Mostrando postagens com marcador Hardware. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Hardware. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Superaquecimento do chip A5 Atrasa Lançamento do iPhone 5


Um texto publicado na última quinta-feira (14 de julho) pelo site chinês Sohu.com indica que o superaquecimento do processador A5 é responsável pelo atraso no lançamento do iPhone 5. Segundo uma fonte não identificada, o chip estaria tendo problemas em se adaptar ao espaço menor disponível no smartphone, o que obrigou a Apple a adiar sua produção.
Essa seria a motivação por trás do lançamento do iPhone 4S, dispositivo que deve trazer algumas melhorias de hardware em relação à versão atual do portátil. O lançamento dessa versão ligeiramente aprimorada serviria tanto como uma forma de manter o nome da empresa ativo no mercado de telefonia, quanto como uma alternativa para ganhar mais tempo para desenvolver o iPhone 5.

Processador A6 deve ganhar novo fabricante

Informações publicadas nesta sexta-feira por Jonny Edwards, do site Computerworld, dão conta de que a Taiwan Semiconductor Manufacturing Co. (TSMC) já estaria realizando os primeiros testes com o processador A6 da Apple. Com isso, fica clara a intenção da empresa de Cupertino em diminuir o número de componentes que utilizam tecnologias fabricadas pela Samsung.
Segundo as fontes consultadas por Edwards, o novo processador usará o processo de fabricação em 28 nanômetros. A expectativa é de que a novidade seja 30% mais poderosa que a geração anterior, com redução no consumo de energia na casa dos 50%. As informações sobre o novo chip ainda são bastante escassas, e há a possibilidade de o dispositivo trabalhar tanto com 2 núcleos quanto apostar em uma arquitetura quad-core.
Montagem tenta prever visual do iPhone 5 (Fonte da imagem: Sohu.com)
O A6 deve contar com um design 3D constituído de várias camadas interligadas entre si, que garantem maior desempenho ao mesmo tempo em que eliminam problemas de superaquecimento. A tecnologia se difere daquela usada pela Intel, que usa transistores 3D e tem como foco inicial os processadores Ivy Bridge.
O novo processador deve contar com poder suficiente para se tornar uma alternativa viável na produção da linha MacBook Air. Caso isso se confirme, pode significar que, em um futuro próximo, a Apple pode abandonar a parceria firmada com a Intel para garantir o bom desempenho de seus produtos.
Fonte: Tecmundo

Veja Como Pode ser o PlayStation 4


Embora a Sony afirme que o sucessor do PlayStation 3 não deve surgir antes do ano 2016, isso não impede que já comecem a imaginar o visual e recursos do próximo aparelho da companhia. O modelo desenvolvido por Joseph Dumary aposta em um design parecido com o atual, em um dispositivo em que 60% dos materiais utilizados podem ser reciclados.
Para economizar energia, o designer apostou em um método chamado ECO Restart, no qual nenhuma eletricidade é utilizada quando o aparelho entra em standby. O método também garante uma forma de salvar automaticamente games e reiniciá-los a partir do ponto em que o jogador estava – tudo isso sem a necessidade de uma reinicialização completa do sistema operacional, o que se refletiria em uma economia de recursos e prolongamento da vida útil do console.
Outro recurso presente na máquina é o desligamento automático após períodos de 30 minutos, seguidos de 5 minutos nos quais a alimentação seria feita por uma bateria interna. Tal opção também serviria como forma de evitar perdas de dados em casos de queda de energia.

Recursos futuristas

O PlayStation 4 imaginado por Dumary dispensa qualquer espécie de cabo para se conectar a televisores, usando para isso o sistema DPConnect TV. Além de detectar a resolução mais apropriada para as imagens exibidas, o recurso permitiria que até seis jogadores tivessem uma visão individual do que acontece na partida, representando o fim dos jogos multiplayer com tela dividida.
(Fonte da imagem: Joseph Dumary)
Outros recursos incluem um HD de 1,5 TB, compatibilidade com o sistema Full 3D 4K2K, capacidade de reproduzir filmes em 3D e cinco conexões USB 3.0. A mídia de armazenamento utilizada seria o Blu-ray “DEUCE”, que disponibilizaria uma quantidade de dados três vezes maior que os discos atuais.
Para completar, o PlayStation 4 viria equipado com o recurso Cloud Saving, acesso à programação de televisão local e diversos aplicativos responsáveis pela previsão do tempo, notícias e acesso a redes sociais. Segundo o designer, o aparelho seria capaz de sincronizar dados com qualquer dispositivo portátil da Sony, incluindo o futuro PlayStation Vita e celulares da marca Sony Ericsson.

Fonte e Mais Fotos: Tecmundo

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Jovem Chinês de 17 anos Monta o seu Próprio iPad


Depois do garoto que vendeu o rim por um iPad 2 e da garota que queria trocar a virgindade por um iPhone 4, a notícia que chega da China é um pouco mais sensata – pelo menos desta vez. Trata-se da história de um jovem que resolveu montar, manualmente, o seu próprio tablet, o qual ele batiza de “iPad 3”.
A saga durou duas semanas e foi filmada, editada e colocada no site Youku (uma espécie de YouTube chinês). Identificado como Zheng, o garoto de 17 anos usou, para recriar o aparelho, peças e chipsets de laptops, além de uma tela com suporte a touchscreen.
Para conseguir essa façanha, Zheng também precisou de muito empenho e conhecimento avançado de informática e componentes de hardware. O sistema operacional usado para dar vida ao tablet e executar as tarefas foi o Windows XP (a logomarca da Apple foi colocada através de adesivos).
Ampliar(Fonte da imagem: Reprodução/Youku)
Nas demonstrações, são apresentados recursos como o Google Earth, navegação online e leitura de livros — ao que parece, todos funcionam muito bem. Além disso, é mostrada a capacidade de se adaptar o aparelho a um teclado padrão QWERTY separado.
Em geral, o aparelho está longe de ser um iPad 3 e está mais para um notebook com touchscreen do que para propriamente um tablet. Entretanto, o jovem chinês merece uma salva de palmas pela competência. Vai que ele abre sua própria empresa para brigar com a Apple e concorrentes?
Fonte: Tecmundo

terça-feira, 12 de julho de 2011

Como Crimpar Cabos de Rede


Atualmente, é comum que existam redes de computadores, não apenas em empresas, onde a rede pode ser composta por centenas de computadores, mas também em casas, onde pode haver uma rede de apenas duas máquinas.
Um quesito muito importante para o funcionamento da rede são os cabos (quando não se tratando de redes sem fio). Afinal, eles são responsáveis pela transmissão de dados, sejam eles referentes à internet, transferência de arquivos entre estações ou ainda ao compartilhamento de impressoras ou algum outro periférico.
Por possuírem tal importância, deve-se ficar atento para que os cabos estejam corretamente arrumados. Para tanto, é necessário que se dê a devida atenção a alguns itens, que vão desde o tamanho máximo que esses cabos podem ter até o modo que seus plugues serão crimpados.
E por falar em “crimpados”, aí está uma palavra que é muito discutida quando o assunto é cabos de rede. Algumas pessoas dizem que o correto é “grimpar”, outras dizem “climpar”, e algumas ainda retiram o “m”, falando apenas “clipar”.
Apesar da palavra ainda não constar nos dicionários (segundo pesquisas nos dicionários Houaiss e Michaelis), a forma mais sensata de pronúncia e escrita é crimpar. A explicação é simples: assim como inúmeras palavras relacionadas ao ramo da informática (tais como mouse, site e HD), a palavra “crimpar” deriva do verbo da língua inglesa “To crimp”, que significa algo como moldar uma superfície (que é mais ou menos o que é feito ao crimpar cabos de rede).

Materiais necessários

Para crimpar seus cabos de rede você vai utilizar as seguintes ferramentas:
  • Alicate de crimpagem;
  • Conectores RJ-45 (um para cada ponta do cabo);
  • Cabo de Rede (também chamado de Cabo de Par Trançado ou Cabo UTP (Unshielded Twisted Pair – falando de modo mais técnico, o modelo mais utilizado é o UTP CAT 5).
Materiais necessários(Fonte da imagem: Baixaki)
Algumas pessoas utilizam estilete para cortar a capa de proteção do cabo, porém o alicate de crimpagem já possui lâmina para o corte, e, ao utilizar estilete, é muito fácil de cortar os fios dos pares trançados do cabo de rede (o que também pode ocorrer ao utilizar a lâmina do alicate). Caso isso ocorra, você deverá iniciar uma nova ponta, cortando fora aquela danificada.

Antes de começar

Antes de iniciar o trabalho, é interessante você saber qual o melhor modo de organizar a sua rede. Existem alguns detalhes que devem ser levados em conta: há limitações quanto ao tamanho máximo do cabo (o máximo recomendado é 100 metros), e há mais de um modo de crimpar a ponta dos cabos, inclusive um que dispensa o uso de HUB/Switch (para mais detalhes sobre o que é HUB/Switch clique aqui), chamado de Crossover ou Cabo Cruzado.
Se você precisar de mais de 100 metros de cabo, o recomendado é que se utilize um HUB/Switch em meio ao trajeto. Isso vale tanto para conectar um computador diretamente ao HUB/Switch quanto para conectar um HUB/Switch a outro, e é chamado de repetição.
Os 100 metros é um tamanho médio aconselhável. Dependendo da qualidade do cabo e da placa de rede utilizados, é possível ultrapassar um pouco esse limite. Tudo dependerá da qualidade do material usado.
Existe também um tamanho mínimo aconselhado, que é de 30 cm. É bom também não deixar o cabo de rede junto a cabos de energia elétrica (como pode acontecer quando se usam canaletas para a instalação), pois os de energia podem gerar uma interferência eletromagnética na transmissão de dados do cabo de rede.

Um pouco mais sobre o cabo

(Fonte da imagem: Baixaki)Ao abrir o cabo de rede, você perceberá que ele possui oito fios coloridos e divididos em pares.
Você verá também que os dois fios de cada par estão entrelaçados, de modo que estão separados em cores.
É comum que esses fios internos sejam chamados apenas de pares. Os pares são trançados justamente para ajudar a evitar que haja interferência eletromagnética na transmissão de dados.

Cuidados com os cabos

É recomendado que, primeiramente, você passe os cabos pelas tubulações desejadas, uma vez que é muito mais fácil realizar tal tarefa com os cabos sem os plugues. Também é aconselhável que não seja feito o reaproveitamento de cabos de rede, pois, quando se faz força para retirar o cabo do local onde ele se encontrava, pode ocorrer a quebra dos fios internos, comprometendo o funcionamento do cabo.
Seja atencioso com a passagem e fixação dos cabos, assim como na hora de crimpar suas pontas. É muito chato quando a rede não está funcionando e, após um tempo tentando fazê-la funcionar, descobre-se que os fios do cabo tinham sido quebrados durante a passagem pela tubulação ou que a crimpagem estava malfeita.

Padrões de ordem dos fios

Antes de iniciar a crimpagem, escolha um dos padrões de sequência para as pontas. Existem dois padrões mais utilizados: eles são conhecidos como EIA/TIA 568A e EIA/TIA 568B. Ambos funcionam perfeitamente.
(Fonte da imagem: Baixaki)

Tipos de cabos

Existem ainda dois tipos de cabo: os cabos diretos e os cabos crossover. Nos diretos, ambas as pontas são feitas utilizando o mesmo padrão, enquanto nos crossover uma ponta utiliza o padrão EIA/TIA 568A e outra o EIA/TIA 568B. Em alguns casos, o padrão de uma delas foge de um desses dois. Isso será explicado logo abaixo.

Cabo direto

Os cabos diretos são utilizados para interligar computadores e HUBs/Switchs. Nestes cabos, as pontas devem ser exatamente iguais, pois, caso contrário, a transferência de dados não irá ocorrer. O padrão utilizado em um dos cabos deverá ser o mesmo na rede inteira.
É verdade que você pode criar a sua própria sequência e utilizá-la em sua rede, entretanto, é extremamente aconselhável que você utilize uma dessas duas sequências sugeridas, não apenas por questões de funcionamento correto, mas também por questões de padronização. Se outra pessoa precisar corrigir algum problema em seus cabos, ela saberá qual é a sequencia utilizada e será muito mais fácil para solucionar o problema.
Os padrões são dessa forma, pois foram os melhores modos encontrados para que houvesse o mínimo possível de interferência eletromagnética no cabo, seja esta externa ou gerada pelo próprio cabo, e é justamente por isso que os pares são trançados entre si.
Se você desejar usar uma sequência própria por achar muito difícil crimpar o cabo utilizando uma das duas sequências mencionadas, tenha em mente que você terá grandes chances de ter uma rede que não funcione com desempenho total ou até mesmo que não venha a funcionar.

Crossover

Cabos crossover são utilizados para interligar dois computadores diretamente, dispensando o uso de um HUB ou Switch. Nesse caso, se você precisar compartilhar a internet, será necessário que um dos dois computadores possua duas placas de rede. Em uma delas você ligará o cabo crossover e em outra o cabo da internet, o qual será um cabo direto. Os cabos crossover também são utilizados para ligar um HUB/Switch a outro.
Ampliar(Fonte da imagem: Baixaki)
Há um detalhe importante: se as placas de rede dos computadores forem placas com velocidade de 1000 Mbits (o que é bastante comum), você deverá utilizar outro padrão, um pouco diferente dos EIA/TIA 568A e EIA/TIA 568B, em uma das pontas para que a transmissão de dados possua a maior velocidade possível. Caso contrário, a velocidade máxima utilizada será de 100 Mbits. A rede funcionará normalmente, porém não na velocidade total.
Existem dois padrões para esse tipo de crossover. Dependendo do padrão que você escolher para a outra ponta do cabo, seja EIA/TIA 568A ou EIA/TIA 568B, você deverá escolher uma das duas para a outra ponta. Observe nas imagens abaixo os padrões de crossover para redes de 1000 Mbits.
(Fonte da imagem: Baixaki)

Auto Crossover

Atualmente, a tecnologia Auto MDI/MDIX, criada pela Hewlett Packard, detecta automaticamente o tipo de cabo necessário e configura a transmissão dos dados apropriadamente. Assim, não é mais imprescindível o uso de cabos crossover nessas situações.
HUBs, Switches e placas de rede comumente têm a tecnologia auto-MDIX, o que facilita a conexão entre computadores e HUBs ou Switches. Se um dos dispositivos envolvidos possuir a tecnologia, o crossover é automatizado. Esse tipo de cabo só se faz necessário quando ambos os componentes não possuem essa tecnologia (basta conferir nas especificações de uma placa, HUB ou Switch).

Detalhes do alicate

Antes de iniciar, observe o alicate de crimpagem. Nele, existem dois tipos de guilhotinas: uma para desencapar os cabos e outra para aparar os fios. Em alguns casos, existe um sulco no qual o cabo deve ser inserido para ser descascado. Existe também um conector no qual serão crimpados os conectores RJ-45.
Ampliar(Fonte da imagem: Baixaki)
Agora que você já sabe os tipos de cabo e quando deve usá-los, e também já conhece o alicate de crimpagem, é hora de começar o trabalho. Escolha um padrão de sequência para as pontas dos cabos e lembre-se de usar apenas esse padrão em toda a rede (salvo em casos de conexão de HUB/Switch com outro HUB/Switch, que é quando se faz necessário o uso de cabo crossover). Veja agora como crimpar os cabos.
Corte um pedaço da capa do cabo. Faça isso colocando o cabo no compartimento para descascar a capa, girando o alicate, de modo que a capa que envolve o cabo seja cortada. Não utilize muita força, pois se fizer isso, você poderá cortar um dos fios internos do cabo. Caso isso ocorra, reinicie o processo.
Ampliar(Fonte da imagem: Baixaki)
Os cabos coloridos estarão separados em pares, e cada par possui uma cor específica. Separe os cabos estique-os para deixá-los bem lisos, ficando mais fácil e eficiente de se trabalhar com eles.
Fios separados e esticados(Fonte da imagem: Baixaki)
Separe as pontas na ordem correta, e, utilizando a lâmina para aparar os fios, corte-os de modo que fiquem bem alinhados. Após isso, insira-os no conector RJ-45. Com a trava virada para baixo e com as pontas metálicas viradas para a sua direção, interprete a sequência que vai de um a oito, contado da esquerda para a direita.
Não deixe que os fios coloridos fiquem para fora. A capa do cabo deve ficar dentro do conector RJ-45, quase até a metade do conector. Se isso não ocorrer, diminua o tamanho dos fios internos até que isso ocorra.  Observe as fotos abaixo e veja como seu cabo deverá ficar ao final do processo.
(Fonte da imagem: Baixaki)
Certifique-se de que todos os fios coloridos estão chegando até o final do conector, de modo que quando você for crimpá-los, as placas douradas encostem em todos os fios coloridos. Caso isso não ocorra em todos os fios, não haverá contato entre o fio e a placa dourada, e os dados não serão devidamente transmitidos.
Fios chegando até o final do conector(Fonte da imagem: Baixaki)
Após ter se certificado de que os fios estão chegando até o final do conector, insira-o no compartimento do alicate para finalmente crimpar o cabo. Insira o conector conforme mostrado na imagem abaixo e pressione o alicate com força para que as travas metálicas encostem nos fios coloridos. Após isso, analise o conector e verifique se todas as travas estão abaixadas. Caso alguma não esteja devidamente abaixada, repita o processo.
Conector inserido no alicate(Fonte da imagem: Baixaki)
Sua rede está pronta! Agora é hora de configurar os computadores e finalizar o trabalho para que você possa compartilhar dados na rede. Você pode conferir outros artigos que explicam como fazer as configurações de rede nos links abaixo:
Leia Mais no Tecmundo

O Que é OEM?


Adquirir produtos originais nem sempre é tarefa fácil. Muitos consumidores que buscam agir na legalidade acabam encontrando dificuldade para identificar se estão comprando o aplicativo que desejam. Muitas vezes, a dúvida permanece em único quesito: devo optar por um software OEM?
Essa mesma situação ocorre com compradores que desejam atualizar a configuração de hardware. O duelo entre os produtos “BOX” e “OEM” é famoso, porém, as justificativas que são dadas para que os consumidores busquem peças OEM nem sempre são verdadeiras. Como de praxe, o Tecmundo sanará algumas dessas dúvidas hoje.

O que significa OEM?

A sigla OEM significa “Original Equipment Manufacturer”, que em português quer dizer “Fabricante Original do Equipamento”. Produtos com o “selo” OEM não são fabricados para a venda direta ao consumidor. Esses itens são produzidos especialmente para montadoras. A lista de empresas que usa softwares e peças OEM é bem grande. Entre tantas marcas, temos a HP, a Dell, a Positivo, a Sony e muitas outras.
Drive de DVD da Sony que aparenta ser um OEM (Fonte da imagem: Divulgação/Qurren)
Computadores com aplicativos OEM, normalmente, vêm com os softwares devidamente instalados. Entretanto, eles não são idênticos aos que são comprados em uma loja de informática. Os aplicativos OEM não vêm com caixa, manual, cabos e disco de instalação. Contudo, o conteúdo propriamente dito é exatamente o mesmo.

Por que tão barato?

O primeiro motivo para o preço cair significativamente é a aquisição em grandes quantidades. Como você deve imaginar, a HP, por exemplo, vende uma quantidade significativa de computadores. Com isso, ela firma contratos com as fabricantes para adquirir licenças (do Windows, Office e outros) e dispositivos de hardwares (processadores, memórias e tudo mais que for necessário) aos milhares.
Outro motivo para a redução do custo é a garantia mais curta. As montadoras tendem a oferecer o mesmo tempo de garantia para toda a máquina, fator que faz com que as fabricantes (do software ou do hardware) não precisem se preocupar com manutenções de um produto por um tempo prolongado.
Produtos OEM da Microsoft (Fonte da imagem: Reprodução/Microsoft)
A terceira grande razão para que um produto OEM seja mais barato é a falta de “beleza”. Se tomarmos um processador como exemplo, seja um AMD ou um Intel, podemos ver que os modelos BOX vêm com caixa, manual, cooler e demais itens. Já se for um modelo OEM, ele não trará nada disso, o que reduz o custo final.

A ilegalidade sempre presente

Como você pôde perceber, os produtos OEM são fabricados exclusivamente para montadoras de PCs. Itens de hardware, em sua maioria, e softwares OEM que são vendidos em sites de informática, por exemplo, são comercializados ilegalmente.
Placa exclusiva para montadoras (Fonte da imagem: Reprodução/AMD)
Salvo raras exceções, os produtos OEM não são direcionados ao consumidor final, justamente porque a fabricante teria um prejuízo absurdo em vender poucas unidades. Se você estiver buscando adquirir um processador, por exemplo, até pode conseguir um modelo OEM direto com o fabricante. Todavia, se a CPU em questão estiver sendo vendida em algum site, que não seja o oficial, pode ter certeza de que é um produto ilegal.

O barato pode sair caro

Na onda de adquirir produtos OEM para aproveitar os preços reduzidos, alguns consumidores são enganados facilmente. Muitos vendedores usam de astúcia para se livrar de produtos usados, pois considerando que os produtos OEM não têm caixa nem outros itens de fábrica, tudo que o vendedor faz é colocar o item usado em uma embalagem qualquer e repassar como se fosse um OEM.
O truque usado pelos vendedores é meio óbvio, porque, além de não precisar fornecer uma embalagem original, eles não precisam se preocupar com o aspecto físico. É muito difícil o comprador identificar que o produto já foi utilizado, salvo exceções (como nos processadores, que é bem fácil perceber que já foi utilizada pasta térmica).

Produtos Exclusivos

Os softwares OEM dificilmente são exclusivos para computadores das montadoras, pois, de maneira geral, as desenvolvedoras desejam vender o mesmo produto para consumidores que adquiriram um PC com os aplicativos já instalados, como também para os compradores que optaram por obter o programa separadamente.
Placas de vídeo AMD Radeon exclusivas para as montadoras (Fonte da imagem: Reprodução/AMD)
Já os componentes de hardware diferem um pouco. As fabricantes, como a NVIDIA e a AMD, fornecem placas de vídeo exclusivas para o setor OEM. Isso significa que é impossível possuir determinados modelos de placas, visto que somente as montadoras terão acesso a elas. Em geral, os produtos “exclusivos” não são top de linha, de modo que o consumidor final não perde nada em adquirir um dos demais componentes disponíveis (que quase sempre são mais fortes que os OEMs).

O que você pensa sobre esses produtos?

De maneira geral, os produtos OEM não são piores que os comuns, todavia, eles deixam o consumidor sem a embalagem original e alguns outros itens. A garantia é um dos principais fatores que faz com que muitas pessoas não busquem esses tipos de produtos, ainda mais que as fabricantes não cobrem os produtos vendidos por terceiros.
Enfim, ocorre que muita gente já adquiriu produtos OEM, mas isso não significa que elas possuem um produto de baixa qualidade. Você tem algum componente ou software OEM em seu PC? Qual sua opinião sobre o comércio desses produtos? Deixe seu comentário!
Fonte: Tecmundo

AMD Anuncia a Placa de Vídeo Radeon HD 6990M para Notebooks


Após o lançamento da GeForce GTX 580M da NVIDIA, a AMD resolveu contra-atacar com a nova GPU Radeon HD 6990M para notebooks. De acordo com a empresa, a novidade é a mais rápida do mercado, capaz de rodar 25 mais rápido que “qualquer outra GPU anunciada atualmente”.
Além de trazer App de aceleração de GPU, a Radeon HD conta com a tecnologia Eyefinite de telas múltiplas, já disponível em outros equipamentos da marca. Segundo informações da AMD, a 6990M é superior à 580M em testes de benchmark AvP e em jogos como  Batman: Arkhan Asylum ou Left 4 Dead.
Obviamente, cada empresa quer puxar a “sardinha” para o seu próprio lado, mas o fato é que a concorrência é boa e deve acirrar ainda mais a briga pelo mercado de notebooks. Confira as especificações técnicas da nova AMD Radeon HD 6990M:
  • Memória: 2 GB GDDR5 256bit (900 MHz)
  • Clock da GPU: 715 Mhz
  • Poder de Computação: 1,6 TFLOPs
  • Transistores: 1,7 bilhões
  • Processadores Stream: 1120
  • Largura de banda da memória: 115,2 GB/s
  • DirectX 11
  • HD3D
  • Tecnologia Eyefinite
Tanto a nova placa da NVIDIA como a da AMD estarão disponíveis no Alienware M18x, o que mostra que as GPUs não devem deixar a desejar. A AMD ainda não liberou maiores informações sobre o preço da placa para vendas em lojas.
Fonte: TecMundo

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More

 
Powered by Equipe BrLoads