicativo foi baixado 8 milhões de vezes. 


Utilizando a versão 1.9 do motor Mozilla Gecko, o Firefox 3.0 apostou em segurança e personalização para cativar ainda mais o número cada vez maior de usuários fiéis. Mesmo se destacando na corrida contra o Internet Explorer, era hora de olhar para trás e prestar atenção na ameaça crescente chamada Google Chrome. 


O sistema de restauração de abas ao reiniciar foi aprimorado, permitindo ao usuário salvá-las antes de encerrar o programa. As extensões, que a essa altura já eram mais do que populares e, para muitos, itens obrigatórios, ganharam funções que permitiam a atualização automática. 
A personalização não ficou restrita à opção de salvar abas ao sair ou não. A partir da versão 3.0, os usuários puderam escolher qual o visual mais agradável para o navegador, graças às centenas de temas disponibilizados.


Para quem costumava baixar arquivos de grande porte, nada melhor do que a integração com um gerenciador de downloads. Assim, em caso de perda de conexão ou necessidade de reiniciar ou browser, o arquivo continuaria sendo baixado, sem maiores problemas para o usuário. 


Por fim, o Firefox 3.0 introduziu a função “Places”, capaz de armazenar históricos e favoritos para que o usuário possa, com calma, vê-los quando estiver com tempo livre. A novidade agradou em cheio àqueles que utilizam a web como ferramenta de pesquisa. 


Mais segurança e versões intermediárias “finais” 


Abas organizadas no Firefox

As versões 3.5 e 3.6, lançadas em 2009 e 2010, mantiveram o navegador entre as principais alternativas do mercado. Contudo, em vez de acrescentar funções, o foco passou a ser o aperfeiçoamento de suporte às novas tecnologias de codificação e programação.


Assim, tecnologias como HTML5, SpiderMonkey JavaScript, Trace Monkey e até mesmo Geolocalização passaram a fazer parte do cotidiano do usuário do Firefox. Suporte a gestos e a trackpad multitouch também foram outras funções que ganharam vida na versão de 2009. O aumento das preocupações com segurança resultou ainda no aperfeiçoamento da função de navegação privativa. 


Para o dia a dia do usuário, duas outras novidades chamaram mais a atenção: vídeo nativo em fullscreen e um suporte aprimorado para o Personas, a extensão que tornava o browser capaz de exibir milhares de temas dos mais variados assuntos.


Firefox hoje


Firefox 4

Com visual mais limpo e uma série de novos recursos, o Mozilla Firefox 4 definitivamente se coloca outra vez como uma das principais opções entre os navegadores disponíveis no mercado. A nova interface elimina todas as funções que não são de acesso imediato e, mais bem organizada, facilita a vida do usuário.


As melhorias técnicas são significativas. Compatibilidade com as principais tecnologias de navegação e carregamento de páginas, utilizando HTML5, CSS3 e o codec WebM, tornam o acesso às páginas mais rápido e seguro.


Novas funções como “Panorama”, que permite organizar as miniaturas de abas abertas de diversas formas, e “Sync”, que permite sincronizar o conteúdo do navegador em um PC com qualquer outro computador, dispensam o uso de extensões e complementos. 
A instalação de add-ons segue o mesmo procedimento, entretanto, em alguns casos, não é mais necessário reiniciar o browser para torná-los ativos. As técnicas de aceleração gráfica utilizam a placa de vídeo do PC como ferramenta complementar para aprimorar a navegação.


O que o futuro reserva?


Função Panorama, acrescentada na última versão

Em se tratando de inovações, o Mozilla Firefox sempre foi um dos browsers que mais apresentou novos recursos para os usuários. Contudo, nos últimos anos, seu potencial para assumir a liderança ganhou um concorrente de peso, o Google Chrome.


Disposta a recuperar o mercado perdido, a Microsoft investiu pesado no desenvolvimento
 do Internet Explorer 9. O resultado é a volta de um navegador competitivo na tentativa de manter a liderança, cada vez mais tênue em relação aos seus concorrentes diretos.
Para 2011 a Fundação Mozilla promete lançar outras três versões finais do navegador: os Firefox 5, 6 e 7 ainda não têm data específica, mas já dá pra se ter uma ideia do que virá pela frente nas novas atualizações.


A próxima geração do navegador deve ter suporte ao Windows 7 de 64 bits. Além disso, add-ons serão incorporados ao browser, tais como o Account Manager, para gerenciamento de contas, e o F1 Simple Sharing, dedicado ao compartilhamento social.


Para a versão 6 do Firefox, a Mozilla pretende otimizar o JavaScript e tornar o navegador compatível com o Mac OSX 10.7 Lion. O aplicativo incluirá ainda recursos do CSS3 e HTML 5.

Já para o Firefox 7, os planos da empresa para a última versão do ano de seu navegador ainda não estão muitos claros, mas fala-se da separação de processos (cada aba se torna um processo independente no sistema) e também algumas mudanças no suporte a XBL.


Leia mais no Baixaki

domingo, 1 de maio de 2011

#PrecoJusto Informação Sem Imposto

Há muito tempo que o povo brasileiro se calou quase que por inteiro. Poucos estão interessados em se unir para lutar pelo que é justo. Passeatas praticamente não existem mais, revoltas muito menos, mas se a geração Coca-Cola esperava uma oportunidade para começar a se unir, ela chegou agora.
Ano após ano somos estuprados pelos altíssimos impostos no Brasil. Tiram muito e devolvem praticamente nada, deixando um verdadeiro rombo no orçamento de diversos brasileiros. Ano após ano, também, vemos notícias sobre corrupção, festa com dinheiro público e aumento de salários dos políticos, mas não fazemos rigorosamente nada. Para se ter uma ideia, hoje, dia 26/04, o site www.impostometro.com.br informa que, em apenas 4 meses, o governo arrecadou mais de 440 BILHÕES DE REAIS. Onde está o nosso retorno? Onde estão nossos benefícios devolvidos? Onde está o nosso dinheiro? Ah sim, provavelmente no showzinho do Luan Santana realizado com verba pública somente para servidores do estado, que custou 1.3 milhão de reais… Do nosso dinheiro.
Está na hora de utilizar a Internet para organizar um manifesto pela luta do que consideramos justo.
Há tempo demais somos obrigados a pagar valores exorbitantes para podermos ter aquilo que o resto do mundo inteiro tem barato: produtos de mídia e eletrônicos como DVD’s, BluRays, Videogames, Jogos, iPads, iPhones, iPods e tantos outros exemplos. No país onde o salário mínimo é de 540 reais, nosso governo tem a cara de pau de fazer com que um simples lançamento de filme em BluRay saia por 80 desses suados reais.
Oitenta reais em um filme é mais que uma cuspida em nossa cara, principalmente quando sabemos que, lá fora, o mesmo filme é vendido por ridículos 26 reais (no caso, 17 dólares). O mesmo acontece em todos os outros segmentos, como você pode ver abaixo:
Playstation 3 – Lá fora: 474 reais
Playstation 3 lá fora
No Brasil: 2000 reais
Playstation 3 no Brasil
Call of Duty Black OPS Wii – Lá fora: 63 reais
Preço do jogo Call of Duty Black Ops pra Wii lá fora
No Brasil: 200 reais
Preço do jogo Call of Duty Black Ops pra Wii na FNAC

iPad 64GB 3G – Lá fora: 954 reais

Preço do iPad 3G 64Gb lá fora
No Brasil: 2400 reais
O manifesto #PrecoJusto tem o objetivo de enviar para Brasília a nossa insatisfação e revolta. Nele, basta você assinar com seu nome, email e CPF que nós tomaremos todas as medidas necessárias para que enxerguem nossa manifestação e, assim, possamos sair da Internet para conseguirmos uma lei.
Aqui é só o início, o local onde você pode ajudar a fazer um país melhor. Esse é apenas o primeiro de muitos manifestos veiculados pela Internet e que tomarão repercussão e força nacional para chegarem em Brasília. Assine, divulgue, participe, fique antenado nos acontecimentos, pois se a Internet é o futuro, está na hora de utilizá-la para moldar melhor o NOSSO futuro!


Se Inscreva Aqui: http://precojustoja.com.br/

#PrecoJusto Informação Sem Imposto

Há muito tempo que o povo brasileiro se calou quase que por inteiro. Poucos estão interessados em se unir para lutar pelo que é justo. Passeatas praticamente não existem mais, revoltas muito menos, mas se a geração Coca-Cola esperava uma oportunidade para começar a se unir, ela chegou agora.
Ano após ano somos estuprados pelos altíssimos impostos no Brasil. Tiram muito e devolvem praticamente nada, deixando um verdadeiro rombo no orçamento de diversos brasileiros. Ano após ano, também, vemos notícias sobre corrupção, festa com dinheiro público e aumento de salários dos políticos, mas não fazemos rigorosamente nada. Para se ter uma ideia, hoje, dia 26/04, o site www.impostometro.com.br informa que, em apenas 4 meses, o governo arrecadou mais de 440 BILHÕES DE REAIS. Onde está o nosso retorno? Onde estão nossos benefícios devolvidos? Onde está o nosso dinheiro? Ah sim, provavelmente no showzinho do Luan Santana realizado com verba pública somente para servidores do estado, que custou 1.3 milhão de reais… Do nosso dinheiro.
Está na hora de utilizar a Internet para organizar um manifesto pela luta do que consideramos justo.
Há tempo demais somos obrigados a pagar valores exorbitantes para podermos ter aquilo que o resto do mundo inteiro tem barato: produtos de mídia e eletrônicos como DVD’s, BluRays, Videogames, Jogos, iPads, iPhones, iPods e tantos outros exemplos. No país onde o salário mínimo é de 540 reais, nosso governo tem a cara de pau de fazer com que um simples lançamento de filme em BluRay saia por 80 desses suados reais.
Oitenta reais em um filme é mais que uma cuspida em nossa cara, principalmente quando sabemos que, lá fora, o mesmo filme é vendido por ridículos 26 reais (no caso, 17 dólares). O mesmo acontece em todos os outros segmentos, como você pode ver abaixo:
Playstation 3 – Lá fora: 474 reais
Playstation 3 lá fora
No Brasil: 2000 reais
Playstation 3 no Brasil
Call of Duty Black OPS Wii – Lá fora: 63 reais
Preço do jogo Call of Duty Black Ops pra Wii lá fora
No Brasil: 200 reais
Preço do jogo Call of Duty Black Ops pra Wii na FNAC

iPad 64GB 3G – Lá fora: 954 reais

Preço do iPad 3G 64Gb lá fora
No Brasil: 2400 reais
O manifesto #PrecoJusto tem o objetivo de enviar para Brasília a nossa insatisfação e revolta. Nele, basta você assinar com seu nome, email e CPF que nós tomaremos todas as medidas necessárias para que enxerguem nossa manifestação e, assim, possamos sair da Internet para conseguirmos uma lei.
Aqui é só o início, o local onde você pode ajudar a fazer um país melhor. Esse é apenas o primeiro de muitos manifestos veiculados pela Internet e que tomarão repercussão e força nacional para chegarem em Brasília. Assine, divulgue, participe, fique antenado nos acontecimentos, pois se a Internet é o futuro, está na hora de utilizá-la para moldar melhor o NOSSO futuro!


Se Inscreva Aqui: http://precojustoja.com.br/

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More

 
Powered by Equipe BrLoads