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sexta-feira, 15 de julho de 2011

Windows 8 deverá ser Apresentado na CES 2012


De acordo com o site Walyou, o presidente executivo da Microsoft, Steve Ballmer, deve demonstrar o Windows 8 durante a Consumer Electronics Show 2012 – um dos maiores eventos de tecnologia que acontecerá em janeiro.
Essa publicação corrobora com a notícia de que o CEO da empresa subirá ao palco da CES na tarde do dia 9 de janeiro, no hotel The Venetian – local onde acontece parte da programação do evento. A informação de que Ballmer será um dos principais oradores nesse dia é confirmada no próprio site da conferência.
Assim como aconteceu no ano passado, o Tecmundo estará presente na CES 2012, trazendo em primeira mão todas as novidades exibidas no evento. Portanto, fique ligado nas notícias e artigos publicados no site.
Fonte: Tecmundo

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Windows XP Deve Morrer em Menos de 1000 Dias


Uma atualização publicada na última segunda-feira (11 de julho) por Stephen L Rose, no blog oficial do Windows, afirma que a versão XP do sistema operacional está com os dias contados. Segundo o autor do texto, o software deve perder o suporte estendido em menos de 1000 dias, motivo mais que suficiente para os usuários migrarem para uma versão mais atualizada.

O autor também defende a ideia de que aquilo que era a melhor opção há 10 anos não possui a mesma força atualmente, afirmando que o Windows 7 resolve muitos dos problemas encontrados na versão XP. A partir do dia 8 de abril de 2014, atualizações de segurança e revisões de código não estarão mais disponíveis para o sistema, o que deixará máquinas vulneráveis a qualquer ameaça que surja a partir desse momento.
Outro argumento em favor do abandono do Windows XP é o fato de que muitos desenvolvedores terceirizados não estão mais dando suporte ao produto. Com isso, a possibilidade de ocorrência de problemas de segurança ou incompatibilidade cresce, o que deve resultar em mais custos para os departamentos de tecnologia de informação de grandes companhias.
O tom do texto produzido por Rose é alarmista, com trechos que afirmam que companhias que não começarem agora mesmo a transição para o Windows 7 correm o risco de expor suas informações a pessoas mal intencionadas. Segundo ele, companhias como Samsung, Boeing e BMW reconhecem a superioridade do sistema operacional atual, que traria mais segurança e aumentaria a produtividade dos funcionários.

Windows 7 ultrapassa as 400 milhões de cópias

Também na segunda-feira, durante a Worlwide Partner Conference (WPC), evento da Microsoft que ocorre na cidade de Los Angeles, Steve Ballmer revelou que o Windows 7 já vendeu mais de 400 milhões de unidades. Segundo a companhia, sete cópias do sistema operacional são vendidas a cada segundo.
Porém, não foram reveladas quantas unidades do produto são vendidas de forma individual e quantas são disponibilizadas pelo sistema OEM, espécie de venda casada em que o usuário compra uma máquina que já vem com o produto instalado. Outra informação divulgada pela companhia é a de que o Internet Explorer 9 é o navegador mais utilizado por quem opera com o Windows 7 nos Estados Unidos.
Segundo dados do Net Applications, divulgados em junho deste ano, o sistema operacional já é usado por 27% dos computadores do mundo. A expectativa da Microsoft é que a participação de mercado aumente ainda mais, principalmente devido aos usuários que estão fazendo a transição do Windows XP para um sistema mais moderno.
Fonte: Tecmundo

Jovem Chinês de 17 anos Monta o seu Próprio iPad


Depois do garoto que vendeu o rim por um iPad 2 e da garota que queria trocar a virgindade por um iPhone 4, a notícia que chega da China é um pouco mais sensata – pelo menos desta vez. Trata-se da história de um jovem que resolveu montar, manualmente, o seu próprio tablet, o qual ele batiza de “iPad 3”.
A saga durou duas semanas e foi filmada, editada e colocada no site Youku (uma espécie de YouTube chinês). Identificado como Zheng, o garoto de 17 anos usou, para recriar o aparelho, peças e chipsets de laptops, além de uma tela com suporte a touchscreen.
Para conseguir essa façanha, Zheng também precisou de muito empenho e conhecimento avançado de informática e componentes de hardware. O sistema operacional usado para dar vida ao tablet e executar as tarefas foi o Windows XP (a logomarca da Apple foi colocada através de adesivos).
Ampliar(Fonte da imagem: Reprodução/Youku)
Nas demonstrações, são apresentados recursos como o Google Earth, navegação online e leitura de livros — ao que parece, todos funcionam muito bem. Além disso, é mostrada a capacidade de se adaptar o aparelho a um teclado padrão QWERTY separado.
Em geral, o aparelho está longe de ser um iPad 3 e está mais para um notebook com touchscreen do que para propriamente um tablet. Entretanto, o jovem chinês merece uma salva de palmas pela competência. Vai que ele abre sua própria empresa para brigar com a Apple e concorrentes?
Fonte: Tecmundo

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Twitter Compra TweetDeck por Alguns Milhões


especulação chega ao fim. O Twitter finalmente adquiriu a empresa por trás do TweetDeck, um interessante cliente de Twitter para diversas plataformas. O valor do negócio gira em torno de 40 a 50 milhões de dólares, afirma o site CNN Money. Nenhuma das empresas envolvidas comentou sobre o assunto até agora.

Com a compra do TweetDeck, aumentam as expectativas para que o Twitter lance um aplicativo oficial do microblog para Windows. Faz tempo que o serviço oferece um cliente oficial dentro do Mac OS X, mas nada de repetir a dose no sistema das janelas. Assim como no caso do TweetDeck, o Twitter para Mac só se tornou viável depois que o Twitter Inc. comprou o aplicativo Tweetie.


TweetDeck: disponível em Windows, Mac OS e Linux por meio do Adobe Air (imagem: reprodução)
O que você gostaria de ver num aplicativo do Twitter para Windows? De modo geral, eu só faço uma requisição: que não dependa da tecnologia Adobe Air, que tradicionalmente é lenta e bugada (pelo menos no meu uso). O ideal, para mim, é algo nativo no Windows, sem depender de frameworks e afins.

De acordo com o CNN Money, o negócio vai envolver dinheiro vivo e troca de ações entre as duas companhias

Fonte: TecnoBlog.

Windows 8 Não Irá Exigir um Novo PC, diz Microsoft



Tendo aprendido a lição com o Windows Vista, a Microsoft garantiu que a próxima versão do sistema operacional Windows, por enquanto conhecida como Windows 8, não irá exigir a compra de um novo PC.


Ampliamos a tendência iniciada com o Windows 7 de manter os requisitos de sistema os mesmos ou reduzi-los. O Windows 8 será capaz de rodar numa ampla gama de máquinas porque terá os mesmos requisitos de sistema (que o Windows 7) ou menores», disse Michael Angiulo, da Microsoft, que demonstrou o novo software durante um evento para a imprensa em Taipei.

«Outra coisa que fizemos foi dar ao Windows 8 a inteligência necessária para adaptar a interface de acordo com o hardware. Então quer você esteja a actualizar uma máquina ou a comprar um novo PC, o Windows irá adaptar-se ao seu hardware», disse.

O novo sistema foi projectado a pensar no toque, o que faz com que PCs sem ecrãs sensíveis ao toque não terão todos os benefícios desta tecnologia. Também foi projectado para tirar proveito de uma variedade de sensores para detectar movimento e proximidade, e estes sensores não estão presentes nos PCs actuais.

Mas Angiulo disse que a nova interface, com grandes ícones coloridos (Tiles) e muito similar à do Windows Phone 7, ainda pode ser utilizada sem problemas com um mouse e teclado. As teclas Page Up e Page Down são usadas para se mover através das «Tiles» no ecrã. Um clique do rato abre as aplicações, e a tecla Windows leva os utilizadores de volta ao desktop. 

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Como Transformar um Disco Rígido de FAT32 para NTFS


Como converter seu sistema de arquivos

Diversos dispositivos como discos rígidos, pendrives e HDs externos vêm de fábrica com o formato FAT32. Entretanto, por vezes, o usuário precisa de uma unidade em NTFS. Se você está nessa situação, não entre em pânico: há duas formas de alterar o sistema de arquivos de uma unidade de armazenamento.


Abaixo, apresentamos um pequeno tutorial de como fazê-lo, dividido em um modo que envolve a formatação do disco e outro que dispensa formatá-lo.


Por meio da formatação


Se você não tem dados no disco ou pode fazer um backup completo, a solução mais simples para o problema é efetuar uma formatação. Para isso, entre em “Computador” e localize a unidade a ser formatada. Clique nela com o botão direito do mouse e selecione a alternativa “Formatar”.


Escolher a formatação

Feito isso, uma nova janela é aberta. Na parte de em que está escrito “Sistema de arquivos”, mude a opção para NTFS. Confirme a operação.


Modificando o sistema de arquivos

Em seguida, é iniciado o processo de formatação. O tempo envolvido para a conclusão pode variar conforme o tamanho do disco.


Sem precisar formatar o disco


Como nem todos têm a possibilidade de formatar o disco rígido, agora veremos outra forma de modificar o sistema de arquivos. Comece acessando o Menu Iniciar e digitando “cmd” (sem as aspas) na Barra de execução.


Abrindo o prompt de comando

Uma vez com o terminal aberto, digite “convert X: /fs:ntfs” (sem as aspas e troque o “X” pela letra da unidade que você quer converter). Pressione o “Enter” para confirmar a operação.


Digitando o comando

Feito isso, a unidade é avaliada e o processo de conversão é inicializado. O tempo necessário varia conforme o tamanho da unidade. Esse método permite a mudança no sistema de arquivos sem perda de dados, entretanto, isso não ocorre caso o disco rígido em questão tenha arquivos com mais de 4GB (limitação do FAT32).


Convertendo a unidade

Ao final, abrindo as propriedades do disco no qual você fez esta operação, é possível verificar que a unidade já tem como seu sistema de arquivos o NTFS.


Disco em NTFS

Esta dica vale para discos rígidos, HDs externos, pendrives e outras unidades de armazenamento removíveis.


Leia mais no Baixaki

Como Transformar um Disco Rígido de FAT32 para NTFS


Como converter seu sistema de arquivos

Diversos dispositivos como discos rígidos, pendrives e HDs externos vêm de fábrica com o formato FAT32. Entretanto, por vezes, o usuário precisa de uma unidade em NTFS. Se você está nessa situação, não entre em pânico: há duas formas de alterar o sistema de arquivos de uma unidade de armazenamento.


Abaixo, apresentamos um pequeno tutorial de como fazê-lo, dividido em um modo que envolve a formatação do disco e outro que dispensa formatá-lo.


Por meio da formatação


Se você não tem dados no disco ou pode fazer um backup completo, a solução mais simples para o problema é efetuar uma formatação. Para isso, entre em “Computador” e localize a unidade a ser formatada. Clique nela com o botão direito do mouse e selecione a alternativa “Formatar”.


Escolher a formatação

Feito isso, uma nova janela é aberta. Na parte de em que está escrito “Sistema de arquivos”, mude a opção para NTFS. Confirme a operação.


Modificando o sistema de arquivos

Em seguida, é iniciado o processo de formatação. O tempo envolvido para a conclusão pode variar conforme o tamanho do disco.


Sem precisar formatar o disco


Como nem todos têm a possibilidade de formatar o disco rígido, agora veremos outra forma de modificar o sistema de arquivos. Comece acessando o Menu Iniciar e digitando “cmd” (sem as aspas) na Barra de execução.


Abrindo o prompt de comando

Uma vez com o terminal aberto, digite “convert X: /fs:ntfs” (sem as aspas e troque o “X” pela letra da unidade que você quer converter). Pressione o “Enter” para confirmar a operação.


Digitando o comando

Feito isso, a unidade é avaliada e o processo de conversão é inicializado. O tempo necessário varia conforme o tamanho da unidade. Esse método permite a mudança no sistema de arquivos sem perda de dados, entretanto, isso não ocorre caso o disco rígido em questão tenha arquivos com mais de 4GB (limitação do FAT32).


Convertendo a unidade

Ao final, abrindo as propriedades do disco no qual você fez esta operação, é possível verificar que a unidade já tem como seu sistema de arquivos o NTFS.


Disco em NTFS

Esta dica vale para discos rígidos, HDs externos, pendrives e outras unidades de armazenamento removíveis.


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terça-feira, 3 de maio de 2011

Windows 7 Chega a 25% dos PCs em Abril

Em abril, Windows 7 chega a índice de adoção marcante, iOS ultrapassa Linux e Chrome continua subindo enquanto seus maiores rivais, Internet Explorer e Firefox, permanecem estagnados.
É quase uma tradição: todo início de mês alguns institutos de estatísticas, como a Net Applications, revelam relatórios sobre o uso de sistemas operacionais e navegadores web ao redor do mundo. Nesse início de maio não foi diferente: já temos as estatísticas de abril!
No geral, houve poucas mudanças entre um mês e outro. Nos sistemas operacionais, mais significativa e, dada a pequena diferença para março, simbólica, foi a chegada do Windows 7 à marca de 25% do mercado. A última versão do sistema operacional da Microsoft ainda está bem longe do Windows XP, de 2001, líder absoluto com 53,1%, mas a diferença diminui, mês a mês.
Dado curioso: o iOS, sistema móvel da Apple representado por apenas três dispositivos (iPhone, iPod touch e iPad), já ultrapassou o Linux. Somados, os três têm 2,24% do mercado, enquanto o Linux, em todos os seus sabores, inclusive o Android, chega a 1,4%.
No campo dos navegadores, os índices se mantiveram idênticos aos de março: o Internet Explorer continua na dianteira com 55,1%, seguido do Firefox, com 21,6% e do Chrome, que por muito pouco não bateu 12%, ficando com 11,9%.
A adoção do IE9 ainda é bastante baixa: sozinho, ele é usado por 2,41% dos usuários. Em contraste, o Firefox 4, lançado quase um mês após o IE9, já ostenta 5,4% do mercado. Afunilando a lista por versões, a mais popular é o Internet Explorer 8, com 33%. O IE6? Aparece em terceiro, com 10,85%. Se serve de consolo, essa última vem perdendo espaço mês após mês. Lentamente, mas sempre para baixo.

Fonte: AdminGeek

Windows 7 Chega a 25% dos PCs em Abril

Em abril, Windows 7 chega a índice de adoção marcante, iOS ultrapassa Linux e Chrome continua subindo enquanto seus maiores rivais, Internet Explorer e Firefox, permanecem estagnados.
É quase uma tradição: todo início de mês alguns institutos de estatísticas, como a Net Applications, revelam relatórios sobre o uso de sistemas operacionais e navegadores web ao redor do mundo. Nesse início de maio não foi diferente: já temos as estatísticas de abril!
No geral, houve poucas mudanças entre um mês e outro. Nos sistemas operacionais, mais significativa e, dada a pequena diferença para março, simbólica, foi a chegada do Windows 7 à marca de 25% do mercado. A última versão do sistema operacional da Microsoft ainda está bem longe do Windows XP, de 2001, líder absoluto com 53,1%, mas a diferença diminui, mês a mês.
Dado curioso: o iOS, sistema móvel da Apple representado por apenas três dispositivos (iPhone, iPod touch e iPad), já ultrapassou o Linux. Somados, os três têm 2,24% do mercado, enquanto o Linux, em todos os seus sabores, inclusive o Android, chega a 1,4%.
No campo dos navegadores, os índices se mantiveram idênticos aos de março: o Internet Explorer continua na dianteira com 55,1%, seguido do Firefox, com 21,6% e do Chrome, que por muito pouco não bateu 12%, ficando com 11,9%.
A adoção do IE9 ainda é bastante baixa: sozinho, ele é usado por 2,41% dos usuários. Em contraste, o Firefox 4, lançado quase um mês após o IE9, já ostenta 5,4% do mercado. Afunilando a lista por versões, a mais popular é o Internet Explorer 8, com 33%. O IE6? Aparece em terceiro, com 10,85%. Se serve de consolo, essa última vem perdendo espaço mês após mês. Lentamente, mas sempre para baixo.

Fonte: AdminGeek

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Análise: Windows 8 Milestone 3

A primeira versão de testes do Windows 8 que vazou na internet decepcionou pela falta de novidades. Conforme você pôde conferir na análise realizada pelo Tecmundo, a versão Milestone 1 parecia se tratar de somente uma reformulação do Windows 7, sem apresentar nenhuma mudança realmente impressionante nas funções disponíveis ou na interface.
Porém, recentemente houve o vazamento de outra versão de testes mais recente que apaga a impressão negativa deixada pela anterior. O Windows 8 Milestone 3, em sua build 7955, dá uma ideia melhor de todas as novidades que a Microsoft está preparando para seu principal produto.
Confira abaixo a análise completa do software e, após a leitura, não deixe de registrar sua opinião sobre o novo sistema operacional em nossa seção de comentários.

Visual renovado

Assim como acontece no Milestone 1, durante todo o processo de instalação o sistema operacional é identificado como a versão Windows 7 Ultimate. Apesar de ainda possuir algumas semelhanças com o software, logo fica evidente que, realmente, se trata de uma versão preliminar do Windows 8.
A tela de login foi reformulada, ganhando um novo plano de fundo e dando destaque a elementos como imagens e textos. O resultado é bastante agradável visualmente, além de tornar mais fácil o acesso ao sistema operacional.

A Área de trabalho e o visual geral permanecem os mesmos do Windows 7, com temática baseada na cor verde. A frase “Shhh... let’s not leak our hard work” (algo como “Shhh... Não vamos vazar nosso trabalho duro”) permanece, mas agora acompanhada de uma figura que lembra um jogo de caçar palavras.
Ao clicar sobre a figura correspondente ao usuário ativo, presente na barra de ferramentas, surge a primeira novidade. Ao selecionar a opção de modificar a imagem de exibição, o usuário tem à disposição dois vídeos curtos. Com isso, aumentam as opções de personalização disponíveis no sistema.

Interface Ribbon

Uma das novidades mais aguardadas no Windows 8, que surge em forma preliminar no Milestone 3, é a interface Ribbon aplicada ao Explorer. Apesar de estar presente de forma um tanto quanto escondida na versão de testes, o recurso já parece estar quase que totalmente implementado.

Os problemas ficam por conta dos ícones de cada função que, até o momento, são inexistentes. Além disso, muitas das opções disponíveis surgem de forma repetida, o que sugere certa falta de polimento nessa etapa de desenvolvimento.
Assim como acontece no Office, no qual o Ribbon já é padrão, o uso da interface torna mais fácil acessar alguns dos principais recursos da máquina. Exemplo disso é que agora é possível acessar a opção de desinstalar programas sem ter que necessariamente abrir o Painel de Controle. Além disso, a organização de pastas e arquivos também fica mais prática, dispensando o uso do menu de contexto.

Edição de imagens

Uma novidade proporcionada pelo uso do Ribbon é a possibilidade de realizar algumas edições simples em imagens, sem precisar abri-las com um programa específico. Na versão Milestone 3, a única opção desse tipo disponível é rotacionar os arquivos – porém, tudo indica que, na versão final do Windows 8, a gama de possibilidades será muito maior.

Gerenciador de tarefas reformulado

Uma das principais novidades aguardadas no Windows 8 e que já se mostra praticamente completa no Milestone 3 é o novo Gerenciador de Tarefas. Quem estava acostumado com o visual antigo vai se surpreender com a reformulação feita pela Microsoft, que incorporou novas opções que deixam o recurso muito mais completo.

São exibidos detalhes como a quantidade de processamento exigido por cada programa, memória consumida e até mesmo se há a utilização de algum recurso da rede. Tudo isso com divisões que tornam simples a tarefa de encontrar a informação procurada.
Outra novidade interessante é o “Performance Dashboard”, um painel auxiliar no qual é possível analisar o desempenho geral da máquina. Alternativas semelhantes já existiam nas versões anteriores do Windows, porém não eram tão atrativas visualmente, nem apresentavam de maneira tão clara as informações contidas nessa opção.

Immersive Browser e interface Metro

Um recurso que surge de forma um tanto quanto escondida no Windows 8 Milestone 3 é o Immersive Browser, navegador que promete uma experiência mais imersiva na internet. Em vez de encher a tela com diversos botões e barras de navegação, o programa destaca o conteúdo dos sites acessados pelo usuário.

Outra novidade encontrada nesta versão preliminar do sistema operacional é a possibilidade de acessar recursos através da interface Metro, típica dos smartphones da linha Windows Phone 7. Com isso, ficam mais fortes os indícios de uma versão específica do Windows 8 para tablets e outros aparelhos que usam o toque como principal forma de interação.

Ambos os recursos aparecem de forma bastante limitada, sendo exibidos em primeiro plano no canto superior esquerdo da tela. Nem sequer há a opção de encerrar os recursos, sendo obrigatório usar o Gerenciador de Tarefas para isso. Mesmo assim, a presença desses elementos já empolga e dá relances da quantidade de novidades que podemos esperar na versão final do Windows 8.

Leia mais no Baixaki

Análise: Windows 8 Milestone 3

A primeira versão de testes do Windows 8 que vazou na internet decepcionou pela falta de novidades. Conforme você pôde conferir na análise realizada pelo Tecmundo, a versão Milestone 1 parecia se tratar de somente uma reformulação do Windows 7, sem apresentar nenhuma mudança realmente impressionante nas funções disponíveis ou na interface.
Porém, recentemente houve o vazamento de outra versão de testes mais recente que apaga a impressão negativa deixada pela anterior. O Windows 8 Milestone 3, em sua build 7955, dá uma ideia melhor de todas as novidades que a Microsoft está preparando para seu principal produto.
Confira abaixo a análise completa do software e, após a leitura, não deixe de registrar sua opinião sobre o novo sistema operacional em nossa seção de comentários.

Visual renovado

Assim como acontece no Milestone 1, durante todo o processo de instalação o sistema operacional é identificado como a versão Windows 7 Ultimate. Apesar de ainda possuir algumas semelhanças com o software, logo fica evidente que, realmente, se trata de uma versão preliminar do Windows 8.
A tela de login foi reformulada, ganhando um novo plano de fundo e dando destaque a elementos como imagens e textos. O resultado é bastante agradável visualmente, além de tornar mais fácil o acesso ao sistema operacional.

A Área de trabalho e o visual geral permanecem os mesmos do Windows 7, com temática baseada na cor verde. A frase “Shhh... let’s not leak our hard work” (algo como “Shhh... Não vamos vazar nosso trabalho duro”) permanece, mas agora acompanhada de uma figura que lembra um jogo de caçar palavras.
Ao clicar sobre a figura correspondente ao usuário ativo, presente na barra de ferramentas, surge a primeira novidade. Ao selecionar a opção de modificar a imagem de exibição, o usuário tem à disposição dois vídeos curtos. Com isso, aumentam as opções de personalização disponíveis no sistema.

Interface Ribbon

Uma das novidades mais aguardadas no Windows 8, que surge em forma preliminar no Milestone 3, é a interface Ribbon aplicada ao Explorer. Apesar de estar presente de forma um tanto quanto escondida na versão de testes, o recurso já parece estar quase que totalmente implementado.

Os problemas ficam por conta dos ícones de cada função que, até o momento, são inexistentes. Além disso, muitas das opções disponíveis surgem de forma repetida, o que sugere certa falta de polimento nessa etapa de desenvolvimento.
Assim como acontece no Office, no qual o Ribbon já é padrão, o uso da interface torna mais fácil acessar alguns dos principais recursos da máquina. Exemplo disso é que agora é possível acessar a opção de desinstalar programas sem ter que necessariamente abrir o Painel de Controle. Além disso, a organização de pastas e arquivos também fica mais prática, dispensando o uso do menu de contexto.

Edição de imagens

Uma novidade proporcionada pelo uso do Ribbon é a possibilidade de realizar algumas edições simples em imagens, sem precisar abri-las com um programa específico. Na versão Milestone 3, a única opção desse tipo disponível é rotacionar os arquivos – porém, tudo indica que, na versão final do Windows 8, a gama de possibilidades será muito maior.

Gerenciador de tarefas reformulado

Uma das principais novidades aguardadas no Windows 8 e que já se mostra praticamente completa no Milestone 3 é o novo Gerenciador de Tarefas. Quem estava acostumado com o visual antigo vai se surpreender com a reformulação feita pela Microsoft, que incorporou novas opções que deixam o recurso muito mais completo.

São exibidos detalhes como a quantidade de processamento exigido por cada programa, memória consumida e até mesmo se há a utilização de algum recurso da rede. Tudo isso com divisões que tornam simples a tarefa de encontrar a informação procurada.
Outra novidade interessante é o “Performance Dashboard”, um painel auxiliar no qual é possível analisar o desempenho geral da máquina. Alternativas semelhantes já existiam nas versões anteriores do Windows, porém não eram tão atrativas visualmente, nem apresentavam de maneira tão clara as informações contidas nessa opção.

Immersive Browser e interface Metro

Um recurso que surge de forma um tanto quanto escondida no Windows 8 Milestone 3 é o Immersive Browser, navegador que promete uma experiência mais imersiva na internet. Em vez de encher a tela com diversos botões e barras de navegação, o programa destaca o conteúdo dos sites acessados pelo usuário.

Outra novidade encontrada nesta versão preliminar do sistema operacional é a possibilidade de acessar recursos através da interface Metro, típica dos smartphones da linha Windows Phone 7. Com isso, ficam mais fortes os indícios de uma versão específica do Windows 8 para tablets e outros aparelhos que usam o toque como principal forma de interação.

Ambos os recursos aparecem de forma bastante limitada, sendo exibidos em primeiro plano no canto superior esquerdo da tela. Nem sequer há a opção de encerrar os recursos, sendo obrigatório usar o Gerenciador de Tarefas para isso. Mesmo assim, a presença desses elementos já empolga e dá relances da quantidade de novidades que podemos esperar na versão final do Windows 8.

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As Mancadas Das Gigantes da Informática





Alguns dos maiores impérios da humanidade não sobreviveram através da História porque cometeram erros mortais para a civilização, consolidada após anos de desenvolvimento e conquistas. Os problemas sociais e as crises políticas aos poucos destruíram a poderosa Roma, enquanto Napoleão viu quase um continente inteiro escapar de suas mãos por estratégias mal-executadas.

Esse tipo de situação pode ser aplicado também às empresas de tecnologia. Tente imaginar o problema: depois de décadas de lançamentos no mercado, conquista de público e novas descobertas na área, algumas decisões mal tomadas ou produtos de baixa qualidade podem derrubar toda a estrutura que garantia o sucesso em vendas e crítica.
Impérios virtuais como Microsoft, Apple e Google não estão no topo por acaso: mesmo cometendo algumas bolas fora de vez em quando, todas conseguiram contornar os deslizes, mantendo-se vivas com acertos que se sobrepõem às mancadas.

Avalanche de maçãs


Atualmente, a Apple é incontestável no mercado de eletrônicos. Um dos motivos é que seus acertos não estão concentrados apenas em uma área, mas se situam em vários blocos, desde os computadores Mac até aparelhos portáteis como o iPhone o iPad.
Mesmo assim, a estabilidade da empresa de Steve Jobs com relação às finanças e críticas recebidas é recente. Nas décadas de 1980 e 1990, a Apple ficou marcada por diversos lançamentos equivocados, acumulando problemas que ultrapassam apenas a falta de lucros, gerando uma lista imensa de produtos que pararam de ser fabricados não por terem sido superados, mas por apresentarem falhas em excesso.
Imediatamente após o lançamento de um grande produto, outras apostas eram feitas e não chegavam perto dos números do seu antecessor. Alguns casos mais graves nem sequer saíram da fase de testes, por exemplo. Imagine a situação: a empresa mobilizava dezenas de funcionários, milhões de dólares e anos de desenvolvimento para jogar tudo fora logo em seguida.

Foi o caso do Macintosh Office, que deveria incluir três itens essenciais para o trabalho em um escritório: uma rede de área local, outra de servidor de arquivos e uma impressora a laser, tudo novidade na época. Só a impressora conseguiu vingar, enquanto os demais apresentaram problemas, como requisitos muito altos para rodar, sendo logo descartados ou pouco vendidos.

Outro desastre clássico é o Apple III. Lançado para pegar a onda de vendas da versão anterior, o eletrônico apresentou uma infinidade de problemas, desde a falta de softwares disponíveis até um superaquecimento que poderia comprometer todo o aparelho. A empresa foi obrigada a realizar um recall de 14 mil computadores e até devolver algumas unidades de graça.


Um pouco mais famoso, o Lisa também é uma mancha na memória da companhia. Suas configurações eram avançadas para a época e o projeto tinha tudo para ser um sucesso. O que pesou foi seu preço: 10 mil dólares por unidade, ocasionando vendas baixas e um estoque de sobra, que, segundo uma biografia não oficial da empresa, foi enterrado no Estado norte-americano de Utah.

O próprio Macintosh, primeiro grande hit da Apple, quase teve destino semelhante: o aumento em 1 mil dólares no preço fez com que as vendas ficassem extremamente abaixo da média estipulada por Steve Jobs. O motivo para ter que pagar quase US$ 2,5 mil num Macintosh? A companhia precisava recuperar o dinheiro gasto na extensa campanha publicitária do produto.
Outro caso conhecido é o Apple Newton, que possuía funções de agenda eletrônica e tela sensível a toque. Lembrou-se de alguma coisa? Precursor dos tablets, o Newton demandou gastos altíssimos de tempo (11 anos), dinheiro (100 milhões de dólares) e funcionários (um setor inteiro da empresa), mas mal saiu do lugar. Os poucos modelos lançados com essa plataforma foram um fiasco em vendas, pois não interessaram o público na época.

Uma tela azul no meio do caminho


Microsoft conquistou, ao longo dos anos, uma fama de que seus produtos são alvos constantes de falhas. Injustiça ou não, motivos não faltam: até mesmo em apresentações oficiais as telas indicando problemas no sistema já surgiram, para constrangimento geral dos presentes e dos membros da empresa. Um exemplo é uma apresentação do Windows 98, na qual o próprio Bill Gates estava presente para acompanhar a mancada.


Outro aspecto que ficará marcado é o Windows Vista que, lançado às pressas e sem todas as correções necessárias, apresentava em seu início inúmeros erros de segurança e compatibilidade. Desse modo, muita gente permaneceu com o Windows XP por mais tempo do que o esperado – ou migrou diretamente para o Windows 7, lançamento seguinte da Microsoft.

Já a tela azul da morte, que assombra até hoje os usuários de Windows, é o principal medo de quem foi sempre fiel aos sistemas operacionais da Microsoft. Se removê-la não é possível, ao menos deixá-la mais amigável e menos constante poderia amenizar o problema.

 
(Fonte da imagem: Wikimedia Commons)

Além disso, o navegador Internet Explorer foi acostumado a ter o monopólio na área, mas perdeu mercado para os fortes concorrentes que surgiram, como o Firefox, o Chrome e o Opera.

Por fim, há também a insistência da Microsoft em apostar apenas em sistemas operacionais. Felizmente, isso é algo que finalmente acabou nos últimos anos, devido à entrada da companhia no mercado de consoles e de celulares.

Nem a Google acerta todas


Apesar de ter despontado há pouco tempo (se comparada com as empresas citadas anteriormente), a poderosa Google também já escorregou em algumas apostas de mercado bem recentes.

À primeira vista, ela parece acertar em cheio cada lançamento. Foi assim com o Docs, o sistema de buscas, o Maps, o Chrome e o Android. Dois serviços, entretanto, não caíram no gosto do público, por mais revolucionários que pudessem parecer: o Google Wave e o Google Buzz.

O Google Wave era considerado o sucessor do email, pois prometia levar a comunicação entre usuários a outro nível. Críticas e pouco público o desligaram definitivamente um ano depois do lançamento
.

Já o Google Buzz é igualmente ambicioso e também passa pelo problema do desuso, mas ainda respira. A tentativa de rede social que se integra com outros serviços da empresa passa por uma instabilidade que já não deve mais se inverter.

Cair e levantar


Apesar de todas as bolas fora que foram citadas, você encontra produtos da Apple, Microsoft e Google em todos os lugares. Para superar uma derrota e continuar brigando pelo topo do mercado, o que valeu para elas foi o velho clichê de nunca desistir.


Foi através dessa persistência em continuar apostando que as companhias conseguiram inovar, seja com novas criações ou através da melhoria de tecnologias que deram errado da primeira vez. O Windows Vista, por exemplo, foi revisto para dar lugar ao Windows 7, enquanto o Apple Newton indiretamente inspirou, décadas depois, o iPad.

Além disso, um erro acaba incentivando a criatividade dos desenvolvedores que, para evitar outro fracasso, dedicam-se ainda mais na criação do próximo produto.

Desse modo, tudo o que podemos fazer é agradecer essas companhias por não desistirem. Afinal, se a força dessas grandes empresas tivesse se perdido com o tempo, com certeza deixaríamos de aproveitar alguns dos grandes inventos da atualidade



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As Mancadas Das Gigantes da Informática





Alguns dos maiores impérios da humanidade não sobreviveram através da História porque cometeram erros mortais para a civilização, consolidada após anos de desenvolvimento e conquistas. Os problemas sociais e as crises políticas aos poucos destruíram a poderosa Roma, enquanto Napoleão viu quase um continente inteiro escapar de suas mãos por estratégias mal-executadas.

Esse tipo de situação pode ser aplicado também às empresas de tecnologia. Tente imaginar o problema: depois de décadas de lançamentos no mercado, conquista de público e novas descobertas na área, algumas decisões mal tomadas ou produtos de baixa qualidade podem derrubar toda a estrutura que garantia o sucesso em vendas e crítica.
Impérios virtuais como Microsoft, Apple e Google não estão no topo por acaso: mesmo cometendo algumas bolas fora de vez em quando, todas conseguiram contornar os deslizes, mantendo-se vivas com acertos que se sobrepõem às mancadas.

Avalanche de maçãs


Atualmente, a Apple é incontestável no mercado de eletrônicos. Um dos motivos é que seus acertos não estão concentrados apenas em uma área, mas se situam em vários blocos, desde os computadores Mac até aparelhos portáteis como o iPhone o iPad.
Mesmo assim, a estabilidade da empresa de Steve Jobs com relação às finanças e críticas recebidas é recente. Nas décadas de 1980 e 1990, a Apple ficou marcada por diversos lançamentos equivocados, acumulando problemas que ultrapassam apenas a falta de lucros, gerando uma lista imensa de produtos que pararam de ser fabricados não por terem sido superados, mas por apresentarem falhas em excesso.
Imediatamente após o lançamento de um grande produto, outras apostas eram feitas e não chegavam perto dos números do seu antecessor. Alguns casos mais graves nem sequer saíram da fase de testes, por exemplo. Imagine a situação: a empresa mobilizava dezenas de funcionários, milhões de dólares e anos de desenvolvimento para jogar tudo fora logo em seguida.

Foi o caso do Macintosh Office, que deveria incluir três itens essenciais para o trabalho em um escritório: uma rede de área local, outra de servidor de arquivos e uma impressora a laser, tudo novidade na época. Só a impressora conseguiu vingar, enquanto os demais apresentaram problemas, como requisitos muito altos para rodar, sendo logo descartados ou pouco vendidos.

Outro desastre clássico é o Apple III. Lançado para pegar a onda de vendas da versão anterior, o eletrônico apresentou uma infinidade de problemas, desde a falta de softwares disponíveis até um superaquecimento que poderia comprometer todo o aparelho. A empresa foi obrigada a realizar um recall de 14 mil computadores e até devolver algumas unidades de graça.


Um pouco mais famoso, o Lisa também é uma mancha na memória da companhia. Suas configurações eram avançadas para a época e o projeto tinha tudo para ser um sucesso. O que pesou foi seu preço: 10 mil dólares por unidade, ocasionando vendas baixas e um estoque de sobra, que, segundo uma biografia não oficial da empresa, foi enterrado no Estado norte-americano de Utah.

O próprio Macintosh, primeiro grande hit da Apple, quase teve destino semelhante: o aumento em 1 mil dólares no preço fez com que as vendas ficassem extremamente abaixo da média estipulada por Steve Jobs. O motivo para ter que pagar quase US$ 2,5 mil num Macintosh? A companhia precisava recuperar o dinheiro gasto na extensa campanha publicitária do produto.
Outro caso conhecido é o Apple Newton, que possuía funções de agenda eletrônica e tela sensível a toque. Lembrou-se de alguma coisa? Precursor dos tablets, o Newton demandou gastos altíssimos de tempo (11 anos), dinheiro (100 milhões de dólares) e funcionários (um setor inteiro da empresa), mas mal saiu do lugar. Os poucos modelos lançados com essa plataforma foram um fiasco em vendas, pois não interessaram o público na época.

Uma tela azul no meio do caminho


Microsoft conquistou, ao longo dos anos, uma fama de que seus produtos são alvos constantes de falhas. Injustiça ou não, motivos não faltam: até mesmo em apresentações oficiais as telas indicando problemas no sistema já surgiram, para constrangimento geral dos presentes e dos membros da empresa. Um exemplo é uma apresentação do Windows 98, na qual o próprio Bill Gates estava presente para acompanhar a mancada.


Outro aspecto que ficará marcado é o Windows Vista que, lançado às pressas e sem todas as correções necessárias, apresentava em seu início inúmeros erros de segurança e compatibilidade. Desse modo, muita gente permaneceu com o Windows XP por mais tempo do que o esperado – ou migrou diretamente para o Windows 7, lançamento seguinte da Microsoft.

Já a tela azul da morte, que assombra até hoje os usuários de Windows, é o principal medo de quem foi sempre fiel aos sistemas operacionais da Microsoft. Se removê-la não é possível, ao menos deixá-la mais amigável e menos constante poderia amenizar o problema.

 
(Fonte da imagem: Wikimedia Commons)

Além disso, o navegador Internet Explorer foi acostumado a ter o monopólio na área, mas perdeu mercado para os fortes concorrentes que surgiram, como o Firefox, o Chrome e o Opera.

Por fim, há também a insistência da Microsoft em apostar apenas em sistemas operacionais. Felizmente, isso é algo que finalmente acabou nos últimos anos, devido à entrada da companhia no mercado de consoles e de celulares.

Nem a Google acerta todas


Apesar de ter despontado há pouco tempo (se comparada com as empresas citadas anteriormente), a poderosa Google também já escorregou em algumas apostas de mercado bem recentes.

À primeira vista, ela parece acertar em cheio cada lançamento. Foi assim com o Docs, o sistema de buscas, o Maps, o Chrome e o Android. Dois serviços, entretanto, não caíram no gosto do público, por mais revolucionários que pudessem parecer: o Google Wave e o Google Buzz.

O Google Wave era considerado o sucessor do email, pois prometia levar a comunicação entre usuários a outro nível. Críticas e pouco público o desligaram definitivamente um ano depois do lançamento
.

Já o Google Buzz é igualmente ambicioso e também passa pelo problema do desuso, mas ainda respira. A tentativa de rede social que se integra com outros serviços da empresa passa por uma instabilidade que já não deve mais se inverter.

Cair e levantar


Apesar de todas as bolas fora que foram citadas, você encontra produtos da Apple, Microsoft e Google em todos os lugares. Para superar uma derrota e continuar brigando pelo topo do mercado, o que valeu para elas foi o velho clichê de nunca desistir.


Foi através dessa persistência em continuar apostando que as companhias conseguiram inovar, seja com novas criações ou através da melhoria de tecnologias que deram errado da primeira vez. O Windows Vista, por exemplo, foi revisto para dar lugar ao Windows 7, enquanto o Apple Newton indiretamente inspirou, décadas depois, o iPad.

Além disso, um erro acaba incentivando a criatividade dos desenvolvedores que, para evitar outro fracasso, dedicam-se ainda mais na criação do próximo produto.

Desse modo, tudo o que podemos fazer é agradecer essas companhias por não desistirem. Afinal, se a força dessas grandes empresas tivesse se perdido com o tempo, com certeza deixaríamos de aproveitar alguns dos grandes inventos da atualidade



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