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quarta-feira, 13 de julho de 2011

Windows XP Deve Morrer em Menos de 1000 Dias


Uma atualização publicada na última segunda-feira (11 de julho) por Stephen L Rose, no blog oficial do Windows, afirma que a versão XP do sistema operacional está com os dias contados. Segundo o autor do texto, o software deve perder o suporte estendido em menos de 1000 dias, motivo mais que suficiente para os usuários migrarem para uma versão mais atualizada.

O autor também defende a ideia de que aquilo que era a melhor opção há 10 anos não possui a mesma força atualmente, afirmando que o Windows 7 resolve muitos dos problemas encontrados na versão XP. A partir do dia 8 de abril de 2014, atualizações de segurança e revisões de código não estarão mais disponíveis para o sistema, o que deixará máquinas vulneráveis a qualquer ameaça que surja a partir desse momento.
Outro argumento em favor do abandono do Windows XP é o fato de que muitos desenvolvedores terceirizados não estão mais dando suporte ao produto. Com isso, a possibilidade de ocorrência de problemas de segurança ou incompatibilidade cresce, o que deve resultar em mais custos para os departamentos de tecnologia de informação de grandes companhias.
O tom do texto produzido por Rose é alarmista, com trechos que afirmam que companhias que não começarem agora mesmo a transição para o Windows 7 correm o risco de expor suas informações a pessoas mal intencionadas. Segundo ele, companhias como Samsung, Boeing e BMW reconhecem a superioridade do sistema operacional atual, que traria mais segurança e aumentaria a produtividade dos funcionários.

Windows 7 ultrapassa as 400 milhões de cópias

Também na segunda-feira, durante a Worlwide Partner Conference (WPC), evento da Microsoft que ocorre na cidade de Los Angeles, Steve Ballmer revelou que o Windows 7 já vendeu mais de 400 milhões de unidades. Segundo a companhia, sete cópias do sistema operacional são vendidas a cada segundo.
Porém, não foram reveladas quantas unidades do produto são vendidas de forma individual e quantas são disponibilizadas pelo sistema OEM, espécie de venda casada em que o usuário compra uma máquina que já vem com o produto instalado. Outra informação divulgada pela companhia é a de que o Internet Explorer 9 é o navegador mais utilizado por quem opera com o Windows 7 nos Estados Unidos.
Segundo dados do Net Applications, divulgados em junho deste ano, o sistema operacional já é usado por 27% dos computadores do mundo. A expectativa da Microsoft é que a participação de mercado aumente ainda mais, principalmente devido aos usuários que estão fazendo a transição do Windows XP para um sistema mais moderno.
Fonte: Tecmundo

As Senhas Mais Usadas de Todos os Tempos


Quando você inicia o cadastro em um jogo ou uma rede social, você escolhe a senha com cuidado ou usa a mesma para todos os serviços da internet? E se for um site que você não visitará com frequência, como uma loja de compras online, será que qualquer sequência de teclas já serve? Quando se trata de segurança digital, esses erros comuns podem facilmente fazer com que você seja mais uma vítima de invasão de contas.
Desde que o sistema de senhas começou a ser usado na internet, ficou claro que nem todos os códigos seriam impossíveis de serem acertados. Em alguns dos casos, teclar sequências óbvias pode até parecer uma boa alternativa, mas não se engane – afinal, é a visibilidade de seus dados que está em jogo.

As escolhidas

A simplicidade das sequências mais encontradas na internet é assustadora – e serve para mostrar o panorama mundial da (falta de) segurança na área.
Vários veículos e companhias publicaram inúmeros estudos com uma contabilização de senhas. Desde empresas especializadas em segurança digital, como a Imperva, até revistas e os próprios hackers, são várias as compilações divulgadas com as sequências mais óbvias utilizadas pelos usuários.
Apesar dos pedidos para que elas parem de ser escolhidas, é inevitável que termos comuns apareçam em cadastros. Com base nessas pesquisas, o Tecmundo compilou alguns dos temas e senhas mais simples e óbvios preenchidos nos campos de cadastro:

Senhas comuns (sem ordem de preferência)

  • 1234567
  • 123456
  • 12345
  • 123123
  • 000000
  • password
  • qwerty
  • asdfgh
  • zxcvbnm
  • qazwsx
  • abc123
  • blink182
  • lol123
  • 7777777
  • 666666
  • jesus
  • brasil/brazil
  • letmein
  • iloveyou
  • hello123
  • matrix
  • admin
  • hotmail
  • babygirl

Temas mais escolhidos

  • O nome do usuário ou de membros da família;
  • O clube de futebol favorito;
  • A data de nascimento do usuário ou de pessoas próximas;
  • O número do seu telefone ou do(a) namorado(a);
  • O próprio site do cadastro;
  • Teclas que estejam lado a lado;
  • O mesmo termo do login.
Caso a sua esteja entre as selecionadas acima, não pense duas vezes antes de trocá-la. Note a preferência por números e letras que estão lado a lado no teclado (em “qwerty” ou “123456”), por nomes (“Daniel” ou “Nicole”) ou até o nome do próprio site (como “orkut” ou “twitter”).
Vale lembrar que a lista não inclui datas importantes para o usuário, que são mais raras de coincidirem (“12072011”, por exemplo), ou códigos de conhecimento geral para o Brasil, como “sccp1910” (a sigla de Sport Club Corinthians Paulista, fundado em 1910). Ainda assim, essas não são senhas tão seguras quanto você pensa.

Tudo tem um motivo

Se as suas senhas não apareceram na lista acima, não pense que elas são tão raras assim. Por várias razões, é até normal que “123456” seja o código escolhido por tantos usuários. Mas o que leva alguém a fazer essas escolhas óbvias?

Inimiga da perfeição

Escolher a primeira palavra que vem à sua cabeça só para acabar logo o cadastro pode ser um péssimo negócio. Métodos de quebra de senhas envolvem consultas a dicionários inteiros para verificar se sua senha é uma palavra comum, sem símbolos e números ou alternâncias entre caixas alta e baixa.
O ideal é pensar com calma e só finalizar o cadastro com a certeza de que sua sequência não será descoberta tão facilmente.

Qual era a senha daqui mesmo?

Uma senha para o Twitter, uma para o Facebook, outra para o Tecmundo e mais uma para aquele MMORPG que você acessa todos os dias. Com o tanto de serviços na internet que exigem cadastros, ter uma infinidade de sequências diferentes acaba sendo trabalhoso demais para quem não quer memorizar todas – ou anotar em um documento de texto ou em um papel, em um ato ainda menos seguro.
Para isso, é comum que o usuário padronize a senha e utilize a mesma em todos os seus serviços. A facilidade de logar se reflete também na hora da invasão: se o código for fácil, o hacker terá acesso a todos os serviços que você acessa na rede. Perigoso, não?

Ninguém vai invadir minha conta

Mesmo com a internet tendo muitos milhões de usuários em todo mundo, não pense que um hacker vai ignorar a sua existência.
Não é só porque você não faz nada de relevante mundialmente para a rede que seu email ou perfil ficarão seguros contra invasões. Esses ataques são feitos em massa contra sistemas inteiros, recolhendo um alto número de dados pessoais de grandes grupos de usuários, como cadastrados em redes sociais, por exemplo.
Isso leva muita gente a escrever qualquer coisa no campo de senha e realmente não se importar com isso – até que algo saia errado, claro.

Por que é tão fácil?

Com todos os riscos possíveis, ainda há quem escolha senhas fáceis para seus cadastros. Mesmo assim, fica difícil imaginar que seja tão simples invadir uma conta. Em vários casos, pode ser um método bastante básico.

Nome, sobrenome, data de nascimento...

Com uma simples pesquisa em redes sociais e outros serviços, é possível descobrir informações preciosas sobre você – e, para isso, nem é preciso ser um hacker especialista no assunto.
Sistemas de reconhecimento como o do Gmail auxiliam o usuário na escolha da senha. (Fonte da imagem: Google)
Dados simples podem compor o código, como seu aniversário, o nome do usuário ou de seus pais e até sua localização (cidade, estado ou país). Procure evitar esses termos fáceis não só para o computador, mas também para a senha do banco, por exemplo.

Os métodos do mal

Os hackers não têm uma bola de cristal. Mesmo pra descobrir as senhas mais simples, são usados mecanismos complexos baseados em algoritmos e bancos de dados prontos.
Os principais métodos são os de codificação por força bruta (que tenta o login a partir de todas as combinações possíveis de caracteres, independente do número deles) e por dicionários (para descobrir o código a partir de um banco de dados prévio).
Ambos dependem do número de caracteres da senha e do uso de diferentes teclas, como números e símbolos. Quanto mais complexa e bem escolhida ela for, portanto, mais difícil é a invasão.
...
E aí, qual a complexidade de sua senha? Ela entrou na lista ou você toma cuidado na hora de escolher a sequência responsável por proteger seu perfil? Existe algum método infalível que você use?
Escolher um código seguro nos dias de hoje não é muito simples, mas é possível. O próprio Tecmundo ajuda os usuários nesse processo, em artigos como o guia para senhas seguras e como usar o método MUNGE, mas essa segurança só depende de você. Até a próxima!
Fonte: TecMundo

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Procon Lança Lista com Sites que Não Entregaram Produtos


Cuidado com compras pela internet!

O Procon divulgou uma lista com 20 sites que oferecem a possibilidade de compra pela internet (comércio eletrônico), entretanto nunca entregaram os produtos aos seus consumidores. Para agravar a situação, muitos deles continuam no ar.


Segundo o Procon, para dificultar ainda mais a vida dos consumidores, a maioria dessas empresas nem sequer possui uma loja física nos endereços informados pelos sites. O ramo de atuação das empresas também é variado, contando com venda de livros, apostilas, produtos eletrônicos, entre outros.


Esta lista foi montada após o Procon atender reclamações de seus consumidores e tentar prestar esclarecimentos com as empresas responsáveis. Abaixo segue a relação dos sites e seu estado atual (ativo ou inativo).


Site Estado
www.aicade.com.br Inativo
www.cwbeletro.com.brInativo
www.tudonlineprodutos.comInativo
www.apostilasconcursos.com.brInativo
www.notecam.com.brInativo
www.marineletro.com.brInativo
www.cmykshop.com.brInativo
www.centernote.com.brInativo
www.mfriends.com.brAtivo
www.wbronkowski.comAtivo
www.nacionalshop.com.brInativo
www.skinzilla.com.brAtivo
www.u6shop.com.brInativo
www.bininhobaby.com.brAtivo
www.eletrosp.com.brInativo
www.seuchina.com Ativo
www.newtenis.com.brAtivo
www.brasilbay.com.brAtivo
www.7livraria.com.brAtivo
www.eletropenhaonline.com.brAtivo
Vale lembrar que compras online requerem muito cuidado! Sempre tenha cautela ao adquirir produtos pela internet, especialmente se você não conhece a loja na qual está efetuando a compra.


Leia mais no Baixaki

Procon Lança Lista com Sites que Não Entregaram Produtos


Cuidado com compras pela internet!

O Procon divulgou uma lista com 20 sites que oferecem a possibilidade de compra pela internet (comércio eletrônico), entretanto nunca entregaram os produtos aos seus consumidores. Para agravar a situação, muitos deles continuam no ar.


Segundo o Procon, para dificultar ainda mais a vida dos consumidores, a maioria dessas empresas nem sequer possui uma loja física nos endereços informados pelos sites. O ramo de atuação das empresas também é variado, contando com venda de livros, apostilas, produtos eletrônicos, entre outros.


Esta lista foi montada após o Procon atender reclamações de seus consumidores e tentar prestar esclarecimentos com as empresas responsáveis. Abaixo segue a relação dos sites e seu estado atual (ativo ou inativo).


Site Estado
www.aicade.com.br Inativo
www.cwbeletro.com.brInativo
www.tudonlineprodutos.comInativo
www.apostilasconcursos.com.brInativo
www.notecam.com.brInativo
www.marineletro.com.brInativo
www.cmykshop.com.brInativo
www.centernote.com.brInativo
www.mfriends.com.brAtivo
www.wbronkowski.comAtivo
www.nacionalshop.com.brInativo
www.skinzilla.com.brAtivo
www.u6shop.com.brInativo
www.bininhobaby.com.brAtivo
www.eletrosp.com.brInativo
www.seuchina.com Ativo
www.newtenis.com.brAtivo
www.brasilbay.com.brAtivo
www.7livraria.com.brAtivo
www.eletropenhaonline.com.brAtivo
Vale lembrar que compras online requerem muito cuidado! Sempre tenha cautela ao adquirir produtos pela internet, especialmente se você não conhece a loja na qual está efetuando a compra.


Leia mais no Baixaki

Como Usar o AVG LiveKive Para Fazer Backup Online


Atualmente, armazenamos uma grande quantidade de documentos em nosso computador. Entretanto, por vezes esquecemos que ele não está livre de imprevistos e que a falta de uma cópia de segurança pode fazer com que algo importante seja perdido. Para ajudar com esta tarefa, alguns programas já disponibilizam opções de armazenamento online.




Para auxiliar ainda mais, alguns deles possibilitam que você faça a sincronização de pastas e arquivos entre várias máquinas. Dessa maneira, além de garantir que seus documentos possuam uma cópia de segurança, você ainda pode mantê-los sempre atualizados em todos os computadores que utiliza.


Abaixo, segue um pequeno tutorial ensinando como fazer backup online e sincronização de arquivos utilizando o programa LiveKive da AVG.


Pré-requisitos:

  • Programa LiveKive

Clique para baixar o LiveKive

Saiba mais sobre o LiveKive


LiveKive é um programa da AVG que oferece um espaço de até 5 GB para o armazenamento de seus arquivos (na conta gratuita). Com ele você pode ter documentos e fotos sempre disponíveis para a utilização em qualquer computador com acesso à internet. O aplicativo também pode ser uma ótima alternativa para compartilhar o conteúdo com outras pessoas.


Depois de instalado e enquanto estiver ativo, o LiveKive permanece como um ícone na Bandeja do sistema (systray) e você pode acessá-lo diretamente a partir dali.


Interface principal e serviços


Após o download e a instalação do aplicativo, é solicitado que você faça o login. Se você não possui uma conta de usuário, pode criá-la clicando no botão “Create new Account”.


Efetuando login ou criando uma nova conta

Depois de criada a conta e com o login já devidamente efetuado, você precisa identificar o computador que está em uso no momento. Basta digitar o nome desejado no campo disponível. Se você já tiver algum outro computador em sua conta, basta solicitar a inserção de um novo dispositivo e então identificá-lo.


Identificando o computador

Feito isso, o programa é aberto em sua interface principal, na aba “Status”. Ali, você pode ter uma ideia da quantidade de dados que está em compartilhamento pelas funcionalidades de backup, compartilhamento e sincronização.


Tela principal do programa

Efetuando backup


O primeiro passo para criar uma cópia de segurança com os seus arquivos é definir o que será armazenado em seu espaço online. Para isso, entre na aba “Backup”. Ali estão disponíveis algumas das pastas que mais comumente armazenam as informações importantes dos usuários.


Backup, básico

Se você quiser escolher o conteúdo, clique no botão “Advanced”.


Backup, avançado

Feito isso, uma nova tela mostra todas as pastas disponíveis no computador e basta marcar aquelas que você deseja que integrem o backup. Quando tudo estiver conforme o desejado, clique em “Save” para que o programa registre as suas alterações. Vale lembrar que se você voltar para o modo básico (clicando no botão “Basic”), as modificações são perdidas e será necessário efetuá-las novamente.


Sincronizando


Se você utiliza mais do que um computador, o LiveKive também pode ser uma excelente ferramenta para manter arquivos de uso constante sempre sincronizados. Assim, você não vai perder tempo precisando copiar documentos por meio de pendrives ou outros dispositivos, além de não precisar se preocupar com “qual versão é a mais recente”.
Para isso, entre na aba “Sync” e clique em “New”. Isso faz com que um processo guiado (“wizard”) seja inicializado.


Iniciando nova sincronização de dados

Comece definindo um nome para o material que será sincronizado. Não pode haver caracteres especiais ou espaços nele. Em seguida, adicione uma descrição (opcional) para fazer uma observação sobre o conteúdo.


Nome e descrição

Em seguida, escolha as pastas que serão sincronizadas digitando o endereço delas no campo apropriado ou clicando no botão “Browse” para localizá-las. Como padrão, são mostrados dois campos na interface, mas se você quiser adicionar mais diretórios, basta clicar no botão “+”.


Escolhendo os diretórios

Então, você pode (opcionalmente) adicionar um filtro ao conteúdo que será sincronizado. Isso funciona da seguinte forma: ao adicionar uma extensão como .ZIP, por exemplo, todos os arquivos que estiverem nesse formato serão deixados de fora da sincronização. Ou seja, caso você não queira que determinados documentos façam parte do processo, basta escrever a terminação deles nessa etapa.


Adicionando filtros

Por último, uma janela mostra um resumo do que foi selecionado em todas as etapas do processo para que você confira se tudo está conforme o desejado. Então, basta clicar em “Start Sync” para iniciar a operação. O processo pode demorar um pouco, variando conforme a quantidade de documentos, tamanho e conexão com a internet.


Conferindo os dados

Embora o LiveKive não seja o único programa a executar tais funções, ele é uma opçãop que oferece a interface bem simples, permitindo que mesmo usuários iniciantes não tenham maiores dificuldades em seu uso.


Leia mais no Baixaki

Como Usar o AVG LiveKive Para Fazer Backup Online


Atualmente, armazenamos uma grande quantidade de documentos em nosso computador. Entretanto, por vezes esquecemos que ele não está livre de imprevistos e que a falta de uma cópia de segurança pode fazer com que algo importante seja perdido. Para ajudar com esta tarefa, alguns programas já disponibilizam opções de armazenamento online.




Para auxiliar ainda mais, alguns deles possibilitam que você faça a sincronização de pastas e arquivos entre várias máquinas. Dessa maneira, além de garantir que seus documentos possuam uma cópia de segurança, você ainda pode mantê-los sempre atualizados em todos os computadores que utiliza.


Abaixo, segue um pequeno tutorial ensinando como fazer backup online e sincronização de arquivos utilizando o programa LiveKive da AVG.


Pré-requisitos:

  • Programa LiveKive

Clique para baixar o LiveKive

Saiba mais sobre o LiveKive


LiveKive é um programa da AVG que oferece um espaço de até 5 GB para o armazenamento de seus arquivos (na conta gratuita). Com ele você pode ter documentos e fotos sempre disponíveis para a utilização em qualquer computador com acesso à internet. O aplicativo também pode ser uma ótima alternativa para compartilhar o conteúdo com outras pessoas.


Depois de instalado e enquanto estiver ativo, o LiveKive permanece como um ícone na Bandeja do sistema (systray) e você pode acessá-lo diretamente a partir dali.


Interface principal e serviços


Após o download e a instalação do aplicativo, é solicitado que você faça o login. Se você não possui uma conta de usuário, pode criá-la clicando no botão “Create new Account”.


Efetuando login ou criando uma nova conta

Depois de criada a conta e com o login já devidamente efetuado, você precisa identificar o computador que está em uso no momento. Basta digitar o nome desejado no campo disponível. Se você já tiver algum outro computador em sua conta, basta solicitar a inserção de um novo dispositivo e então identificá-lo.


Identificando o computador

Feito isso, o programa é aberto em sua interface principal, na aba “Status”. Ali, você pode ter uma ideia da quantidade de dados que está em compartilhamento pelas funcionalidades de backup, compartilhamento e sincronização.


Tela principal do programa

Efetuando backup


O primeiro passo para criar uma cópia de segurança com os seus arquivos é definir o que será armazenado em seu espaço online. Para isso, entre na aba “Backup”. Ali estão disponíveis algumas das pastas que mais comumente armazenam as informações importantes dos usuários.


Backup, básico

Se você quiser escolher o conteúdo, clique no botão “Advanced”.


Backup, avançado

Feito isso, uma nova tela mostra todas as pastas disponíveis no computador e basta marcar aquelas que você deseja que integrem o backup. Quando tudo estiver conforme o desejado, clique em “Save” para que o programa registre as suas alterações. Vale lembrar que se você voltar para o modo básico (clicando no botão “Basic”), as modificações são perdidas e será necessário efetuá-las novamente.


Sincronizando


Se você utiliza mais do que um computador, o LiveKive também pode ser uma excelente ferramenta para manter arquivos de uso constante sempre sincronizados. Assim, você não vai perder tempo precisando copiar documentos por meio de pendrives ou outros dispositivos, além de não precisar se preocupar com “qual versão é a mais recente”.
Para isso, entre na aba “Sync” e clique em “New”. Isso faz com que um processo guiado (“wizard”) seja inicializado.


Iniciando nova sincronização de dados

Comece definindo um nome para o material que será sincronizado. Não pode haver caracteres especiais ou espaços nele. Em seguida, adicione uma descrição (opcional) para fazer uma observação sobre o conteúdo.


Nome e descrição

Em seguida, escolha as pastas que serão sincronizadas digitando o endereço delas no campo apropriado ou clicando no botão “Browse” para localizá-las. Como padrão, são mostrados dois campos na interface, mas se você quiser adicionar mais diretórios, basta clicar no botão “+”.


Escolhendo os diretórios

Então, você pode (opcionalmente) adicionar um filtro ao conteúdo que será sincronizado. Isso funciona da seguinte forma: ao adicionar uma extensão como .ZIP, por exemplo, todos os arquivos que estiverem nesse formato serão deixados de fora da sincronização. Ou seja, caso você não queira que determinados documentos façam parte do processo, basta escrever a terminação deles nessa etapa.


Adicionando filtros

Por último, uma janela mostra um resumo do que foi selecionado em todas as etapas do processo para que você confira se tudo está conforme o desejado. Então, basta clicar em “Start Sync” para iniciar a operação. O processo pode demorar um pouco, variando conforme a quantidade de documentos, tamanho e conexão com a internet.


Conferindo os dados

Embora o LiveKive não seja o único programa a executar tais funções, ele é uma opçãop que oferece a interface bem simples, permitindo que mesmo usuários iniciantes não tenham maiores dificuldades em seu uso.


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terça-feira, 3 de maio de 2011

Como Saber Se Meu Celular Esta Sendo Rastreado


As últimas semanas foram bastante agitadas para as empresas Apple, Microsoft e Google. Personagens principais de diversas discussões que surgiram na internet, as três gigantes foram acusadas de coletar e armazenar dados de localização dos usuários que fazem uso do iOS, Microsoft Phone 7 e Android.


Toda essa polêmica teve início depois que pesquisadores afirmaram que a Apple estaria coletando informações das coordenadas de seus usuários e armazenando tais dados em servidores próprios. Depois disso, foi a vez da Google ser acusada e, em seguida, a Microsoft.



Afinal de contas, o que está realmente acontecendo? Entenda melhor toda a polêmica gerada, quais dados estão sendo armazenados pelas empresas e como isso pode afetar sua segurança (positiva ou negativamente).


Como tudo começou


No início do mês, surgiram boatos de que a Apple estaria rastreando seus usuários por meio do aplicativo FaceTime. De acordo com os relatos recebidos no fórum de discussões da Apple, o iPhone 4 poderia estar capturando imagens sem o consentimento das pessoas. Algumas semanas depois, a empresa de Steve Jobs volta a ser o centro das atenções.
Dois pesquisadores do Reino Unido descobriram uma brecha no iOS 4 que permite o acesso a dados de localização dos usuários. Segundo a pesquisa, a falha torna possível que qualquer pessoa, por meio do Windows, tenha acesso ao histórico de latitude e longitude dos locais onde o sistema captou posições geográficas. Os registros podem ser vistos em ordem cronológica.


 
(Fonte da imagem: Divulgação/Apple)


Após esses episódios, outros dois sistemas operacionais para dispositivos móveis tornaram-se alvos de pesquisas e acusações. Segundo o jornal nova-iorquino The Wall Street Journal, smartphones Android também estariam armazenando dados sobre a localização dos usuários e fornecendo tais informações às operadoras de telefonia.


Essa denúncia foi baseada nos testes realizados por Samy Kankar (responsável pelo Worm no MySpace em 2005). Segundo ele, os aparelhos com o sistema operacional Android captam e transmitem os dados de localização várias vezes em períodos curtos de tempo.


Por fim, chegou a vez da Microsoft e seu Windows Phone 7 serem alvos das acusações. Porém, a empresa de Bill Gates tratou logo de se justificar e de explicar em maiores detalhes a sua política de armazenamento de dados do usuário. Google e Apple também se pronunciaram.


Quais dados são armazenados?


Segundo os testes feitos por Samy Kankar, os dados transmitidos pelos aparelhos consistem na identidade das redes e pontos de acesso próximos à localização dos usuários e também a intensidade do sinal captado pelo celular. Dessa maneira, é possível fazer a triangulação e encontrar o ponto geográfico exato.





Segundo a Microsoft, ela possui uma base de dados própria com a localização geográfica e identidade de milhares de torres de celular e pontos Wi-Fi. Os dados para montar essa base foram coletados por funcionários da própria empresa, que ativavam a internet sem fio de seus aparelhos e saiam pela cidade a fim de encontrar os pontos e torres.


As justificativas


Entre as corporações envolvidas na polêmica, a Microsoft foi a primeira a se pronunciar. Segundo nota divulgada, a coleta de informações só é feita com a devida autorização do usuário, e esses dados são armazenados em uma base própria da empresa, à qual ninguém mais tem acesso.


A empresa diz manter uma base com o mapa de torres de celular e pontos de acesso à internet sem fio. Dessa forma, quando você autoriza que aplicativos utilizem os dados de sua localidade, a empresa compara suas coordenadas com a base de dados de localização e, com isso, consegue fazer a triangulação. Ainda segundo a Microsoft, os dados são enviados em modo anônimo, ou seja, não há como saber qual usuário encontra-se em determinada coordenada.


Banco de dados de hotspots

A Google, por sua vez, disse que os usuários do Android podem optar se desejam ou não compartilhar suas coordenadas. Dessa forma, quem permite a coleta dos dados está ciente que as empresas irão armazenar suas informações. Além disso, os dados armazenados pela gigante da internet também são anônimos.


Em comunicado oficial, a Apple afirmou que a empresa não rastreia a localização geográfica dos usuários por meio do iPhone. Segundo o relato, o que está acontecendo é que o sistema iOS possui um bug, o qual será corrigido em breve com o lançamento de uma atualização para o iOS.


As informações a respeito da localização dos usuários são mantidas apenas nos aparelhos e não são enviadas a nenhuma base de dados. Os dados armazenados tornam a ativação do GPS muito mais rápida do que nos demais aparelhos, uma vez que as coordenadas estão previamente configuradas.


Como sua segurança é afetada


Todas as polêmicas e boatos que surgiram em volta do armazenamento de localização assustaram muitos usuários. Segundo o relato postado por uma usuária no fórum de discussões da Apple, “[...] não é terrivelmente inconveniente, mas é definitivamente inquietante”.


A ideia de que empresas podem estar coletando dados do seu aparelho celular sem o devido consentimento é, realmente, alarmente. Não são poucas as pessoas que utilizam o celular para acessar emails, fazer compras online e até efetuar transações bancárias.


Se os dados de localização podem estar sendo enviados para as empresas responsáveis pelos sistemas operacionais citados ao longo do texto, o que impede que outras informações também sejam coletadas e transmitidas?


Por outro lado, os dados e as coordenadas dos aparelhos podem ser muito úteis em algumas situações. No Find My iPhone (do MobileMe), por exemplo, o usuário tem à disposição uma imagem de satélite com a localização do aparelho, muito útil em caso de perda ou roubo do dispositivo.





Prevenção


Existem alguns aplicativos que permitem ao usuário limpar o histórico e o cache de aplicações que fazem uso de sistemas de localização. Um bom exemplo é o Location Cache, para Android. Com ele, você pode acessar o log de localização presente no aparelho, bloquear o acesso de apps à sua localização geográfica e bloquear o armazenamento de dados do gênero em seu aparelho.


Em suas configurações de segurança, o iPhone possui opções que bloqueiam o acesso de aplicativos a dados de localização. Além disso, a maioria das aplicações que fazem uso de coordenadas solicitam a autorização do usuário antes de empregar tais dados. O mesmo acontece no Android.
.....
Se todos os boatos e polêmicas são verdade ou não, é certo que agora os usuários estão de olhos bem abertos. Agora é com você, usuário. Não deixe de enviar sua opinião a respeito do assunto. 


Leia mais no Baixaki

Como Saber Se Meu Celular Esta Sendo Rastreado


As últimas semanas foram bastante agitadas para as empresas Apple, Microsoft e Google. Personagens principais de diversas discussões que surgiram na internet, as três gigantes foram acusadas de coletar e armazenar dados de localização dos usuários que fazem uso do iOS, Microsoft Phone 7 e Android.


Toda essa polêmica teve início depois que pesquisadores afirmaram que a Apple estaria coletando informações das coordenadas de seus usuários e armazenando tais dados em servidores próprios. Depois disso, foi a vez da Google ser acusada e, em seguida, a Microsoft.



Afinal de contas, o que está realmente acontecendo? Entenda melhor toda a polêmica gerada, quais dados estão sendo armazenados pelas empresas e como isso pode afetar sua segurança (positiva ou negativamente).


Como tudo começou


No início do mês, surgiram boatos de que a Apple estaria rastreando seus usuários por meio do aplicativo FaceTime. De acordo com os relatos recebidos no fórum de discussões da Apple, o iPhone 4 poderia estar capturando imagens sem o consentimento das pessoas. Algumas semanas depois, a empresa de Steve Jobs volta a ser o centro das atenções.
Dois pesquisadores do Reino Unido descobriram uma brecha no iOS 4 que permite o acesso a dados de localização dos usuários. Segundo a pesquisa, a falha torna possível que qualquer pessoa, por meio do Windows, tenha acesso ao histórico de latitude e longitude dos locais onde o sistema captou posições geográficas. Os registros podem ser vistos em ordem cronológica.


 
(Fonte da imagem: Divulgação/Apple)


Após esses episódios, outros dois sistemas operacionais para dispositivos móveis tornaram-se alvos de pesquisas e acusações. Segundo o jornal nova-iorquino The Wall Street Journal, smartphones Android também estariam armazenando dados sobre a localização dos usuários e fornecendo tais informações às operadoras de telefonia.


Essa denúncia foi baseada nos testes realizados por Samy Kankar (responsável pelo Worm no MySpace em 2005). Segundo ele, os aparelhos com o sistema operacional Android captam e transmitem os dados de localização várias vezes em períodos curtos de tempo.


Por fim, chegou a vez da Microsoft e seu Windows Phone 7 serem alvos das acusações. Porém, a empresa de Bill Gates tratou logo de se justificar e de explicar em maiores detalhes a sua política de armazenamento de dados do usuário. Google e Apple também se pronunciaram.


Quais dados são armazenados?


Segundo os testes feitos por Samy Kankar, os dados transmitidos pelos aparelhos consistem na identidade das redes e pontos de acesso próximos à localização dos usuários e também a intensidade do sinal captado pelo celular. Dessa maneira, é possível fazer a triangulação e encontrar o ponto geográfico exato.





Segundo a Microsoft, ela possui uma base de dados própria com a localização geográfica e identidade de milhares de torres de celular e pontos Wi-Fi. Os dados para montar essa base foram coletados por funcionários da própria empresa, que ativavam a internet sem fio de seus aparelhos e saiam pela cidade a fim de encontrar os pontos e torres.


As justificativas


Entre as corporações envolvidas na polêmica, a Microsoft foi a primeira a se pronunciar. Segundo nota divulgada, a coleta de informações só é feita com a devida autorização do usuário, e esses dados são armazenados em uma base própria da empresa, à qual ninguém mais tem acesso.


A empresa diz manter uma base com o mapa de torres de celular e pontos de acesso à internet sem fio. Dessa forma, quando você autoriza que aplicativos utilizem os dados de sua localidade, a empresa compara suas coordenadas com a base de dados de localização e, com isso, consegue fazer a triangulação. Ainda segundo a Microsoft, os dados são enviados em modo anônimo, ou seja, não há como saber qual usuário encontra-se em determinada coordenada.


Banco de dados de hotspots

A Google, por sua vez, disse que os usuários do Android podem optar se desejam ou não compartilhar suas coordenadas. Dessa forma, quem permite a coleta dos dados está ciente que as empresas irão armazenar suas informações. Além disso, os dados armazenados pela gigante da internet também são anônimos.


Em comunicado oficial, a Apple afirmou que a empresa não rastreia a localização geográfica dos usuários por meio do iPhone. Segundo o relato, o que está acontecendo é que o sistema iOS possui um bug, o qual será corrigido em breve com o lançamento de uma atualização para o iOS.


As informações a respeito da localização dos usuários são mantidas apenas nos aparelhos e não são enviadas a nenhuma base de dados. Os dados armazenados tornam a ativação do GPS muito mais rápida do que nos demais aparelhos, uma vez que as coordenadas estão previamente configuradas.


Como sua segurança é afetada


Todas as polêmicas e boatos que surgiram em volta do armazenamento de localização assustaram muitos usuários. Segundo o relato postado por uma usuária no fórum de discussões da Apple, “[...] não é terrivelmente inconveniente, mas é definitivamente inquietante”.


A ideia de que empresas podem estar coletando dados do seu aparelho celular sem o devido consentimento é, realmente, alarmente. Não são poucas as pessoas que utilizam o celular para acessar emails, fazer compras online e até efetuar transações bancárias.


Se os dados de localização podem estar sendo enviados para as empresas responsáveis pelos sistemas operacionais citados ao longo do texto, o que impede que outras informações também sejam coletadas e transmitidas?


Por outro lado, os dados e as coordenadas dos aparelhos podem ser muito úteis em algumas situações. No Find My iPhone (do MobileMe), por exemplo, o usuário tem à disposição uma imagem de satélite com a localização do aparelho, muito útil em caso de perda ou roubo do dispositivo.





Prevenção


Existem alguns aplicativos que permitem ao usuário limpar o histórico e o cache de aplicações que fazem uso de sistemas de localização. Um bom exemplo é o Location Cache, para Android. Com ele, você pode acessar o log de localização presente no aparelho, bloquear o acesso de apps à sua localização geográfica e bloquear o armazenamento de dados do gênero em seu aparelho.


Em suas configurações de segurança, o iPhone possui opções que bloqueiam o acesso de aplicativos a dados de localização. Além disso, a maioria das aplicações que fazem uso de coordenadas solicitam a autorização do usuário antes de empregar tais dados. O mesmo acontece no Android.
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Se todos os boatos e polêmicas são verdade ou não, é certo que agora os usuários estão de olhos bem abertos. Agora é com você, usuário. Não deixe de enviar sua opinião a respeito do assunto. 


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