Mostrando postagens com marcador Apple. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Apple. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Superaquecimento do chip A5 Atrasa Lançamento do iPhone 5


Um texto publicado na última quinta-feira (14 de julho) pelo site chinês Sohu.com indica que o superaquecimento do processador A5 é responsável pelo atraso no lançamento do iPhone 5. Segundo uma fonte não identificada, o chip estaria tendo problemas em se adaptar ao espaço menor disponível no smartphone, o que obrigou a Apple a adiar sua produção.
Essa seria a motivação por trás do lançamento do iPhone 4S, dispositivo que deve trazer algumas melhorias de hardware em relação à versão atual do portátil. O lançamento dessa versão ligeiramente aprimorada serviria tanto como uma forma de manter o nome da empresa ativo no mercado de telefonia, quanto como uma alternativa para ganhar mais tempo para desenvolver o iPhone 5.

Processador A6 deve ganhar novo fabricante

Informações publicadas nesta sexta-feira por Jonny Edwards, do site Computerworld, dão conta de que a Taiwan Semiconductor Manufacturing Co. (TSMC) já estaria realizando os primeiros testes com o processador A6 da Apple. Com isso, fica clara a intenção da empresa de Cupertino em diminuir o número de componentes que utilizam tecnologias fabricadas pela Samsung.
Segundo as fontes consultadas por Edwards, o novo processador usará o processo de fabricação em 28 nanômetros. A expectativa é de que a novidade seja 30% mais poderosa que a geração anterior, com redução no consumo de energia na casa dos 50%. As informações sobre o novo chip ainda são bastante escassas, e há a possibilidade de o dispositivo trabalhar tanto com 2 núcleos quanto apostar em uma arquitetura quad-core.
Montagem tenta prever visual do iPhone 5 (Fonte da imagem: Sohu.com)
O A6 deve contar com um design 3D constituído de várias camadas interligadas entre si, que garantem maior desempenho ao mesmo tempo em que eliminam problemas de superaquecimento. A tecnologia se difere daquela usada pela Intel, que usa transistores 3D e tem como foco inicial os processadores Ivy Bridge.
O novo processador deve contar com poder suficiente para se tornar uma alternativa viável na produção da linha MacBook Air. Caso isso se confirme, pode significar que, em um futuro próximo, a Apple pode abandonar a parceria firmada com a Intel para garantir o bom desempenho de seus produtos.
Fonte: Tecmundo

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Jovem Chinês de 17 anos Monta o seu Próprio iPad


Depois do garoto que vendeu o rim por um iPad 2 e da garota que queria trocar a virgindade por um iPhone 4, a notícia que chega da China é um pouco mais sensata – pelo menos desta vez. Trata-se da história de um jovem que resolveu montar, manualmente, o seu próprio tablet, o qual ele batiza de “iPad 3”.
A saga durou duas semanas e foi filmada, editada e colocada no site Youku (uma espécie de YouTube chinês). Identificado como Zheng, o garoto de 17 anos usou, para recriar o aparelho, peças e chipsets de laptops, além de uma tela com suporte a touchscreen.
Para conseguir essa façanha, Zheng também precisou de muito empenho e conhecimento avançado de informática e componentes de hardware. O sistema operacional usado para dar vida ao tablet e executar as tarefas foi o Windows XP (a logomarca da Apple foi colocada através de adesivos).
Ampliar(Fonte da imagem: Reprodução/Youku)
Nas demonstrações, são apresentados recursos como o Google Earth, navegação online e leitura de livros — ao que parece, todos funcionam muito bem. Além disso, é mostrada a capacidade de se adaptar o aparelho a um teclado padrão QWERTY separado.
Em geral, o aparelho está longe de ser um iPad 3 e está mais para um notebook com touchscreen do que para propriamente um tablet. Entretanto, o jovem chinês merece uma salva de palmas pela competência. Vai que ele abre sua própria empresa para brigar com a Apple e concorrentes?
Fonte: Tecmundo

terça-feira, 3 de maio de 2011

iPad 2 Pode Ser Desbloqueado em Breve








Parece que o famoso Geohot não aprendeu nada com a briga que comprou com a Sony. Segundo a mensagem postada no sábado passado (30) no Twitter de Joshua Hill, o hacker que criou o jailbreak do iPhone trabalhará, em breve, em uma destrava para o iPad 2.


Joshua p0sixninja Hill, que também é hacker, desafiou George Hotz para ver quem consegue liberar o iPad 2 antes. A mensagem de Hill deixa claro que ele propôs um desafio a Geohot para ver se ele se motiva a trabalhar mais arduamente nessa tarefa.

 

Apesar de essa mensagem não garantir absolutamente nada, ela pode indicar que um dos dois consiga resultados parciais em breve. Não se sabe quando eles vão começar a trabalhar com um jailbreak para o iPad 2, até porque Geohot ainda não possui o dispositivo, como foi afirmado por Joshua Hill.


Leia mais no Baixaki

iPad 2 Pode Ser Desbloqueado em Breve








Parece que o famoso Geohot não aprendeu nada com a briga que comprou com a Sony. Segundo a mensagem postada no sábado passado (30) no Twitter de Joshua Hill, o hacker que criou o jailbreak do iPhone trabalhará, em breve, em uma destrava para o iPad 2.


Joshua p0sixninja Hill, que também é hacker, desafiou George Hotz para ver quem consegue liberar o iPad 2 antes. A mensagem de Hill deixa claro que ele propôs um desafio a Geohot para ver se ele se motiva a trabalhar mais arduamente nessa tarefa.

 

Apesar de essa mensagem não garantir absolutamente nada, ela pode indicar que um dos dois consiga resultados parciais em breve. Não se sabe quando eles vão começar a trabalhar com um jailbreak para o iPad 2, até porque Geohot ainda não possui o dispositivo, como foi afirmado por Joshua Hill.


Leia mais no Baixaki

Apple Revela Nova Geração de iMacs




Ampliar (Fonte da imagem: Apple Store Brasil)


A Apple revelou nesta terça-feira (3 de maio), através da sua loja online oficial, o lançamento da nova linha de computadores iMac. Todos os modelos vêm equipados com processadores da linha Intel Core baseados na arquitetura Sandy Bridge, além de contarem com as conexões Thunderbolt da Intel, um dos principais competidores da tecnologia USB 3.0.


Os novos modelos contam com telas de 21,5 ou 27 polegadas com retroiluminação por LED, que cobrem praticamente toda a frente da estrutura do aparelho. Quem fazer o pedido do dispositivo recebe no pacote um teclado sem fio e pode escolher entre o Magic Mouse ou Magic Trackpad como forma de interagir com a máquina.


Confira abaixo as especificações dos novos iMac, que já estão disponíveis para compra no Brasil com preço inicial de R$ 3999:


iMac de 21,5 polegadas


  • Tela com resolução 1920 x 1080 pixels;
  • Processador Intel Core i5 2,7 GHz, configurável a até Intel Core i7 2,8 GHz, somente na Apple Online Store;
  • 4GB (duas de 2GB) de memória RAM DDR 3, 1333 MHz, expansível até 8 GB (duas de 4GB);;
  • Disco rígido de 500 GB ou 1 TB, configurável até 2TB ou drive de estado sólido de 256 GB como drive auxiliar (somente na Apple Online Store);
  • Processador gráfico AMD Radeon HD 6750M com 512 MB de memória GDDR 5, ou AMD Radeon HD 6770M com 512 MB de memória GDDR 5;
  • Uma porta Thunderbolt;
  • Saída Mini DisplayPort com suporte a VGA, DVI e DVI dual link;
  • Porta FireWire 800 de 7 watts;
  • Quatro portas USB 2.0;
  • Entrada para cartão SDXC;
  • Medidas de 45,1 x 52,8 x 18,85 cm, com peso total de 9,3 quilos;
  • Preço inicial de R$ 3999

iMac de 27 polegadas


  • Tela com resolução 2560 x 1440 pixels;
  • Processador Intel Core i5 2,7 GHz, configurável a até Intel Core i7 3,4 GHz, somente na Apple Online Store;
  • 4GB (duas de 2GB) de memória RAM DDR 3, 1333 MHz, expansível até 16 GB (quatro de 4GB);
  • Disco rígido 1 TB, configurável até 2TB ou drive de estado sólido de 256 GB como drive auxiliar (somente na Apple Online Store);
  • Processador gráfico AMD Radeon HD 6770M com 512 MB de memória GDDR 5, ou AMD Radeon HD 6970M com 2 GB de memória GDDR 5 (somente na Apple Online Store);
  • Duas portas Thunderbolt;
  • Saída Mini DisplayPort com suporte a VGA, DVI e DVI dual link e entrada para fontes Display Port externas;
  • Porta FireWire 800 de 7 watts;
  • Quatro portas USB 2.0;
  • Entrada para cartão SDXC;
  • Medidas de 51,7 x 65 x 20,7 cm, com peso total de 13,8 quilos;
  • Preço inicial de R$ 6399

Características comuns aos dois modelos


  • Câmera FaceTime HD
  • Suporte simultaneamente resolução nativa na integrada e monitor externo de até 30 polegadas;
  • Suporte aos modos de desktop estendido e compartilhamento de vídeo;
  • Rede Wi-Fi sem fio 802.11ncompatível com IEEE 802.11 a/b/g;

Mais opções para compradores online


Quem decidir pela compra da nova geração da linha iMac através da Apple Store possui algumas vantagens em relação àquelas que adquirem o produto nas revendas autorizadas. A principal diferença fica por conta das opções de personalização mais abrangentes, com componentes que estão restritos à loja online.


Ampliar (Fonte da imagem: Apple Store Brasil)


Além de poder optar gratuitamente entre o Magic Mouse e o Magic Trackpad como forma de interagir com o aparelho, os usuários têm à disposição peças de hardware exclusivas. Exemplo disso é o processador Intel Core i7 de 3,4 GHz, que possui overclock automatizado para maior desempenho gráfico em aplicações que exigem grandes quantidades de recursos.
Ambos os modelos podem ser parcelados em até 12 vezes sem juros, e tem previsão de envio de 5 a 7 dias úteis. Durante a compra, o usuário também pode incluir diversos softwares e dispositivos complementares desenvolvidos pela Apple.


Leia mais no Baixaki

Apple Revela Nova Geração de iMacs




Ampliar (Fonte da imagem: Apple Store Brasil)


A Apple revelou nesta terça-feira (3 de maio), através da sua loja online oficial, o lançamento da nova linha de computadores iMac. Todos os modelos vêm equipados com processadores da linha Intel Core baseados na arquitetura Sandy Bridge, além de contarem com as conexões Thunderbolt da Intel, um dos principais competidores da tecnologia USB 3.0.


Os novos modelos contam com telas de 21,5 ou 27 polegadas com retroiluminação por LED, que cobrem praticamente toda a frente da estrutura do aparelho. Quem fazer o pedido do dispositivo recebe no pacote um teclado sem fio e pode escolher entre o Magic Mouse ou Magic Trackpad como forma de interagir com a máquina.


Confira abaixo as especificações dos novos iMac, que já estão disponíveis para compra no Brasil com preço inicial de R$ 3999:


iMac de 21,5 polegadas


  • Tela com resolução 1920 x 1080 pixels;
  • Processador Intel Core i5 2,7 GHz, configurável a até Intel Core i7 2,8 GHz, somente na Apple Online Store;
  • 4GB (duas de 2GB) de memória RAM DDR 3, 1333 MHz, expansível até 8 GB (duas de 4GB);;
  • Disco rígido de 500 GB ou 1 TB, configurável até 2TB ou drive de estado sólido de 256 GB como drive auxiliar (somente na Apple Online Store);
  • Processador gráfico AMD Radeon HD 6750M com 512 MB de memória GDDR 5, ou AMD Radeon HD 6770M com 512 MB de memória GDDR 5;
  • Uma porta Thunderbolt;
  • Saída Mini DisplayPort com suporte a VGA, DVI e DVI dual link;
  • Porta FireWire 800 de 7 watts;
  • Quatro portas USB 2.0;
  • Entrada para cartão SDXC;
  • Medidas de 45,1 x 52,8 x 18,85 cm, com peso total de 9,3 quilos;
  • Preço inicial de R$ 3999

iMac de 27 polegadas


  • Tela com resolução 2560 x 1440 pixels;
  • Processador Intel Core i5 2,7 GHz, configurável a até Intel Core i7 3,4 GHz, somente na Apple Online Store;
  • 4GB (duas de 2GB) de memória RAM DDR 3, 1333 MHz, expansível até 16 GB (quatro de 4GB);
  • Disco rígido 1 TB, configurável até 2TB ou drive de estado sólido de 256 GB como drive auxiliar (somente na Apple Online Store);
  • Processador gráfico AMD Radeon HD 6770M com 512 MB de memória GDDR 5, ou AMD Radeon HD 6970M com 2 GB de memória GDDR 5 (somente na Apple Online Store);
  • Duas portas Thunderbolt;
  • Saída Mini DisplayPort com suporte a VGA, DVI e DVI dual link e entrada para fontes Display Port externas;
  • Porta FireWire 800 de 7 watts;
  • Quatro portas USB 2.0;
  • Entrada para cartão SDXC;
  • Medidas de 51,7 x 65 x 20,7 cm, com peso total de 13,8 quilos;
  • Preço inicial de R$ 6399

Características comuns aos dois modelos


  • Câmera FaceTime HD
  • Suporte simultaneamente resolução nativa na integrada e monitor externo de até 30 polegadas;
  • Suporte aos modos de desktop estendido e compartilhamento de vídeo;
  • Rede Wi-Fi sem fio 802.11ncompatível com IEEE 802.11 a/b/g;

Mais opções para compradores online


Quem decidir pela compra da nova geração da linha iMac através da Apple Store possui algumas vantagens em relação àquelas que adquirem o produto nas revendas autorizadas. A principal diferença fica por conta das opções de personalização mais abrangentes, com componentes que estão restritos à loja online.


Ampliar (Fonte da imagem: Apple Store Brasil)


Além de poder optar gratuitamente entre o Magic Mouse e o Magic Trackpad como forma de interagir com o aparelho, os usuários têm à disposição peças de hardware exclusivas. Exemplo disso é o processador Intel Core i7 de 3,4 GHz, que possui overclock automatizado para maior desempenho gráfico em aplicações que exigem grandes quantidades de recursos.
Ambos os modelos podem ser parcelados em até 12 vezes sem juros, e tem previsão de envio de 5 a 7 dias úteis. Durante a compra, o usuário também pode incluir diversos softwares e dispositivos complementares desenvolvidos pela Apple.


Leia mais no Baixaki

segunda-feira, 2 de maio de 2011

As Mancadas Das Gigantes da Informática





Alguns dos maiores impérios da humanidade não sobreviveram através da História porque cometeram erros mortais para a civilização, consolidada após anos de desenvolvimento e conquistas. Os problemas sociais e as crises políticas aos poucos destruíram a poderosa Roma, enquanto Napoleão viu quase um continente inteiro escapar de suas mãos por estratégias mal-executadas.

Esse tipo de situação pode ser aplicado também às empresas de tecnologia. Tente imaginar o problema: depois de décadas de lançamentos no mercado, conquista de público e novas descobertas na área, algumas decisões mal tomadas ou produtos de baixa qualidade podem derrubar toda a estrutura que garantia o sucesso em vendas e crítica.
Impérios virtuais como Microsoft, Apple e Google não estão no topo por acaso: mesmo cometendo algumas bolas fora de vez em quando, todas conseguiram contornar os deslizes, mantendo-se vivas com acertos que se sobrepõem às mancadas.

Avalanche de maçãs


Atualmente, a Apple é incontestável no mercado de eletrônicos. Um dos motivos é que seus acertos não estão concentrados apenas em uma área, mas se situam em vários blocos, desde os computadores Mac até aparelhos portáteis como o iPhone o iPad.
Mesmo assim, a estabilidade da empresa de Steve Jobs com relação às finanças e críticas recebidas é recente. Nas décadas de 1980 e 1990, a Apple ficou marcada por diversos lançamentos equivocados, acumulando problemas que ultrapassam apenas a falta de lucros, gerando uma lista imensa de produtos que pararam de ser fabricados não por terem sido superados, mas por apresentarem falhas em excesso.
Imediatamente após o lançamento de um grande produto, outras apostas eram feitas e não chegavam perto dos números do seu antecessor. Alguns casos mais graves nem sequer saíram da fase de testes, por exemplo. Imagine a situação: a empresa mobilizava dezenas de funcionários, milhões de dólares e anos de desenvolvimento para jogar tudo fora logo em seguida.

Foi o caso do Macintosh Office, que deveria incluir três itens essenciais para o trabalho em um escritório: uma rede de área local, outra de servidor de arquivos e uma impressora a laser, tudo novidade na época. Só a impressora conseguiu vingar, enquanto os demais apresentaram problemas, como requisitos muito altos para rodar, sendo logo descartados ou pouco vendidos.

Outro desastre clássico é o Apple III. Lançado para pegar a onda de vendas da versão anterior, o eletrônico apresentou uma infinidade de problemas, desde a falta de softwares disponíveis até um superaquecimento que poderia comprometer todo o aparelho. A empresa foi obrigada a realizar um recall de 14 mil computadores e até devolver algumas unidades de graça.


Um pouco mais famoso, o Lisa também é uma mancha na memória da companhia. Suas configurações eram avançadas para a época e o projeto tinha tudo para ser um sucesso. O que pesou foi seu preço: 10 mil dólares por unidade, ocasionando vendas baixas e um estoque de sobra, que, segundo uma biografia não oficial da empresa, foi enterrado no Estado norte-americano de Utah.

O próprio Macintosh, primeiro grande hit da Apple, quase teve destino semelhante: o aumento em 1 mil dólares no preço fez com que as vendas ficassem extremamente abaixo da média estipulada por Steve Jobs. O motivo para ter que pagar quase US$ 2,5 mil num Macintosh? A companhia precisava recuperar o dinheiro gasto na extensa campanha publicitária do produto.
Outro caso conhecido é o Apple Newton, que possuía funções de agenda eletrônica e tela sensível a toque. Lembrou-se de alguma coisa? Precursor dos tablets, o Newton demandou gastos altíssimos de tempo (11 anos), dinheiro (100 milhões de dólares) e funcionários (um setor inteiro da empresa), mas mal saiu do lugar. Os poucos modelos lançados com essa plataforma foram um fiasco em vendas, pois não interessaram o público na época.

Uma tela azul no meio do caminho


Microsoft conquistou, ao longo dos anos, uma fama de que seus produtos são alvos constantes de falhas. Injustiça ou não, motivos não faltam: até mesmo em apresentações oficiais as telas indicando problemas no sistema já surgiram, para constrangimento geral dos presentes e dos membros da empresa. Um exemplo é uma apresentação do Windows 98, na qual o próprio Bill Gates estava presente para acompanhar a mancada.


Outro aspecto que ficará marcado é o Windows Vista que, lançado às pressas e sem todas as correções necessárias, apresentava em seu início inúmeros erros de segurança e compatibilidade. Desse modo, muita gente permaneceu com o Windows XP por mais tempo do que o esperado – ou migrou diretamente para o Windows 7, lançamento seguinte da Microsoft.

Já a tela azul da morte, que assombra até hoje os usuários de Windows, é o principal medo de quem foi sempre fiel aos sistemas operacionais da Microsoft. Se removê-la não é possível, ao menos deixá-la mais amigável e menos constante poderia amenizar o problema.

 
(Fonte da imagem: Wikimedia Commons)

Além disso, o navegador Internet Explorer foi acostumado a ter o monopólio na área, mas perdeu mercado para os fortes concorrentes que surgiram, como o Firefox, o Chrome e o Opera.

Por fim, há também a insistência da Microsoft em apostar apenas em sistemas operacionais. Felizmente, isso é algo que finalmente acabou nos últimos anos, devido à entrada da companhia no mercado de consoles e de celulares.

Nem a Google acerta todas


Apesar de ter despontado há pouco tempo (se comparada com as empresas citadas anteriormente), a poderosa Google também já escorregou em algumas apostas de mercado bem recentes.

À primeira vista, ela parece acertar em cheio cada lançamento. Foi assim com o Docs, o sistema de buscas, o Maps, o Chrome e o Android. Dois serviços, entretanto, não caíram no gosto do público, por mais revolucionários que pudessem parecer: o Google Wave e o Google Buzz.

O Google Wave era considerado o sucessor do email, pois prometia levar a comunicação entre usuários a outro nível. Críticas e pouco público o desligaram definitivamente um ano depois do lançamento
.

Já o Google Buzz é igualmente ambicioso e também passa pelo problema do desuso, mas ainda respira. A tentativa de rede social que se integra com outros serviços da empresa passa por uma instabilidade que já não deve mais se inverter.

Cair e levantar


Apesar de todas as bolas fora que foram citadas, você encontra produtos da Apple, Microsoft e Google em todos os lugares. Para superar uma derrota e continuar brigando pelo topo do mercado, o que valeu para elas foi o velho clichê de nunca desistir.


Foi através dessa persistência em continuar apostando que as companhias conseguiram inovar, seja com novas criações ou através da melhoria de tecnologias que deram errado da primeira vez. O Windows Vista, por exemplo, foi revisto para dar lugar ao Windows 7, enquanto o Apple Newton indiretamente inspirou, décadas depois, o iPad.

Além disso, um erro acaba incentivando a criatividade dos desenvolvedores que, para evitar outro fracasso, dedicam-se ainda mais na criação do próximo produto.

Desse modo, tudo o que podemos fazer é agradecer essas companhias por não desistirem. Afinal, se a força dessas grandes empresas tivesse se perdido com o tempo, com certeza deixaríamos de aproveitar alguns dos grandes inventos da atualidade



Leia mais no Baixaki

As Mancadas Das Gigantes da Informática





Alguns dos maiores impérios da humanidade não sobreviveram através da História porque cometeram erros mortais para a civilização, consolidada após anos de desenvolvimento e conquistas. Os problemas sociais e as crises políticas aos poucos destruíram a poderosa Roma, enquanto Napoleão viu quase um continente inteiro escapar de suas mãos por estratégias mal-executadas.

Esse tipo de situação pode ser aplicado também às empresas de tecnologia. Tente imaginar o problema: depois de décadas de lançamentos no mercado, conquista de público e novas descobertas na área, algumas decisões mal tomadas ou produtos de baixa qualidade podem derrubar toda a estrutura que garantia o sucesso em vendas e crítica.
Impérios virtuais como Microsoft, Apple e Google não estão no topo por acaso: mesmo cometendo algumas bolas fora de vez em quando, todas conseguiram contornar os deslizes, mantendo-se vivas com acertos que se sobrepõem às mancadas.

Avalanche de maçãs


Atualmente, a Apple é incontestável no mercado de eletrônicos. Um dos motivos é que seus acertos não estão concentrados apenas em uma área, mas se situam em vários blocos, desde os computadores Mac até aparelhos portáteis como o iPhone o iPad.
Mesmo assim, a estabilidade da empresa de Steve Jobs com relação às finanças e críticas recebidas é recente. Nas décadas de 1980 e 1990, a Apple ficou marcada por diversos lançamentos equivocados, acumulando problemas que ultrapassam apenas a falta de lucros, gerando uma lista imensa de produtos que pararam de ser fabricados não por terem sido superados, mas por apresentarem falhas em excesso.
Imediatamente após o lançamento de um grande produto, outras apostas eram feitas e não chegavam perto dos números do seu antecessor. Alguns casos mais graves nem sequer saíram da fase de testes, por exemplo. Imagine a situação: a empresa mobilizava dezenas de funcionários, milhões de dólares e anos de desenvolvimento para jogar tudo fora logo em seguida.

Foi o caso do Macintosh Office, que deveria incluir três itens essenciais para o trabalho em um escritório: uma rede de área local, outra de servidor de arquivos e uma impressora a laser, tudo novidade na época. Só a impressora conseguiu vingar, enquanto os demais apresentaram problemas, como requisitos muito altos para rodar, sendo logo descartados ou pouco vendidos.

Outro desastre clássico é o Apple III. Lançado para pegar a onda de vendas da versão anterior, o eletrônico apresentou uma infinidade de problemas, desde a falta de softwares disponíveis até um superaquecimento que poderia comprometer todo o aparelho. A empresa foi obrigada a realizar um recall de 14 mil computadores e até devolver algumas unidades de graça.


Um pouco mais famoso, o Lisa também é uma mancha na memória da companhia. Suas configurações eram avançadas para a época e o projeto tinha tudo para ser um sucesso. O que pesou foi seu preço: 10 mil dólares por unidade, ocasionando vendas baixas e um estoque de sobra, que, segundo uma biografia não oficial da empresa, foi enterrado no Estado norte-americano de Utah.

O próprio Macintosh, primeiro grande hit da Apple, quase teve destino semelhante: o aumento em 1 mil dólares no preço fez com que as vendas ficassem extremamente abaixo da média estipulada por Steve Jobs. O motivo para ter que pagar quase US$ 2,5 mil num Macintosh? A companhia precisava recuperar o dinheiro gasto na extensa campanha publicitária do produto.
Outro caso conhecido é o Apple Newton, que possuía funções de agenda eletrônica e tela sensível a toque. Lembrou-se de alguma coisa? Precursor dos tablets, o Newton demandou gastos altíssimos de tempo (11 anos), dinheiro (100 milhões de dólares) e funcionários (um setor inteiro da empresa), mas mal saiu do lugar. Os poucos modelos lançados com essa plataforma foram um fiasco em vendas, pois não interessaram o público na época.

Uma tela azul no meio do caminho


Microsoft conquistou, ao longo dos anos, uma fama de que seus produtos são alvos constantes de falhas. Injustiça ou não, motivos não faltam: até mesmo em apresentações oficiais as telas indicando problemas no sistema já surgiram, para constrangimento geral dos presentes e dos membros da empresa. Um exemplo é uma apresentação do Windows 98, na qual o próprio Bill Gates estava presente para acompanhar a mancada.


Outro aspecto que ficará marcado é o Windows Vista que, lançado às pressas e sem todas as correções necessárias, apresentava em seu início inúmeros erros de segurança e compatibilidade. Desse modo, muita gente permaneceu com o Windows XP por mais tempo do que o esperado – ou migrou diretamente para o Windows 7, lançamento seguinte da Microsoft.

Já a tela azul da morte, que assombra até hoje os usuários de Windows, é o principal medo de quem foi sempre fiel aos sistemas operacionais da Microsoft. Se removê-la não é possível, ao menos deixá-la mais amigável e menos constante poderia amenizar o problema.

 
(Fonte da imagem: Wikimedia Commons)

Além disso, o navegador Internet Explorer foi acostumado a ter o monopólio na área, mas perdeu mercado para os fortes concorrentes que surgiram, como o Firefox, o Chrome e o Opera.

Por fim, há também a insistência da Microsoft em apostar apenas em sistemas operacionais. Felizmente, isso é algo que finalmente acabou nos últimos anos, devido à entrada da companhia no mercado de consoles e de celulares.

Nem a Google acerta todas


Apesar de ter despontado há pouco tempo (se comparada com as empresas citadas anteriormente), a poderosa Google também já escorregou em algumas apostas de mercado bem recentes.

À primeira vista, ela parece acertar em cheio cada lançamento. Foi assim com o Docs, o sistema de buscas, o Maps, o Chrome e o Android. Dois serviços, entretanto, não caíram no gosto do público, por mais revolucionários que pudessem parecer: o Google Wave e o Google Buzz.

O Google Wave era considerado o sucessor do email, pois prometia levar a comunicação entre usuários a outro nível. Críticas e pouco público o desligaram definitivamente um ano depois do lançamento
.

Já o Google Buzz é igualmente ambicioso e também passa pelo problema do desuso, mas ainda respira. A tentativa de rede social que se integra com outros serviços da empresa passa por uma instabilidade que já não deve mais se inverter.

Cair e levantar


Apesar de todas as bolas fora que foram citadas, você encontra produtos da Apple, Microsoft e Google em todos os lugares. Para superar uma derrota e continuar brigando pelo topo do mercado, o que valeu para elas foi o velho clichê de nunca desistir.


Foi através dessa persistência em continuar apostando que as companhias conseguiram inovar, seja com novas criações ou através da melhoria de tecnologias que deram errado da primeira vez. O Windows Vista, por exemplo, foi revisto para dar lugar ao Windows 7, enquanto o Apple Newton indiretamente inspirou, décadas depois, o iPad.

Além disso, um erro acaba incentivando a criatividade dos desenvolvedores que, para evitar outro fracasso, dedicam-se ainda mais na criação do próximo produto.

Desse modo, tudo o que podemos fazer é agradecer essas companhias por não desistirem. Afinal, se a força dessas grandes empresas tivesse se perdido com o tempo, com certeza deixaríamos de aproveitar alguns dos grandes inventos da atualidade



Leia mais no Baixaki

domingo, 1 de maio de 2011

#PrecoJusto Informação Sem Imposto

Há muito tempo que o povo brasileiro se calou quase que por inteiro. Poucos estão interessados em se unir para lutar pelo que é justo. Passeatas praticamente não existem mais, revoltas muito menos, mas se a geração Coca-Cola esperava uma oportunidade para começar a se unir, ela chegou agora.
Ano após ano somos estuprados pelos altíssimos impostos no Brasil. Tiram muito e devolvem praticamente nada, deixando um verdadeiro rombo no orçamento de diversos brasileiros. Ano após ano, também, vemos notícias sobre corrupção, festa com dinheiro público e aumento de salários dos políticos, mas não fazemos rigorosamente nada. Para se ter uma ideia, hoje, dia 26/04, o site www.impostometro.com.br informa que, em apenas 4 meses, o governo arrecadou mais de 440 BILHÕES DE REAIS. Onde está o nosso retorno? Onde estão nossos benefícios devolvidos? Onde está o nosso dinheiro? Ah sim, provavelmente no showzinho do Luan Santana realizado com verba pública somente para servidores do estado, que custou 1.3 milhão de reais… Do nosso dinheiro.
Está na hora de utilizar a Internet para organizar um manifesto pela luta do que consideramos justo.
Há tempo demais somos obrigados a pagar valores exorbitantes para podermos ter aquilo que o resto do mundo inteiro tem barato: produtos de mídia e eletrônicos como DVD’s, BluRays, Videogames, Jogos, iPads, iPhones, iPods e tantos outros exemplos. No país onde o salário mínimo é de 540 reais, nosso governo tem a cara de pau de fazer com que um simples lançamento de filme em BluRay saia por 80 desses suados reais.
Oitenta reais em um filme é mais que uma cuspida em nossa cara, principalmente quando sabemos que, lá fora, o mesmo filme é vendido por ridículos 26 reais (no caso, 17 dólares). O mesmo acontece em todos os outros segmentos, como você pode ver abaixo:
Playstation 3 – Lá fora: 474 reais
Playstation 3 lá fora
No Brasil: 2000 reais
Playstation 3 no Brasil
Call of Duty Black OPS Wii – Lá fora: 63 reais
Preço do jogo Call of Duty Black Ops pra Wii lá fora
No Brasil: 200 reais
Preço do jogo Call of Duty Black Ops pra Wii na FNAC

iPad 64GB 3G – Lá fora: 954 reais

Preço do iPad 3G 64Gb lá fora
No Brasil: 2400 reais
O manifesto #PrecoJusto tem o objetivo de enviar para Brasília a nossa insatisfação e revolta. Nele, basta você assinar com seu nome, email e CPF que nós tomaremos todas as medidas necessárias para que enxerguem nossa manifestação e, assim, possamos sair da Internet para conseguirmos uma lei.
Aqui é só o início, o local onde você pode ajudar a fazer um país melhor. Esse é apenas o primeiro de muitos manifestos veiculados pela Internet e que tomarão repercussão e força nacional para chegarem em Brasília. Assine, divulgue, participe, fique antenado nos acontecimentos, pois se a Internet é o futuro, está na hora de utilizá-la para moldar melhor o NOSSO futuro!


Se Inscreva Aqui: http://precojustoja.com.br/

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More

 
Powered by Equipe BrLoads