Mostrando postagens com marcador Google. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Google. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 12 de julho de 2011

Qual a Velocidade da internet do Escritório do Google?


Provavelmente essa pergunta já deve ter vindo a sua cabeça, mas até pouco tempo atrás essa informação não havia sido revelada. Contudo, durante uma conversa no fórum de desenvolvimento do Chrome, um dos usuários levou a questão para um funcionário do Google que estava participando da discussão.
Por sorte o desenvolvedor era "gente boa" e fez um teste online para revelar a velocidade disponibilizada no escritório central do Google. Confira o resultado do teste na imagem abaixo:
38515
Como era de se esperar o resultado é impressionante, afinal os funcionários possuem acesso a uma internet com velocidades quase inacreditáveis, tendo pico de download em 523MB, o bastante para encher um DVD de 4,7GB em mais ou menos 10 segundos.
Provavelmente você deve estar morrendo de inveja, afinal ninguém deve ter acesso a uma internetque chegue perto dessa aqui no Brasil.
Contudo você também pode fazer o teste e ver qual é a verdadeira velocidade da sua internet (e chorar), basta entrar aqui: http://www.speedtest.net/ e depois de completar o teste copiar o código, clicando em COPY (imagem abaixo), e colá-lo nos comentários.
Sem título

Fonte: Minilua

terça-feira, 3 de maio de 2011

Polícia Sul-Coreana Faz Batida em Escritório da Google


 (Fonte da imagem: Google)

Nesta terça-feira (3 de maio), uma unidade da polícia da Coreia do Sul vasculhou o escritório da Google no país em busca de evidências que provem a captura ilegal de dados dos usuários de smartphones produzidos pela companhia.


A investigação tem como alvo um subsidiária da empresa que desenvolve aplicativos para celulares, cujo nome não foi citado. Tudo indica que o alvo das buscas seja a AdMob, plataforma para dispositivos portáteis, adquirida em 2010 pela gigante de buscas.


Segundo a polícia, a divisão da Google coletava dados pessoais através de um aplicativo sem o conhecimento dos usuários dos smartphones. Através da triangulação de sinais, seria possível estabelecer a localização exata do dono do aparelho, o que constitui uma clara violação de privacidade.


Práticas questionáveis


Não é a primeira vez que a polícia sul-coreana questiona as práticas da Google no país. Em janeiro de 2011, a empresa foi acusada de usar os serviços de mapas e imagens fornecidos pelo Google Street View para obter informações ilegais de seus usuários.
Para entender melhor a polêmica gerada pela captura de dados por grandes empresas de forma indevida, confira o artigo “Meu celular está sendo rastreado?”.


Leia mais no Baixaki

Polícia Sul-Coreana Faz Batida em Escritório da Google


 (Fonte da imagem: Google)

Nesta terça-feira (3 de maio), uma unidade da polícia da Coreia do Sul vasculhou o escritório da Google no país em busca de evidências que provem a captura ilegal de dados dos usuários de smartphones produzidos pela companhia.


A investigação tem como alvo um subsidiária da empresa que desenvolve aplicativos para celulares, cujo nome não foi citado. Tudo indica que o alvo das buscas seja a AdMob, plataforma para dispositivos portáteis, adquirida em 2010 pela gigante de buscas.


Segundo a polícia, a divisão da Google coletava dados pessoais através de um aplicativo sem o conhecimento dos usuários dos smartphones. Através da triangulação de sinais, seria possível estabelecer a localização exata do dono do aparelho, o que constitui uma clara violação de privacidade.


Práticas questionáveis


Não é a primeira vez que a polícia sul-coreana questiona as práticas da Google no país. Em janeiro de 2011, a empresa foi acusada de usar os serviços de mapas e imagens fornecidos pelo Google Street View para obter informações ilegais de seus usuários.
Para entender melhor a polêmica gerada pela captura de dados por grandes empresas de forma indevida, confira o artigo “Meu celular está sendo rastreado?”.


Leia mais no Baixaki

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Como a Google Ganha Dinheiro?



Pesquisas, email, calendário, agenda, editor de texto e YouTube. É praticamente impossível navegar na internet nos dias de hoje sem deixar de passar por ao menos um serviço mantido pela gigante Google. Presente em praticamente todos os setores da web, uma de suas principais características é o fato de oferecer seus serviços ao grande público gratuitamente.


Entretanto, pare e pense um pouco. Se todos esses serviços que você consome são gratuitos, não importando o quanto você os utiliza, como a Google consegue transformar os seus acessos em dinheiro, a ponto de se tornar uma das maiores empresas de tecnologia do mundo e, segundo o instituto de pesquisa BrandZ, a marca mais valiosa do planeta?


De clique em clique


Anúncios e relevância. Essas parecem ser as duas palavras-chave para definir o segredo por trás de um dos maiores impérios tecnológicos construídos na história da internet. Somente em 2010 o faturamento chegou à casa dos US$ 20 bilhões, com lucro líquido médio de US$ 2 bilhões a cada trimestre.


Mas se você não paga nada por isso, de onde vem o dinheiro? A lógica é simples. Além de ter criado um dos mecanismos de busca mais eficientes já existentes, o Google utiliza espaços publicitários para exibir anúncios de contexto sobre assuntos relacionados à sua busca.


No destaque, anúncios de contexto


Um exemplo: digite “floricultura Curitiba” na página de buscas. Note que, no topo dos resultados e, eventualmente, na lateral direita deles, você verá listada uma série de floriculturas e links comerciais. Para estarem presentes ali, os comerciantes pagam pelo espaço. Os valores iniciam a partir de US$ 0,01.


Cada anunciante pode determinar se quer pagar por exibição do anúncio ou apenas por clique. Os anúncios de contexto são vinculados a palavras-chave digitadas pelo usuário. Assim, não faria muito sentido exibir anúncios de floriculturas se o termo buscado foi “computadores”. O segredo está em cruzar os dados e potencializar as possibilidades de clique.


Todos ganham


Além dos anúncios de contexto serem exibidos nos resultados da busca, eles estão presentes em muitos outros espaços. Vídeos do YouTube, barra lateral e superior de sua conta do Gmail e mesmo em aplicativos para smartphones. Basta clicar para ser direcionado para o site do anunciante.


Anúncio de contexto no Gmail

Além disso, para os proprietários de sites e blogs, o programa Google AdSense é uma fonte alternativa de renda. Assim, a Google intermedeia a colocação de anunciantes em potencial diretamente nas páginas de um blog que, do contrário, dificilmente seria encontrado por grandes anunciantes.


Ao clicar em um anúncio de contexto em um blog, por exemplo, parte do valor pago pelo anunciante é destinado àquele que cede o espaço. Assim, quanto maior for o número de visualizações, potencialmente maior será o número de cliques e, consequentemente, maiores serão os ganhos de todos.


Investimentos em tecnologia


Embora a Google seja uma das empresas que oferta sempre o que há de mais inovador em termos de tecnologias, o formato publicitário adotado permanece o mesmo. A busca de novas ferramentas, e melhorias às já existentes, serve, prioritariamente, como uma forma de atrair cada vez mais usuários e fidelizá-los aos seus produtos.
Entretanto, embora a maior parte das receitas da empresa advenha desse formato, ele não é único meio pelo qual a empresa adquire capital. O investimento em novas tecnologias e a criação de produtos sob demanda para grandes empresas é outra vertente por onde a Google recebe diretamente.


Anúncio no YouTube

Funcionando como espécie de intermediário entre as soluções que o usuário precisa e os clientes em potencial que as empresas - de pequeno, médio e grande porte - pretendem atingir, a Google consegue, com sua plataforma, gerenciar de maneira eficiente cerca de 30% do volume mundial de anúncios veiculados na web.


Há espaço para crescimento?


Sim, há muito espaço. O formato, embora questionado por muitos proprietários de grandes sites, não dá mostras de esgotamento - pelo contrário. Com a ampliação da utilização de apps em televisores e também da exibição de conteúdo sob demanda para as TVs, as possibilidades de interação crescem.
Se a Google opta por atrair todo e qualquer tipo de anunciante, mesmo aqueles que estejam dispostos a pagar apenas US$ 100 por espaços publicitários em grandes sites, empresas como a Apple, por exemplo, seguem outras apostas.


Anúncio sobreposto em vídeo do YouTube

A plataforma iAd tem funcionamento similar, mas foco completamente diferenciado. Ela é voltada para peças mais interativas e diferenciadas exibidas, naturalmente, com um custo maior.


Em resumo, anúncio e relevância permanecem sendo os grandes diferenciais, independente da empresa que conduz a negociação. Aquela que melhor conseguir aliar resultado para os anunciantes e praticidade para os usuários certamente conquistará com facilidade a liderança do mercado. Pelo menos por enquanto, esse posto é da Google.


Leia mais no Baixaki

Como a Google Ganha Dinheiro?



Pesquisas, email, calendário, agenda, editor de texto e YouTube. É praticamente impossível navegar na internet nos dias de hoje sem deixar de passar por ao menos um serviço mantido pela gigante Google. Presente em praticamente todos os setores da web, uma de suas principais características é o fato de oferecer seus serviços ao grande público gratuitamente.


Entretanto, pare e pense um pouco. Se todos esses serviços que você consome são gratuitos, não importando o quanto você os utiliza, como a Google consegue transformar os seus acessos em dinheiro, a ponto de se tornar uma das maiores empresas de tecnologia do mundo e, segundo o instituto de pesquisa BrandZ, a marca mais valiosa do planeta?


De clique em clique


Anúncios e relevância. Essas parecem ser as duas palavras-chave para definir o segredo por trás de um dos maiores impérios tecnológicos construídos na história da internet. Somente em 2010 o faturamento chegou à casa dos US$ 20 bilhões, com lucro líquido médio de US$ 2 bilhões a cada trimestre.


Mas se você não paga nada por isso, de onde vem o dinheiro? A lógica é simples. Além de ter criado um dos mecanismos de busca mais eficientes já existentes, o Google utiliza espaços publicitários para exibir anúncios de contexto sobre assuntos relacionados à sua busca.


No destaque, anúncios de contexto


Um exemplo: digite “floricultura Curitiba” na página de buscas. Note que, no topo dos resultados e, eventualmente, na lateral direita deles, você verá listada uma série de floriculturas e links comerciais. Para estarem presentes ali, os comerciantes pagam pelo espaço. Os valores iniciam a partir de US$ 0,01.


Cada anunciante pode determinar se quer pagar por exibição do anúncio ou apenas por clique. Os anúncios de contexto são vinculados a palavras-chave digitadas pelo usuário. Assim, não faria muito sentido exibir anúncios de floriculturas se o termo buscado foi “computadores”. O segredo está em cruzar os dados e potencializar as possibilidades de clique.


Todos ganham


Além dos anúncios de contexto serem exibidos nos resultados da busca, eles estão presentes em muitos outros espaços. Vídeos do YouTube, barra lateral e superior de sua conta do Gmail e mesmo em aplicativos para smartphones. Basta clicar para ser direcionado para o site do anunciante.


Anúncio de contexto no Gmail

Além disso, para os proprietários de sites e blogs, o programa Google AdSense é uma fonte alternativa de renda. Assim, a Google intermedeia a colocação de anunciantes em potencial diretamente nas páginas de um blog que, do contrário, dificilmente seria encontrado por grandes anunciantes.


Ao clicar em um anúncio de contexto em um blog, por exemplo, parte do valor pago pelo anunciante é destinado àquele que cede o espaço. Assim, quanto maior for o número de visualizações, potencialmente maior será o número de cliques e, consequentemente, maiores serão os ganhos de todos.


Investimentos em tecnologia


Embora a Google seja uma das empresas que oferta sempre o que há de mais inovador em termos de tecnologias, o formato publicitário adotado permanece o mesmo. A busca de novas ferramentas, e melhorias às já existentes, serve, prioritariamente, como uma forma de atrair cada vez mais usuários e fidelizá-los aos seus produtos.
Entretanto, embora a maior parte das receitas da empresa advenha desse formato, ele não é único meio pelo qual a empresa adquire capital. O investimento em novas tecnologias e a criação de produtos sob demanda para grandes empresas é outra vertente por onde a Google recebe diretamente.


Anúncio no YouTube

Funcionando como espécie de intermediário entre as soluções que o usuário precisa e os clientes em potencial que as empresas - de pequeno, médio e grande porte - pretendem atingir, a Google consegue, com sua plataforma, gerenciar de maneira eficiente cerca de 30% do volume mundial de anúncios veiculados na web.


Há espaço para crescimento?


Sim, há muito espaço. O formato, embora questionado por muitos proprietários de grandes sites, não dá mostras de esgotamento - pelo contrário. Com a ampliação da utilização de apps em televisores e também da exibição de conteúdo sob demanda para as TVs, as possibilidades de interação crescem.
Se a Google opta por atrair todo e qualquer tipo de anunciante, mesmo aqueles que estejam dispostos a pagar apenas US$ 100 por espaços publicitários em grandes sites, empresas como a Apple, por exemplo, seguem outras apostas.


Anúncio sobreposto em vídeo do YouTube

A plataforma iAd tem funcionamento similar, mas foco completamente diferenciado. Ela é voltada para peças mais interativas e diferenciadas exibidas, naturalmente, com um custo maior.


Em resumo, anúncio e relevância permanecem sendo os grandes diferenciais, independente da empresa que conduz a negociação. Aquela que melhor conseguir aliar resultado para os anunciantes e praticidade para os usuários certamente conquistará com facilidade a liderança do mercado. Pelo menos por enquanto, esse posto é da Google.


Leia mais no Baixaki

As Mancadas Das Gigantes da Informática





Alguns dos maiores impérios da humanidade não sobreviveram através da História porque cometeram erros mortais para a civilização, consolidada após anos de desenvolvimento e conquistas. Os problemas sociais e as crises políticas aos poucos destruíram a poderosa Roma, enquanto Napoleão viu quase um continente inteiro escapar de suas mãos por estratégias mal-executadas.

Esse tipo de situação pode ser aplicado também às empresas de tecnologia. Tente imaginar o problema: depois de décadas de lançamentos no mercado, conquista de público e novas descobertas na área, algumas decisões mal tomadas ou produtos de baixa qualidade podem derrubar toda a estrutura que garantia o sucesso em vendas e crítica.
Impérios virtuais como Microsoft, Apple e Google não estão no topo por acaso: mesmo cometendo algumas bolas fora de vez em quando, todas conseguiram contornar os deslizes, mantendo-se vivas com acertos que se sobrepõem às mancadas.

Avalanche de maçãs


Atualmente, a Apple é incontestável no mercado de eletrônicos. Um dos motivos é que seus acertos não estão concentrados apenas em uma área, mas se situam em vários blocos, desde os computadores Mac até aparelhos portáteis como o iPhone o iPad.
Mesmo assim, a estabilidade da empresa de Steve Jobs com relação às finanças e críticas recebidas é recente. Nas décadas de 1980 e 1990, a Apple ficou marcada por diversos lançamentos equivocados, acumulando problemas que ultrapassam apenas a falta de lucros, gerando uma lista imensa de produtos que pararam de ser fabricados não por terem sido superados, mas por apresentarem falhas em excesso.
Imediatamente após o lançamento de um grande produto, outras apostas eram feitas e não chegavam perto dos números do seu antecessor. Alguns casos mais graves nem sequer saíram da fase de testes, por exemplo. Imagine a situação: a empresa mobilizava dezenas de funcionários, milhões de dólares e anos de desenvolvimento para jogar tudo fora logo em seguida.

Foi o caso do Macintosh Office, que deveria incluir três itens essenciais para o trabalho em um escritório: uma rede de área local, outra de servidor de arquivos e uma impressora a laser, tudo novidade na época. Só a impressora conseguiu vingar, enquanto os demais apresentaram problemas, como requisitos muito altos para rodar, sendo logo descartados ou pouco vendidos.

Outro desastre clássico é o Apple III. Lançado para pegar a onda de vendas da versão anterior, o eletrônico apresentou uma infinidade de problemas, desde a falta de softwares disponíveis até um superaquecimento que poderia comprometer todo o aparelho. A empresa foi obrigada a realizar um recall de 14 mil computadores e até devolver algumas unidades de graça.


Um pouco mais famoso, o Lisa também é uma mancha na memória da companhia. Suas configurações eram avançadas para a época e o projeto tinha tudo para ser um sucesso. O que pesou foi seu preço: 10 mil dólares por unidade, ocasionando vendas baixas e um estoque de sobra, que, segundo uma biografia não oficial da empresa, foi enterrado no Estado norte-americano de Utah.

O próprio Macintosh, primeiro grande hit da Apple, quase teve destino semelhante: o aumento em 1 mil dólares no preço fez com que as vendas ficassem extremamente abaixo da média estipulada por Steve Jobs. O motivo para ter que pagar quase US$ 2,5 mil num Macintosh? A companhia precisava recuperar o dinheiro gasto na extensa campanha publicitária do produto.
Outro caso conhecido é o Apple Newton, que possuía funções de agenda eletrônica e tela sensível a toque. Lembrou-se de alguma coisa? Precursor dos tablets, o Newton demandou gastos altíssimos de tempo (11 anos), dinheiro (100 milhões de dólares) e funcionários (um setor inteiro da empresa), mas mal saiu do lugar. Os poucos modelos lançados com essa plataforma foram um fiasco em vendas, pois não interessaram o público na época.

Uma tela azul no meio do caminho


Microsoft conquistou, ao longo dos anos, uma fama de que seus produtos são alvos constantes de falhas. Injustiça ou não, motivos não faltam: até mesmo em apresentações oficiais as telas indicando problemas no sistema já surgiram, para constrangimento geral dos presentes e dos membros da empresa. Um exemplo é uma apresentação do Windows 98, na qual o próprio Bill Gates estava presente para acompanhar a mancada.


Outro aspecto que ficará marcado é o Windows Vista que, lançado às pressas e sem todas as correções necessárias, apresentava em seu início inúmeros erros de segurança e compatibilidade. Desse modo, muita gente permaneceu com o Windows XP por mais tempo do que o esperado – ou migrou diretamente para o Windows 7, lançamento seguinte da Microsoft.

Já a tela azul da morte, que assombra até hoje os usuários de Windows, é o principal medo de quem foi sempre fiel aos sistemas operacionais da Microsoft. Se removê-la não é possível, ao menos deixá-la mais amigável e menos constante poderia amenizar o problema.

 
(Fonte da imagem: Wikimedia Commons)

Além disso, o navegador Internet Explorer foi acostumado a ter o monopólio na área, mas perdeu mercado para os fortes concorrentes que surgiram, como o Firefox, o Chrome e o Opera.

Por fim, há também a insistência da Microsoft em apostar apenas em sistemas operacionais. Felizmente, isso é algo que finalmente acabou nos últimos anos, devido à entrada da companhia no mercado de consoles e de celulares.

Nem a Google acerta todas


Apesar de ter despontado há pouco tempo (se comparada com as empresas citadas anteriormente), a poderosa Google também já escorregou em algumas apostas de mercado bem recentes.

À primeira vista, ela parece acertar em cheio cada lançamento. Foi assim com o Docs, o sistema de buscas, o Maps, o Chrome e o Android. Dois serviços, entretanto, não caíram no gosto do público, por mais revolucionários que pudessem parecer: o Google Wave e o Google Buzz.

O Google Wave era considerado o sucessor do email, pois prometia levar a comunicação entre usuários a outro nível. Críticas e pouco público o desligaram definitivamente um ano depois do lançamento
.

Já o Google Buzz é igualmente ambicioso e também passa pelo problema do desuso, mas ainda respira. A tentativa de rede social que se integra com outros serviços da empresa passa por uma instabilidade que já não deve mais se inverter.

Cair e levantar


Apesar de todas as bolas fora que foram citadas, você encontra produtos da Apple, Microsoft e Google em todos os lugares. Para superar uma derrota e continuar brigando pelo topo do mercado, o que valeu para elas foi o velho clichê de nunca desistir.


Foi através dessa persistência em continuar apostando que as companhias conseguiram inovar, seja com novas criações ou através da melhoria de tecnologias que deram errado da primeira vez. O Windows Vista, por exemplo, foi revisto para dar lugar ao Windows 7, enquanto o Apple Newton indiretamente inspirou, décadas depois, o iPad.

Além disso, um erro acaba incentivando a criatividade dos desenvolvedores que, para evitar outro fracasso, dedicam-se ainda mais na criação do próximo produto.

Desse modo, tudo o que podemos fazer é agradecer essas companhias por não desistirem. Afinal, se a força dessas grandes empresas tivesse se perdido com o tempo, com certeza deixaríamos de aproveitar alguns dos grandes inventos da atualidade



Leia mais no Baixaki

As Mancadas Das Gigantes da Informática





Alguns dos maiores impérios da humanidade não sobreviveram através da História porque cometeram erros mortais para a civilização, consolidada após anos de desenvolvimento e conquistas. Os problemas sociais e as crises políticas aos poucos destruíram a poderosa Roma, enquanto Napoleão viu quase um continente inteiro escapar de suas mãos por estratégias mal-executadas.

Esse tipo de situação pode ser aplicado também às empresas de tecnologia. Tente imaginar o problema: depois de décadas de lançamentos no mercado, conquista de público e novas descobertas na área, algumas decisões mal tomadas ou produtos de baixa qualidade podem derrubar toda a estrutura que garantia o sucesso em vendas e crítica.
Impérios virtuais como Microsoft, Apple e Google não estão no topo por acaso: mesmo cometendo algumas bolas fora de vez em quando, todas conseguiram contornar os deslizes, mantendo-se vivas com acertos que se sobrepõem às mancadas.

Avalanche de maçãs


Atualmente, a Apple é incontestável no mercado de eletrônicos. Um dos motivos é que seus acertos não estão concentrados apenas em uma área, mas se situam em vários blocos, desde os computadores Mac até aparelhos portáteis como o iPhone o iPad.
Mesmo assim, a estabilidade da empresa de Steve Jobs com relação às finanças e críticas recebidas é recente. Nas décadas de 1980 e 1990, a Apple ficou marcada por diversos lançamentos equivocados, acumulando problemas que ultrapassam apenas a falta de lucros, gerando uma lista imensa de produtos que pararam de ser fabricados não por terem sido superados, mas por apresentarem falhas em excesso.
Imediatamente após o lançamento de um grande produto, outras apostas eram feitas e não chegavam perto dos números do seu antecessor. Alguns casos mais graves nem sequer saíram da fase de testes, por exemplo. Imagine a situação: a empresa mobilizava dezenas de funcionários, milhões de dólares e anos de desenvolvimento para jogar tudo fora logo em seguida.

Foi o caso do Macintosh Office, que deveria incluir três itens essenciais para o trabalho em um escritório: uma rede de área local, outra de servidor de arquivos e uma impressora a laser, tudo novidade na época. Só a impressora conseguiu vingar, enquanto os demais apresentaram problemas, como requisitos muito altos para rodar, sendo logo descartados ou pouco vendidos.

Outro desastre clássico é o Apple III. Lançado para pegar a onda de vendas da versão anterior, o eletrônico apresentou uma infinidade de problemas, desde a falta de softwares disponíveis até um superaquecimento que poderia comprometer todo o aparelho. A empresa foi obrigada a realizar um recall de 14 mil computadores e até devolver algumas unidades de graça.


Um pouco mais famoso, o Lisa também é uma mancha na memória da companhia. Suas configurações eram avançadas para a época e o projeto tinha tudo para ser um sucesso. O que pesou foi seu preço: 10 mil dólares por unidade, ocasionando vendas baixas e um estoque de sobra, que, segundo uma biografia não oficial da empresa, foi enterrado no Estado norte-americano de Utah.

O próprio Macintosh, primeiro grande hit da Apple, quase teve destino semelhante: o aumento em 1 mil dólares no preço fez com que as vendas ficassem extremamente abaixo da média estipulada por Steve Jobs. O motivo para ter que pagar quase US$ 2,5 mil num Macintosh? A companhia precisava recuperar o dinheiro gasto na extensa campanha publicitária do produto.
Outro caso conhecido é o Apple Newton, que possuía funções de agenda eletrônica e tela sensível a toque. Lembrou-se de alguma coisa? Precursor dos tablets, o Newton demandou gastos altíssimos de tempo (11 anos), dinheiro (100 milhões de dólares) e funcionários (um setor inteiro da empresa), mas mal saiu do lugar. Os poucos modelos lançados com essa plataforma foram um fiasco em vendas, pois não interessaram o público na época.

Uma tela azul no meio do caminho


Microsoft conquistou, ao longo dos anos, uma fama de que seus produtos são alvos constantes de falhas. Injustiça ou não, motivos não faltam: até mesmo em apresentações oficiais as telas indicando problemas no sistema já surgiram, para constrangimento geral dos presentes e dos membros da empresa. Um exemplo é uma apresentação do Windows 98, na qual o próprio Bill Gates estava presente para acompanhar a mancada.


Outro aspecto que ficará marcado é o Windows Vista que, lançado às pressas e sem todas as correções necessárias, apresentava em seu início inúmeros erros de segurança e compatibilidade. Desse modo, muita gente permaneceu com o Windows XP por mais tempo do que o esperado – ou migrou diretamente para o Windows 7, lançamento seguinte da Microsoft.

Já a tela azul da morte, que assombra até hoje os usuários de Windows, é o principal medo de quem foi sempre fiel aos sistemas operacionais da Microsoft. Se removê-la não é possível, ao menos deixá-la mais amigável e menos constante poderia amenizar o problema.

 
(Fonte da imagem: Wikimedia Commons)

Além disso, o navegador Internet Explorer foi acostumado a ter o monopólio na área, mas perdeu mercado para os fortes concorrentes que surgiram, como o Firefox, o Chrome e o Opera.

Por fim, há também a insistência da Microsoft em apostar apenas em sistemas operacionais. Felizmente, isso é algo que finalmente acabou nos últimos anos, devido à entrada da companhia no mercado de consoles e de celulares.

Nem a Google acerta todas


Apesar de ter despontado há pouco tempo (se comparada com as empresas citadas anteriormente), a poderosa Google também já escorregou em algumas apostas de mercado bem recentes.

À primeira vista, ela parece acertar em cheio cada lançamento. Foi assim com o Docs, o sistema de buscas, o Maps, o Chrome e o Android. Dois serviços, entretanto, não caíram no gosto do público, por mais revolucionários que pudessem parecer: o Google Wave e o Google Buzz.

O Google Wave era considerado o sucessor do email, pois prometia levar a comunicação entre usuários a outro nível. Críticas e pouco público o desligaram definitivamente um ano depois do lançamento
.

Já o Google Buzz é igualmente ambicioso e também passa pelo problema do desuso, mas ainda respira. A tentativa de rede social que se integra com outros serviços da empresa passa por uma instabilidade que já não deve mais se inverter.

Cair e levantar


Apesar de todas as bolas fora que foram citadas, você encontra produtos da Apple, Microsoft e Google em todos os lugares. Para superar uma derrota e continuar brigando pelo topo do mercado, o que valeu para elas foi o velho clichê de nunca desistir.


Foi através dessa persistência em continuar apostando que as companhias conseguiram inovar, seja com novas criações ou através da melhoria de tecnologias que deram errado da primeira vez. O Windows Vista, por exemplo, foi revisto para dar lugar ao Windows 7, enquanto o Apple Newton indiretamente inspirou, décadas depois, o iPad.

Além disso, um erro acaba incentivando a criatividade dos desenvolvedores que, para evitar outro fracasso, dedicam-se ainda mais na criação do próximo produto.

Desse modo, tudo o que podemos fazer é agradecer essas companhias por não desistirem. Afinal, se a força dessas grandes empresas tivesse se perdido com o tempo, com certeza deixaríamos de aproveitar alguns dos grandes inventos da atualidade



Leia mais no Baixaki

domingo, 1 de maio de 2011

Chrome 11 Suporta Entrada de Voz e Ganha Novo Logotipo

Uma nova versão do navegador da Google acaba de desembarcar no canal estável. Como sempre acontece, a atualização traz melhorias, algumas novidades e vários bugs a menos. Se o Chrome é seu navegador padrão, instale agora mesmo a versão 11 acessando o menu e clicando em “Sobre o Google Chrome”.



A mudança mais visível do Chrome 11 é a atualização da velha logomarca, usada desde meados de 2008 com a primeira versão do navegador. O novo ícone deixa de lado o efeito esférico tridimensional de uma Pokebola para dar lugar a contornos mais suaves e delicados — e, verdade seja dita, está muito parecido com o logotipo da TV Cabo Branco, da Paraíba.
Além das 25 correções de bugs, as quais fizeram a Google desembolsar mais de 16 mil dólares em recompensas, o Chrome trouxe apenas uma novidade: suporte a entrada de voz. A tecnologia faz uso do HTML5 e permite que você entre com um texto falando no microfone. O recurso ainda é pouco utilizado e carece de melhorias, mas para testá-lo basta acessar o Google Tradutor.
Se você ficou interessado em testar o Chrome pela primeira vez, saiba que o navegador está disponível em quatro canais: Estável, versão final pronta para uso (recomendada); Beta, onde novos recursos são testados; Dev, geralmente mais avançada em relação aos canais anteriores, com novidades exclusivas, mas algumas vezes problemático e instável; e Canary build, praticamente idêntico a anterior mas pode ser instalado em paralelo com a versão estável.

Chrome 11 Suporta Entrada de Voz e Ganha Novo Logotipo

Uma nova versão do navegador da Google acaba de desembarcar no canal estável. Como sempre acontece, a atualização traz melhorias, algumas novidades e vários bugs a menos. Se o Chrome é seu navegador padrão, instale agora mesmo a versão 11 acessando o menu e clicando em “Sobre o Google Chrome”.



A mudança mais visível do Chrome 11 é a atualização da velha logomarca, usada desde meados de 2008 com a primeira versão do navegador. O novo ícone deixa de lado o efeito esférico tridimensional de uma Pokebola para dar lugar a contornos mais suaves e delicados — e, verdade seja dita, está muito parecido com o logotipo da TV Cabo Branco, da Paraíba.
Além das 25 correções de bugs, as quais fizeram a Google desembolsar mais de 16 mil dólares em recompensas, o Chrome trouxe apenas uma novidade: suporte a entrada de voz. A tecnologia faz uso do HTML5 e permite que você entre com um texto falando no microfone. O recurso ainda é pouco utilizado e carece de melhorias, mas para testá-lo basta acessar o Google Tradutor.
Se você ficou interessado em testar o Chrome pela primeira vez, saiba que o navegador está disponível em quatro canais: Estável, versão final pronta para uso (recomendada); Beta, onde novos recursos são testados; Dev, geralmente mais avançada em relação aos canais anteriores, com novidades exclusivas, mas algumas vezes problemático e instável; e Canary build, praticamente idêntico a anterior mas pode ser instalado em paralelo com a versão estável.

sábado, 30 de abril de 2011

A História do Google


Serviços online, redes sociais, sistema de anúncios e uma centena de outras funções e possibilidades. Todas elas foram originadas por dois rapazes que cursavam a Universidade de Stanford. Larry Page e Sergey Brin começam a discutir ideias e chegam à conclusão de que a busca por informações poderia a ajudar a organizar as páginas. E como todo bom universitário, os recursos para a estruturação de qualquer negócio não eram lá muito grandes.

Por isso, o BackRub – o avô do Google que conhecemos hoje – teve seu ponta pé inicial em 1996 a partir de computadores compatíveis com a renda dos dois rapazes. Até então, a Internet não possuía ferramentas tão eficazes para a localização de conteúdos a partir de palavras chave. Dois anos depois, tudo já corria muito bem para Page e Brin. Nessa época o site já se chamava Google.

  Logo do BackRub, ancestral do Google que conhecemos hoje.

Mas de onde vem esse nome?

De acordo com as informações do site oficial do buscador, um “Googol” corresponde a um termo da matemática que designa um número 1 seguido de 100 zeros. Pode-se ver uma boa representação disso no rodapé das páginas de busca do Google. O marcador de páginas de resultados consiste em um “G” com vários “o”, de modo que a busca fique organizada.

O nome Google originou-se de um termo matemático -

Primeiros investimentos

Com o crescimento explosivo da página de buscas, o Google já armazenava um Terabyte nos anos de 1998 – uma soma assombrosa para a época.  Desde o seu início, a gigante da Internet já tinha na sua estrutura física o conforto. Na época, o escritório do Google era o quarto de um dos rapazes. Talvez o estilo despojado de organizar seu “quartel general” guarde resquícios dessa época.

Com o cheque, a empresa pode crescer e continuar se desenvolvendo.

Entretanto, os gastos com equipamentos, recursos e uma série de outras necessidades já estavam criando dívidas que ultrapassavam a capacidade de Page e Brin de levar o negócio adiante. O alívio chega junto com um cheque de US$ 100 mil, endereçado à “Google Inc.”. Nisso surgia a necessidade de tornar-se realmente uma empresa. Do contrário, o cheque não poderia ser compensado e a situação da dupla iria ficar muito complicada.

Larry Page e Sergey Brin são os co-fundadores da gigante da Internet.

Um outro aspecto que deve ser levado em conta é o consumo de banda que o site tomava logo nos seus primeiros anos de vida. O BackRub e o primeiro Google foram hospedados na rede da Universidade de Stanford. Sempre que as requisições de buscas chegavam ao site, toda a Internet da universidade era comprometida devido aos grandes acessos que o buscador
recebia.

Os funcionários do Google contam com restaurantes dentro da empresa!

Depois desse investimento inicial as coisas começam a progredir de uma maneira muito rápida. Logo em setembro de 1998 a dupla já havia contratado seu primeiro funcionário, um colega de faculdade, Craig Silverstein. As mudanças de sede foram bastante frequentes nos últimos anos da década de 1990, assim como as contratações. Em novembro de 1999 a empresa contrata o seu quadragésimo primeiro (41º) funcionário, o chef Charlie Ayers.

2000 razões para crescer

O início do ano 2000 foi marcado pelo ritmo acelerado de crescimento da empresa de Page e Brin. Em maio desse ano o site ganha versões em dez outros idiomas além do inglês: Francês, Alemão, Italiano, Sueco, Finlandês, Espanhol, Português, Holandês, Norueguês e Dinamarquês. Atém mesmo o Yahoo!, que até então era um dos mais utilizados buscadores no mundo, reconheceu o potencial da startup dos rapazes de Stanford e estabeleceram uma parceria na qual o Google seria o provedor de buscas do grande portal.

Nesse mesmo mês de Junho de 2000 a empresa anuncia o seu primeiro bilhão de URLs indexadas. Em setembro o número de línguas suportadas pelo Google chega a 15 com o acréscimo dos idiomas Japonês, Chinês e Coreano. Anos mais tarde, os chineses começam a bloquear conteúdos fornecidos pelo buscador e até chegam a pedir que o acesso a conteúdos internacionais seja bloqueado.

Os resultados das buscas podem ser exibidos nos mais diversos idiomas! Basta selecionar!

Contudo, é no final do ano 2000 e início do terceiro milênio (2001) que o Google começa a fazer suas primeiras aquisições e tornar-se a incorporadora e produtora de serviços e produtos para internet. Em fevereiro do primeiro ano do século XXI, o Google compra o “Usenet Discussion Service” da Deja.com já com 500 milhões de discussões, tópicos e várias conversas arquivadas desde 1995 e institui melhorias no serviço para lançá-lo como “Google Groups” (Google Grupos).

O Google Groups foi a primeira aquisição da empresa e logo se tornou um sucesso!

Em julho desse mesmo ano o serviço de busca por imagens indexadas pelo Google já é disponibilizado com mais de 250 milhões de imagens a serem consultadas a qualquer momento por qualquer pessoa. Uma boa notícia chega para os usuários da América Latina no mês de outubro: uma parceria estabelecida entre Google e Universo Online (UOL) trouxe o serviço para o nosso lado do mundo. Hoje esse acordo já não existe mais, porém o Google conseguiu desbancar com bastante força buscadores que vinham ganhando força no Brasil, como o Cadê?, hoje incorporado pela Yahoo!.

Ao final de 2001 o banco de URLs indexadas pelo Google já alcançava os sonoros 3 bilhões de documentos virtuais. Hoje esse número já passa dos 8 bilhões de endereços.

Fevereiro de 2002 é um ano importante para todos que já construíam seus blogs web afora. O Google adquire mais uma empresa, dessa vez a Pyra Labs, responsável pelo desenvolvimento da ferramenta Blogger. No mês seguinte, uma ferramenta viria a auxiliar a renda desses blogueiros e também dos donos de sites: o AdSense.

Com o AdSense blogueiros e donos de sites podem gerar receita em conjuto com o Google!

Lançado em março, o serviço visava fornecer anúncios aos usuários cadastrados para que ajudassem a divulgar os clientes de publicidade para os quais o Google vendia espaço. Assim, cada um que tivesse cliques computados nos Anúncios Google ganharia uma fatia do rendimento proporcional aos lucros obtidos.

Pesquise livros e econtre aquilo que você precisava para o seu trabalho!

O final de 2002 é marcado pelo lançamento do Google Print, o que hoje conhecemos como Google Books. O serviço possui diversos arquivos em PDF contendo trechos de livros cujos direitos autorais limitam a exibição completa. Entretanto, é uma ajuda excelente para universitários e estudantes em geral.

A invasão das ferramentas sociais

Pode-se dizer que 2004 é um dos anos mais marcantes para os brasileiros dentro da história do Google. É nesse ano que o turco Orkut Buyukkokten, funcionário da empresa, desenvolve uma ferramenta de relacionamento social entre usuários da internet. No início, era preciso receber um convite de alguém que já fosse membro da rede para poder participar.

O Orkut é a rede social mais acessada no Brasil e mais de 40% dos seus usuários corresponde ao nosso país.

Contudo, isso não foi motivo para que o site não se tornasse popular no Brasil. Ter um convite para acessar o Orkut na sua caixa de emails era sinal de status. Portanto, quem fosse parte da rede já possuía um “diferencial” em relação aos outros usuários da web.

Entretanto, com a explosão de popularidade da rede social no Brasil, vários problemas começaram a aparecer. Desde crimes virtuais como a pirataria de jogos, softwares e outros produtos, o relacionamento virtual entre as pessoas acabou desencadeando em algumas comunidades de apoio ao crime organizado, tráfico de drogas e a pedofilia.

Diga não à pedofilia na Internet! Denuncie perfis criminosos!

Por essas razões, cada vez mais o número de pedidos de quebra de sigilo feitos pela Polícia Federal aumentava para que as investigações pudessem ser feitas e os responsáveis devidamente encaminhados à Justiça. Ao levar em conta essas requisições, o Google decidiu passar a gerência do Orkut para a filial brasileira da empresa em Minas Gerais.

Logo depois do lançamento dessa ferramenta social, o Google decide fazer incursões no mundo dos serviços de email. O nome escolhido para o tal serviço é Gmail, que começou como “Giga email” devido à capacidade de armazenamento, porém cabe dizer que o serviço pode ser chamado de “Google email”. Assim como o Orkut, o Gmail também exigia o recebimento de um convite para que o usuário pudesse ter uma conta.

Os aplicativos Google trazem ao usuário bons níveis de comodidade.

Mais tarde ferramentas como Google Earth, Google Talk, Google Reader, Google Analytics e uma série de outros serviços foram lançados, compondo a carteira de incorporações e produções próprias da empresa. Agora, o quarto de faculdade se tornou algo muito maior chamado “Googleplex” e fica nos Estados Unidos.

Google + YouTube

Sem dúvida o episódio da compra do serviço de compartilhamento de vídeos YouTube em outubro de 2006 pela “bagatela” de US$ 1,65 bilhões é um dos mais marcantes dos últimos anos, quando falamos em aquisições de ferramentas online. No momento da negociação, o site de vídeos completava cerca de um ano de funcionamento e hoje é uma das maiores formas de expressão audiovisual independente do mundo.

A Google desenbolsou 1,65 bilhões de dólares pela compra do YouTube!

Um exemplo fortíssimo é o usuário “CitizenTube” que nos últimos dias tem publicado vídeos das manifestações políticas do Irã devido às denúncias eleitorais contra o atual presidente Mahmud Ahmadinejad. Isso acontece porque as mídias locais e internacionais foram impedidas de noticiar qualquer ponto que mostre manifestações. O que você assiste nos telejornais à noite tem grandes chances de ter sido retirado do YouTube.

O CitizenTube é responsável por postar e agregar vídeos que você não veria na televisão aberta!

Assim como o Orkut e o Gmail, o YouTube é um dos maiores sucessos do Google. No início, a maioria dos usuários o via como uma maneira de se divertir e esquecer alguns problemas do dia-a-dia assim como fazem com a televisão. Contudo, alguns outros usuários passaram a perceber a importância política e social da ferramenta para divulgar informações relevantes sobre manifestações e uma imensa variedade de outras funções. De diversão, o YouTube passou a ser um veículo de informação.

Seu navegador, seu escritório

Os conceitos de ter tudo o que você precisa onde você estiver são levados à sério quando se fala de grande parte dos produtos Google. Prova incontestável disso é o Google Docs, suíte de aplicativos de escritório completamente online. Nela é possível abrir documentos com extensões .DOC, .XLS e .PPT. Porém, seguindo a linha de crescimento e aposta em boas ideias, o Google Docs é uma repaginação de um serviço que já existia chamado Writely, que executava conversões online de arquivos do Word em qualquer navegador.

Armazene seus documentos todos na sua Conta Google!

Outro aspecto importantíssimo para empresários do ramo web ou até mesmo aqueles que possuem sites de suas empresas é o controle de visitas e acessos. Nada melhor do que contar com relatórios completos, contendo informações valiosíssimas como palavras chave pelas quais o seu site é acessado, taxa de rejeição dos usuários e uma série de outros pontos que são detalhadamente tratados nos relatórios do Google Analytics.


Tenha relatórios detalhadíssimos com o Google Analytics!

O serviço também é gratuito e basta que o usuário faça o cadastro da sua URL e instale um código do Google para que o site seja reconhecido pelo indexador de resultados da empresa. Depois, basta acompanhar os gráficos e até mesmo personalizar os relatórios com as informações mais relevantes para o seu site.

Você está no mapa?

As ferramentas de localização geográfica do Google também são muito atrativas e funcionais. Um bom exemplo está nos serviços Google Earth, Google Maps e Google Street. Quem nunca sonhou em acordar no Brasil, visitar Paris e depois de cinco minutos estar na Austrália, por exemplo? Com o Google Earth é fácil ver os mais variados países a partir do espaço. Com os atuais complementos desenvolvidos para este software, é possível explorar a superfície lunar e até mesmo de Marte!

Visite o mundo com apenas alguns cliques!

Ao fechar a nossa escala de espaço, encontramos o serviço de mapas urbanos que permitem traçar rotas entre pontos, localizar endereços e uma série de outras possibilidades – o Google Maps. Além disso, as formas de locomoção são levadas em conta. Se você pretende cruzar a cidade a pé, o mapa apontará um caminho que facilite a sua caminhada; se for de carro, o Google Maps irá levar em consideração a direção das ruas.

Encontre o melhor caminho e saiba o que acontece naquela determinada rua!

A última instância de proximidade com as pessoas é o Google Street View. O serviço que ainda não chegou ao Brasil fotografa acontecimentos nas ruas e coloca as imagens em marcadores nos mapas do Google Maps. O serviço funciona da seguinte maneira: um carro passa fotografando o que está acontecendo de interessante em alguma rua ou quadra de uma cidade. Ainda não há previsão de chegada do serviço ao Brasil.

O Googleplex


Nos últimos anos o Google criou diversas filiais pelo mundo. Veja algumas delas nas imagens abaixo:

Filial Google em Dublin - IrlandaFilial Google em Zurich - Suíça
Filial Google na HolandaFilial Google em Chicago - Estados Unidos


Agora que você conhece a história da maior empresa de Internet da atualidade é hora de contar quais foram as suas impressões. O que você mais gosta no Google? Conte para a gente no seu comentário sobre os seus serviços favoritos que o empreendimento de Page e Brin! Como essas ferramentas auxiliam no seu dia-a-dia?

Leia mais no Baixaki

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More

 
Powered by Equipe BrLoads